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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Estado de Conservação


O Instituto Chico Mendes é responsável pela avaliação do estado de conservação das espécies da fauna brasileira. Este trabalho resulta num diagnóstico do risco de extinção das espécies, identificando e localizando as principais ameaças, as áreas importantes para a manutenção da espécie e a compatibilidade com atividades antrópicas. Tal levantamento subsidia a revisão da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, além de cumprir a meta do governo brasileiro, como signatário da Convenção sobre a Diversidade BiológicaCDB.
Este trabalho é conduzido em parceria com toda a comunidade científica brasileira, seguindo as seguintes premissas: avaliação contínua de todos os grupos taxonômicos; utilização dos critérios e categorias definidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza - UICN; formação de uma rede permanente de especialistas (Instituições de Pesquisa, Sociedades Científicas e Organizações Não Governamentais); uso dos melhores dados e informações disponíveis; e a qualificação e capacitação dos envolvidos.
Até 2014 serão avaliadas todas as espécies de vertebrados e de algumas de invertebrados (aqueles de importância para avaliação dos serviços ambientais, como moluscos, crustáceos, corais e abelhas).



ACTINOPTERYGII - BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO

EM AVALIAÇÃO
O conjunto de peixes de água doce no Brasil corresponde a mais de 2.600 espécies descritas. 280 espécies de peixes da ecorregião do São Francisco e da família Rivulidae (peixes anuais) da Mata Atlântica serão avaliadas na I Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Peixes Continentais em outubro de 2011.A avaliação dos peixes de água doce é conduzida pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais – CEPTA, do ICMBio, tendo como Coordenador de Táxon o Dr. Roberto Ésser dos Reis (PUC-RS) e como Ponto Focal o Dr. Osmar Angelo Cantelmo (CEPTA/ICMBio).


 

Actinopterygii


EM AVALIAÇÃO Os Actinopterygii possuem mais de 1.000 espécies marinhas e estuarinas conhecidas e se caracterizam pelo esqueleto ósseo e nadadeiras com raios. As avaliações estão sendo conduzidas pelo ICMBio, em parceria com a UICN. Já foram realizadas 3 oficinas com 101 espécies de 8 famílias avaliadas. Em agosto e setembro serão realizadas mais 2 oficinas para avaliar outras 203 espécies de 22 famílias. Os Coordenadores de Táxon são os Drs. Monica Peres (ICMBio), Ning Chao (UFAM), Beatrice Ferreira (UFPE), Flávia Fredóu (UFRPE), Carolina Minte-Vera (UEM), Ronaldo Filho (UFPB) e Rodrigo Moura (UESC) e os pontos focais Rafaela Vicentini (CEPAM), Roberta Santos (CMA/CEPSUL) e Nilamon Jr (TAMAR).


 

Chondrichthyes – Tubarões, arraias e quimeras


EM AVALIAÇÃO Os tubarões, arraias e quimeras, também conhecidos como Chondrichthyes, Elasmobrânquios ou peixes de couro, são peixes que têm esqueleto cartilaginoso e representam 178 espécies da fauna brasileira. A primeira oficina de avaliação do estado de conservação dos Chondrichthyes foi realizada em 2010 com a presença de 14 especialistas para avaliar 78 espécies, das quais 45% foram consideradas ameaçadas de extinção. A segunda oficina será realizada em maio de 2011 para as demais 100 espécies do grupo. Os Coordenadores de Táxon deste grupo taxonômico são o Dr. Ricardo Rosa (UFPB), a Dra. Patricia Charvet (SENAI-PR) e a Dra. Rosangela Lessa (UFRPE).


 

Tartarugas Marinhas

PUBLICADOS
As tartarugas marinhas representam cinco espécies da fauna brasileira. A oficina de avaliação do estado de conservação foi realizada em 2009 com a presença de 12 especialistas que consideraram as cinco espécies ameaçadas de extinção, sendo duas categorizadas como Criticamente em Perigo (CR), duas como Em Perigo (EN) e uma como Vulnerável (VU). Em seguida, as avaliações passaram por uma revisão científica e estão em processo de publicação na revista Biodiversidade Brasileira. A Coordenadora de Taxon deste grupo taxonômico é a Dra. Maria Angela Marcovaldi (TAMAR).



 

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