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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Meristemas
Do grego merinzein: dividir. Meristema pode ser definido como um tecido indiferenciado que origina a si mesmo e a novas células de outros tecidos, por isto análogo às células-tronco dos animais. Isto significa que uma célula meristemática pode originar qualquer tipo de célula especializada do corpo do vegetal e manter sua capacidade de divisão. Os meristemas não apresentam espaços intercelulares. São formados por células pequenas, com paredes celulares delgadas e um citoplasma denso. Se apresentarem vacúolos, estes serão pequenos e numerosos. A principal diferença, entretanto, sempre será a divisão celular que os multiplica e origina aos tecidos permanentes. Os meristemas podem resultar diretamente das células do embrião, quando são denominados meristemas primários ou apicais, ou por desdiferenciação (tecidos permanentes voltam a atuar como meristemas) de tecidos, geralmente parênquimas, quando são denominados meristemas secundários.
MERISTEMAS PRIMÁRIOS

Ocorrem nas gemas, apicais e axilares, do caule (crescimento terminal e lateral) e na zona lisa (crescimento subterminal) das raízes. Ocupam, assim, os ápices vegetativos da raiz ou do caule e são responsáveis pelo crescimento em comprimento de cada um daqueles órgãos. As gemas apicais alongam o caule e seus ramos e as gemas laterais o ramificam e também produzem folhas e flores. A gema apical ou terminal, localizada na extremidade do caule ou dos ramos, é constituída pelo ponto vegetativo (meristema apical) e de vários primórdios foliares, de diversos tamanhos, em que os mais velhos e mais longos recobrem o ponto vegetativo, dando-lhe proteção.

Os três tipos de meristemas primários são: 

1. Protoderme ou dermatógeno: forma uma camada contínua de células em volta dos ápices caulinar e radicular, sendo responsável pela formação dos tecidos dérmicos ou de revestimento primários;
2. Meristema fundamental ou periblema: envolve o procâmbio por dentro e por fora, originando os tecidos primários de enchimento ou fundamentais, parênquima, esclerênquima e colênquima;
3. Procâmbio ou pleroma: localizado no interior dos ápices caulinares e radiculares, em anel, origina os tecidos condutores primários.

Assim, a gema apical é conjunto dos pontos vegetativos e dos primórdios foliares; é, pois, a porção terminal jovem do caule ou do ramo folhoso. As gemas laterais axilares são exógenas e se desenvolvem na axila das folhas, ou seja, onde a face superior do primórdio foliar se confunde com o tecido do caule. A folha, em cuja axila se forma a gema, chama-se folha tectriz.

MERISTEMAS SECUNDÁRIOS

Com origem em células já diferenciadas ("especializadas") que readquirem secundariamente a capacidade de divisão, por desdiferenciação, são responsáveis pelo crescimento em diâmetro dos órgãos, raiz e caule, e pela formação dos tecidos definitivos secundários. As células são, geralmente, mais alongadas que as dos meristemas primários e possuem grandes vacúolos, o que nunca acontece com as células dos meristemas apicais.
São meristemas secundários: o câmbio vascular, ou simplesmente câmbio, meristema secundário responsável pela formação dos tecidos vasculares secundários (o xilema e o floema secundários); e o felogênio, responsável pela formação do súber ou cortiça para a parte externa e o feloderma para o interior do órgão. É importante salientar que o crescimento secundário ocorre somente em dicotiledôneas lenhosas e gimnospermas. Nas monocotiledôneas e dicotiledôneas herbáceas, este tipo de crescimento está ausente.

1. Câmbio vascular: com origem em células do procâmbio ou em células parenquimatosas dos raios medulares, localiza-se no cilindro central. Origina aos vasos de condução, xilema para dentro e floema para fora, formando aos anéis de crescimento, que somados a 1 (1º ano, quando não estava em atividade), resultam em um número que corresponde à idade do vegetal. 

2. Câmbio suberofelogênico ou felogênio: com origem em células do córtex, epiderme ou mesmo do floema, localiza-se na zona cortical, geralmente logo abaixo da epiderme. As suas células apresentam um corte transversal retangular e forma para o exterior súber, a cortiça, que irá substituir a epiderme que cai, e para o interior feloderme, um tecido de preenchimento. Ao conjunto, súber, câmbio suberofelogênico e feloderme, chama-se periderme.

Dentro de uma árvore o alburno (com o xilema funcional) fornece suporte ao tronco, conduz a seiva bruta até as folhas e armazena alimentos. O cerne é a parte do lenho que perdeu as funções de condução e reserva, pela morte e obstrução de suas células. Com o tempo, essa parte da madeira, utilizada para móveis e construções, perde água e é impregnada por óleos, resinas e gomas.

As células dos meristemas, quando param de se dividir, passam por um processo de diferenciação, especialização, transformando-se em células de tecidos permanentes ou adultos, com funções específicas.

Atenção: uma mesma árvore apresentará atividade dos meristemas primários e secundários. Suas partes verdes e flexíveis, com menos de um ano, são recobertas pela epiderme e alongam-se pela atividade dos meristemas primários. O tronco e os ramos (galhos) com mais de um ano de idade, com coloração diferente do verde e rígidos, são recobertos pelo súber e aumentam sua espessura, seu diâmetro, pela atividade dos meristemas secundários.
Os Tecidos permanentes são classificados de acordo com sua função:

1. Preenchimento ou elaboração: os parênquimas.

1.1. Clorofílico ou clorênquima ou parênquima assimilador. Suas células possuem cloroplastos e sua função é produzir, através da fotossíntese, os alimentos do vegetal.

O parênquima clorofílico paliçádico, prismático, sem espaços intercelulares e com maior número de cloroplastos, é o maior responsável pelo processo de fotossíntese. Encontra-se geralmente abaixo da epiderme superior. As células estão dispostas em uma ou mais camadas no mesófilo, entre as epidermes das folhas.
O parênquima clorofílico lacunoso apresenta menor número de cloroplastos, responsável por uma fotossíntese menos intensa, e grande número de espaços intercelulares, lacunas e meatos.

1.2. De reserva é o parênquima onde leucoplastos acumulam substâncias necessárias à sua sobrevivência futura. Geralmente não apresenta clorofila e sua cor depende das substâncias que acumula. Como a substância de reserva mais comum nos vegetais é o amido, é também chamado de parênquima amilífero.
1.3. Aqüífero é o parênquima cujas células possuem grandes vacúolos onde as plantas xerófitas, adaptadas para sobreviver em regiões muito secas, acumulam a água necessária para sobreviver aos longos períodos sem chuvas.
1.4. Aerífero é encontrado nas plantas aquáticas, no qual as células deixam, entre si, enormes espaços intercelulares por onde circula ar.

2. Revestimento:
 
2. 1. A epiderme, incolor e transparente, é o revestimento externo de raízes e caules primários, flexíveis e geralmente de cor verde, das folhas, das flores, dos frutos e das sementes. Composta por células vivas, poliédricas, aclorofiladas a exceção dos estômatos, intimamente justapostas, que formam geralmente apenas uma camada celular que, por transparência, permite visualizar a cor do parênquima clorofílico interno ao mesófilo. A cutícula a reveste, impermeabiliza e é barreira à microorganismos, sendo, portanto, análoga a queratina dos répteis, aves e mamíferos.

ANEXOS EPIDÉRMICOS:

a) Cutícula: depósito de ceras e cutinas (lipídios). 

b) Acúleos: como nas roseiras. São projeções pontiagudas das paredes celulares das células da epiderme e, portanto, facilmente destacáveis.

c) Espinhos: atrofiamentos de ramos caulinares (limoeiro) ou de folhas (cactus). Projeções pontiagudas que partem dos tecidos do interior do caule, ligadas ao cilindro central e aos vasos de condução e, portanto, dificilmente destacáveis.

d) Pêlos ou tricomas são evaginações epidérmicas, geralmente uma proteção contra a desidratação. Nas folhas dos vegetais insetívoros representam uma adaptação vantajosa para solos pobres em nitrogênio. Apresentam numerosos pelos secretores de proteases, permitindo a planta (quando "carnívora" ou "insetívora") obter compostos nitrogenados das proteínas de suas presas. 

e) Estômatos: estruturas epidérmicas, reguláveis, mais numerosas na face dorsal, voltada para o solo, das folhas. As células estomáticas aumentam de concentração pela fotossíntese absorvendo água das vizinhas, o que as torna túrgidas e conduz a abertura do ostíolo. Podem realizar transpiração, liberando vapor d’água, ou gutação liberando água sob forma líquida.

Os estômatos aqüíferos, presentes em plantas pequenas como o morangueiro e tomateiro eliminam para o meio o excesso de água e de sais minerais absorvidos pela planta. Aparecem, preferencialmente, nos bordos foliares. Também chamados de hidatódios.

2. 2. O Súber: também chamado cortiça, originário do felogênio, está presente em vegetais com crescimento em espessura.

É um tecido morto devido a intensa impregnação de suas células por um lipídio impermeabilizante denominado suberina. A morte celular determina a decomposição e eliminação do citoplasma e núcleo, restando paredes celulares que limitam cavidades repletas de ar, o que o torna um excelente isolante térmico. A PERIDERME é o conjunto de tecidos de revestimento que substituem a epiderme nos órgãos com crescimento secundário. É constituída pelo felogênio, súber (situado externamente) e feloderme (situado internamente).
Caindo a epiderme, caem também os estômatos, o súber substituirá a epiderme e as trocas com o meio passarão a ser realizadas pelas lenticelas. As lenticelas são espaços intercelulares, situados e visíveis externamente entre as células do súber, localizados no caule e raiz, como pequenos poros, que facilitam a entrada de ar da atmosfera para o interior da planta.

Ritidoma

A árvore, ao ir engrossando pela produção anual de novas camadas, vai fazendo com que o súber mais externo rache e caia, sendo substituído por um novo. As partes velhas do súber que vão se destacando da árvore recebem o nome de ritidoma (ritis = rugas). É formado por camadas envelhecidas do súber. É mais o antigo.

3. Condução:
3.1. O lenho, hadroma ou xilema é formado principalmente pelos vasos lenhosos, constituídos por células mortas, ocas, com a parede reforçada por uma substância muito resistente que é a lignina. Cada célula do xilema é denominada de elemento de vaso e se dispõem uma atrás da outra, formando tubulações contínuas (vasos condutores) por onde a água e sais (seiva bruta ou ascendente) circulam. Nas Angiospermas, os vasos condutores são formados por células que não têm parede entre si, ficando o tubo completamente aberto. São chamados de traquéias.

Nas Gimnospermas, a parede que separa uma célula da outra continua existindo, sendo a água obrigada a passar por pequenos poros ou pontuações. São chamados, então, de traqueídes. A passagem de água de uma traqueíde para outra ocorre através de suas paredes primárias (por exemplo, em traqueídes aneladas) ou através das membranas de pontuação (traqueídes com pontuações).

Os traqueídeos são mais alongados e estreitos que os elementos de vaso, possuem extremidades afiladas e são imperfurados. A água passa de traqueídeo a traqueídeo através das pontuações. Estes elementos condutores dispõem-se um ao lado do outro e as pontuações estão alinhadas de modo que a água presente nos traqueídeos inferiores, passe aos que estão acima deles. O movimento da água é lento, com atrito, uma vez que tem que atravessar a membrana da pontuação. São caracteristicos das Gimnospermas como as coníferas (pinheiros em geral).

3.2. O líber, leptoma ou floema é formado principalmente por vasos liberianos, também denominados de tubos crivados, constituídos por células alongada, vivas e anucleadas, parede celular permeável com celulose, que conduzem para o resto do corpo os alimento formados pelas partes verdes do vegetal (seiva elaborada ou descendente), isto é, água com carboidratos, vitaminas, hormônios, aminoácidos, etc ... As células foliares realizam fotossíntese e produzem hormônios que o floema distribui para todos os órgãos. Suas células são separadas entre si por paredes transversais perfuradas denominadas de placas crivadas, que permitem a comunicação de umas com as outras. Nas Angiospermas são acompanhadas lateralmente por células anexas, que nas Gimnospermas não existem.

4. Sustentação:
4.1. Colênquima, celulósico e vivo, está presente apenas em tecidos jovens e em desenvolvimento. Suas células não apresentam parede secundária nem lignificação. A principal característica das células colenquimáticas é o espessamento irregular das paredes primárias. O colênquima também possui a capacidade de formar um tecido de cicatrização. A função do colênquima é dar flexibilidade aos órgãos em que ele está presente. As paredes celulares das células de colênquima são ricas em pectina, o que confere a flexibilidade. Ele ocorre em regiões marginais, ou seja, sempre na periferia do órgão.

4.2. Esclerênquima, lignificado e morto, tem a função de dar sustentação rígida a órgãos adultos. Suas células, na maturidade, geralmente apresentam parede secundária e os protoplastos podem estar ausentes. Sua parede secundária pode possuir até 35% de lignina. O esclerênquima possui dois tipos celulares distintos: as esclereídes (ou escleritos) e as fibras. As esclereídes são células pequenas que se apresentam imersas no parênquima. Eles vão conferir rigidez a este tecido. É devido à presença das esclereídes que a casca das nozes, o tegumento de algumas sementes e os caroços de algumas frutas são rígidos. São reconhecidos vários tipos de fibras de acordo com sua forma. As fibras xilemáticas são células de esclerênquima que acompanham o xilema, dando sustentação aos elementos traqueais.

Muita atenção: as características dos tecidos vegetais provém das características de suas células e, principalmente, da composição química das suas paredes celulares. A presença de celulose indicará permeabilidade e flexibilidade e, como consequência, um tecido vivo (parênquimas, colênquima e floema). A presença de lignina indicará impermeabilidade e rigidez e, como conseqüência, um tecido morto (esclerênquima e xilema).
Utilize esta afirmativa para entender a expressão "fazer papel é deslignificar a madeira".


Testes:

1. (UEPB - Universidade Estadual da Paraíba - Área II - Vestibular 2008) Nos vegetais vamos encontrar diversos tipos de tecidos; um deles é formado por células capazes de se multiplicar ativamente por mitose, dando origem aos outros tipos. Estamos nos referindo
a) à epiderme.
b) aos parênquimas.
c) aos colênquimas.
d) aos esclerênquimas.
e) aos meristemas.


2. (FCMMG - Medicina - 2007)

Quem já passou pelo interior de Goiás e experimentou do “empadão goiano” sabe que se trata do palmito da Gariroba, ou seja, a parte mais tenra e jovem localizada na porção central do ápice da planta. Com relação ao tipo de tecido ali encontrado, podemos afirmar, EXCETO:
A) É um tecido embrionário, conhecido como meristema.
B) Suas células são pequenas em função das sucessivas divisões mitóticas.
C) Por se tratar de células indiferenciadas, podem ser usadas em processos de clonagem vegetal.
D) Esse tecido é exclusivo daquela região, não sendo encontrado em outra parte da planta.


3. (UFES - 2007/2 - Prova Discursiva Específica da 2ª Etapa) O corpo da planta começa a se diferenciar durante a formação da semente, logo após a fecundação. Nesta fase embrionária, surgem células poliédricas com parede celular fina e bastante flexível, e citoplasma denso com pequenos vacúolos. São as chamadas células meristemáticas. Descreva os meristemas primários das angiospermas, evidenciando os tecidos primários formados diretamente por eles.


4. (UFRGS 2008) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do parágrafo abaixo, na ordem em que aparecem.
A ........ das plantas é composta por diferentes estruturas que fazem parte do seu sistema de revestimento ou proteção. Nela podem ser encontrados o ........ e o ........ , que atuam no controle da perda de água pela planta.
(A) periderme - estômato - câmbio
(B) epiderme - câmbio - espinho
(C) periderme - acúleo - tricoma
(D) protoderme - acúleo - espinho
(E) epiderme - estômato - tricoma


5. (UFJF - PISM II - Triênio 2006-2008. 18/12/2007) Visando demonstrar o papel desempenhado pelas folhas de um vegetal, um professor de botânica montou o seguinte experimento: destacou folhas de uma determinada espécie e, imediatamente, fez pesagens sucessivas das mesmas, cujos resultados são apresentados no Gráfico 1. Também acompanhou a variação da temperatura das folhas destacadas e de folhas não destacadas, repetindo esse processo ao longo de 110 minutos, como apresentado no Gráfico 2. Considere que todas as folhas possuíam a mesma área foliar e estavam dispostas de forma a receber a mesma quantidade de luz solar.

a) Que processo fisiológico pode ser ilustrado com esse experimento? Qual sua importância para as plantas?
b) Que estruturas epidérmicas estão envolvidas no controle do processo fisiológico ilustrado?
c) Qual é a explicação para o aumento da temperatura observado nas folhas destacadas
(Gráfico 2)?


6. (UNIOESTE 2005/1) Referente aos tecidos vegetais, considere as colunas I e II e assinale a(s) alternativa(s) em que todas as associações estão corretas.

(01) a2, b3, c4, d1
(02) a3, b2, c1, d5
(04) a3, b4, c5, d6
(08) a3, b2, c6, d5
(16) a2, b3, c5, d6
(32) a2, b3, c1, d6
(64) a5, b6, c3, d5.


7. (UEM - Inverno 2007 - Prova 3 - Conhecimentos Específicos) Considerando a análise ao microscópio de uma lâmina contendo o corte transversal de uma folha, assinale a alternativa incorreta sobre as células e sobre os tecidos observados.
A) Epiderme formada por células justapostas com parede celular externa espessa.
B) Células parenquimáticas com paredes finas e cloroplastos.
C) Tecido meristemático constituído por células vivas e lignificadas.
D) Xilema formado por células lignificadas.
E) Floema formado por células não-lignificadas.


8. (UEL PR - Vestibular 2008 - 2ª FASE) Com base, ainda, na figura e nos conhecimentos sobre o tema, analise as afirmativas a seguir:
I. Os cromoplastos contêm pigmentos carotenóides e podem ter função na atração de insetos e outros animais essenciais para a polinização cruzada e dispersão de frutos e sementes.
II. A parede celular determina a estrutura da célula, a textura dos tecidos vegetais e muitas características importantes, que permitem reconhecer as plantas como organismos. Todas as células vegetais têm uma parede primária e muitas têm uma parede secundária.
III. As paredes primárias contêm hemicelulose, mas aparentemente não possuem pectinas e glicoproteínas. A lignina pode também estar presente nas paredes secundárias, mas é especialmente característica de células com parede primária e tem por função conferir resistência e rigidez à parede.
IV. Devido à presença de pectinas, as paredes secundárias são muito hidratadas, tornando-se mais plásticas. As células ativamente em divisão ou em alongamentos geralmente têm somente paredes secundárias.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas.
a) I e III.
b) II e IV.
c) I e II.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.


9. (URCA - Universidade Regional do Cariri - CE - 2008.1) É função do xilema:
a) Sustentação das plantas
b) Fotossíntese
c) Preenchimento
d) Transporte de seiva elaborada
e) Transporte de seiva bruta


10. (FGV, Economia - 2005/1) Assinale a alternativa que contém os termos que preenchem, correta e respectivamente, os espaços do texto. Com o auxílio de uma lupa, um aluno observou que os pulgões que parasitavam os brotos e botões florais de uma determinada planta o faziam introduzindo o estilete de seu aparato bucal no tecido vegetal. Observou ainda que uma gotícula era expelida pelo ânus do pulgão. Intrigado, o estudante realizou o seguinte experimento: enquanto o pulgão se alimentava, matou-o com éter e separou o corpo da cabeça, tomando o cuidado para que o estilete do aparato bucal permanecesse enfiado no tecido vegetal. Observou que gotículas continuavam sendo expelidas pela porção final do estilete. Este experimento demonstrou que o estilete atingiu o _______ e que, no tecido parasitado pelo pulgão, a pressão osmótica é ________ que nas folhas adultas.
a) floema … menor
b) floema … maior
c) xilema … menor
d) xilema … maior
e) xilema … a mesma


11. (CG UNIRIO 2005) Uma relação harmônica interessante é a que ocorre entre os insetos afídios - os "pulgões" e as formigas: O pulgão é um ectoparasita vegetal que se alimenta introduzindo seu estilete ou aparelho bucal no caule de uma planta. Ao perfurar um vaso condutor de seiva, esta, devido à pressão no interior do vaso, é jorrada para dentro do corpo do inseto e sai pelo ânus (figura abaixo). Fonte: TURVES, W; SAVDA,D; ORIANS,G,H; HELLER,C.Vida, a Ciência da Biologia. Porto Alegre: ARTMED, 2002.

As formigas ficam sobre os pulgões, recolhendo este líquido e protegendo-os das joaninhas e outros insetos predadores. A estrutura vegetal que os pulgões conseguem perfurar e o produto obtido são, respectivamente:
a) vasos lenhosos e seiva elaborada.
b) tubos crivados e seiva bruta.
c) xilema e seiva elaborada.
d) elementos de vasos e seiva bruta.
e) vasos liberianos e seiva elaborada.


12. (UPF 2005/1) Na figura abaixo estão indicadas estruturas de uma folha em corte transversal.

Marque a alternativa que relaciona corretamente cada número com a respectiva função.
a) I - absorção de nitrogênio do ar; II e III - absorção e condução de seiva.
b) I, II e III com função de fotossíntese.
c) I - proteção contra a poluição do ar; II - fotossíntese; III - evapotranspiração.
d) I - fixação dos grãos de pólen; II - respiração celular; III - sustentação.
e) I - transpiração e trocas gasosas; II - fotossíntese; III - condução de seiva.


13. (PSS UF Alagoas 2005/1) Removeu-se um anel da casca do tronco de uma árvore. Após um tempo, houve a formação de um espessamento logo acima do anel. Explique o que causa esse espessamento.


14. (UFMT 2005) Do barbatimão, planta com ampla distribuição nos cerrados, usa-se, por suas propriedades adstringentes, a casca do tronco para preparação de infusões. As árvores das quais é retirado o anel completo do súber do tronco estão fadadas à morte. Por quê?
A) O transporte da seiva bruta até às folhas é interrompido.
B) A árvore tem seus vasos líberos lenhosos cortados, impedindo a passagem da seiva bruta e da elaborada para o interior da planta.
C) As estruturas de oxigenação das células são eliminadas.
D) O processo de fotossíntese não se realiza devido à interrupção do fluxo de água.
E) O transporte da seiva elaborada das folhas até às raízes é interrompido.


15. (PUCRS 2005/1) O taxol, derivado da árvore do teixo do Pacífico, foi descoberto por uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, cujo objetivo era identificar 35 mil espécies diferentes de plantas na busca de compostos úteis para a saúde humana. Conhecer genes e seus derivados produz muitos benefícios. No Brasil, a Embrapa desenvolve desde 2002 o Projeto Genolyptus, que já apresenta resultados em seu objetivo de seqüenciar o genoma do eucalipto para conhecer genes responsáveis pela organização dos tecidos vegetais a fim de acentuar a produção de madeira. Nos caules de onde se extrai a madeira, como os do eucalipto, a seiva circula no interior de longas células em forma de finos canais, denominados vasos _________. Por sua vez, os vasos _________ conduzem a seiva elaborada e situam-se numa estreita faixa externa nos caules. Os que conduzem a seiva bruta e em conjunto formam o lenho são chamados de vasos lenhosos. Esses vasos têm paredes grossas e reforçadas por uma substância muito resistente, a _________. O lenho, que compõe a maior parte da espessura do caule, é utilizado pelo homem como madeira.
A) condutores ___ liberianos ___ suberina
B) condutores ___ liberianos ___ lignina
C) parenquimais ___ liberianos ___ suberina
D) parenquimais ___ condutores ___ lignina
E) parenquimais ___ condutores ___ suberina


16. (FUVEST 2005_2) Os esquemas representam cortes transversais de regiões jovens de uma raiz e de um caule de uma planta angiosperma. Alguns tecidos estão identificados por um número e pelo nome, enquanto outros estão indicados apenas por números.

Com base nesses esquemas, indique o número correspondente ao tecido
a) responsável pela condução da seiva bruta.
b) responsável pela condução da seiva elaborada.
c) constituído principalmente por células mortas, das quais restaram apenas as paredes celulares.
d) responsável pela formação dos pêlos absorventes da raiz.


17. (UECE - Vestibular 2008.1 - 2ª Fase) Com relação às células e tecidos das plantas vasculares, são feitas as seguintes afirmações, numeradas de 1 a 6.
1. Na periderme das plantas vasculares podem ser encontrados estômatos e tricomas.
2. O xilema é responsável pelo transporte de alimentos dissolvidos.
3. O floema encontra-se relacionado à condução de água e solutos, sendo responsável pelo movimento ascendente.
4. Os nectários florais e extra-florais são exemplos de estruturas secretoras.
5. As células do esclerênquima apresentam paredes celulares espessas e, geralmente, lignificadas.
6. O conjunto xilema-floema forma um sistema vascular contínuo que percorre a planta inteira.
Assinale o correto.
A) Apenas as afirmações 1, 4, 5 e 6 são verdadeiras.
B) Apenas as afirmações 3, 4 e 5 são verdadeiras.
C) Apenas as afirmações 2, 3 e 6 são verdadeiras.
D) Apenas as afirmações 4, 5 e 6 são verdadeiras.


18. (UFPI 2008- Prova Específica - GRUPO I) Os principais tecidos das plantas vasculares estão agrupados em unidades maiores conhecidas como sistemas de tecidos, são facilmente reconhecíveis, muitas vezes a olho nu. No corpo vegetal, observamos três sistemas de tecidos presentes nos órgãos vegetativos que revelam a similaridade básica entre eles, bem como a continuidade do corpo da planta. Com relação aos sistemas e à presença de determinados tipos celulares nos órgãos vegetais, coloque V (verdadeiro) ou F (falso).
1 ( ) Estômatos apresentam grande importância nas trocas gasosas e no processo de transpiração da planta, sendo as células guardas responsáveis pelo movimento de abertura e fechamento do ostíolo.
2 ( ) A periderme formada por súber-felogênio-feloderme é o tecido de revestimento em órgãos que apresentam crescimento primário
3 ( ) Xilema e floema são os tecidos condutores no vegetal. Os tipos celulares básicos de cada um desses tecidos são, respectivamente, elementos do tubo crivado e elementos de vaso.
4 ( ) O parênquima é o mais comum dos tecidos fundamentais, pode ser de vários tipos, dependendo da função principal que ele exerce. No parênquima de reserva, são armazenadas substâncias nutritivas como amido e cloroplastos; no parênquima aqüífero, é armazenada água e, no parênquima amilífero, é armazenado ar.


19. (UEPB - Universidade Estadual da Paraíba - Área II - Vestibular 2008) No esquema abaixo, os segmentos delimitados por letras indicam processos fisiológicos das angiospermas. Identifique-os, de acordo com a figura.




20. (UEL 2005) A peroba-rosa (Aspidosperma polyneuron), símbolo presente no logotipo da Universidade Estadual de Londrina, foi intensamente explorada pela construção civil no início do povoamento de Londrina, devido à rigidez e à qualidade da madeira. Com relação à constituição do tronco de uma árvore, considere as afirmativas a seguir.
I. Os três tecidos mais periféricos no tronco de uma árvore são: câmbio, floema e casca.
II. O tecido encontrado no centro do tronco é formado por vasos lenhosos mais antigos.
III. O tecido adjacente ao câmbio vascular apresenta vasos lenhosos ainda em atividade.
IV. O alburno, diferentemente do cerne, é duro e resistente ao ataque de decompositores.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I e IV.
b) II e III.
c) II e IV.
d) I, II e III.
e) I, III e IV.


21. (UDESC - 2007/2 - 1ª Fase - 1ª Etapa) A respeito da condução de seiva bruta nas angiospermas é correto afirmar que:
a) a seiva bruta é transportada por meio de elementos traqueais do xilema das raízes até
as folhas.
b) a seiva bruta é conduzida por uma corrente descendente por meio do floema, ao longo
da planta.
c) a seiva bruta é transportada da raiz até as folhas, pelos elementos crivados do xilema.
d) a transpiração nas folhas estimula o transporte de seiva bruta, que é conduzida por meio
de elementos traqueais do floema.
e) a seiva bruta é transportada das folhas até as raízes pelos elementos traqueais do xilema.


22. (PAIES/UFU - 2ª Etapa - Subprograma 2006-2009) A figura abaixo ilustra os processos de condução de seiva bruta e seiva elaborada nas dicotiledônias e gimnospermas.

Adaptada de: CÉSAR da S. J. e SEZAR, S. Biologia. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 462.
Sobre esse assunto, analise a figura acima e marque para as alternativas a seguir (V) verdadeira, (F) falsa ou (SO) sem opção.
1 ( ) A condução da seiva elaborada pelos vasos liberianos (A) é denominada translocação. Essa condução ocorre devido a um gradiente decrescente de concentração desde o local onde a seiva foi produzida (baixa concentração) até o local em que é consumida (alta concentração).
2 ( ) O fluxo de substâncias orgânicas nos vasos liberianos ocorre ao longo de todo o dia, porém com maior velocidade durante à noite.
3 ( ) A condução vertical da seiva bruta nos vasos lenhosos (B) depende de uma combinação de fatores: a coesão entre as moléculas do líquido e a sua adesão às paredes dos vasos; a pressão positiva da raiz; a sucção exercida pelas folhas.
4 ( ) O processo fisiológico (C) é denominado transpiração. Por meio desse processo, a planta regula a perda de água para o meio ambiente.


23. (UFPEL - Processo Seletivo Inverno 2007) Os nutrientes minerais presentes no solo são absorvidos pelas raízes das plantas em solução aquosa, por meio dos pêlos absorventes. Em plantas herbáceas, as regiões mais velhas das raízes também fazem absorção de água, o mesmo acontecendo em zonas parcialmente suberificadas das raízes de arbustos e árvores. Feita a absorção pela raiz, na zona pilífera ou não, as soluções com os solutos minerais seguem até o lenho, onde iniciam um deslocamento vertical para chegar à copa.

SILVA Jr., C.; SASSON, S. Biologia. São Paulo: Ed. Saraiva. 2003. [adapt.].

Com base nos textos e em seus conhecimentos, é correto afirmar que
(a) as soluções aquosas percorrem o caule até a copa das árvores devido à ação do processo de transpiração nas folhas e das forças de coesão e tensão que ocorrem no interior dos vasos condutores da seiva elaborada (floema) (D).
(b) as soluções aquosas podem passar de célula para célula (B) pelas paredes, até atingir o xilema
(D). Esse percurso é feito livremente, sem a necessidade de osmose e difusão, processos que envolvem gasto de energia.
(c) o deslocamento das soluções aquosas através dos espaços intercelulares (A) é mais rápido e direto. As soluções atingem as células de passagem da endoderme (C) e então passam para os vasos lenhosos (xilema) (D).
(d) o deslocamento das soluções aquosas através dos plasmodesmos das células (A) é mais rápido e direto. As soluções atingem as células de passagem do córtex (C) e posteriormente passam para os vasos lenhosos (xilema) (D).
(e) as soluções aquosas percorrem o caule até a copa das árvores devido à ação do processo de capilaridade, em que a água se desloca para cima ao passar pelos vasos bem finos formados por vasos liberianos (floema) (D).
(f) I.R.


24. (Unesp - Vestibular 2008 - PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS) Na casa de Pedrinho, a caixa d’água mantinha-se suspensa por quatro grandes pilares. Ao lado da caixa d’água, um abacateiro tinha a mesma altura, o que fez Pedrinho pensar: “Se, para abastecer as torneiras da casa, a caixa tinha que ficar a certa altura, de tal modo que a água fluísse pela ação da gravidade, como o abacateiro resolvia o problema de transportar a água do solo para as folhas, contra a ação da gravidade?”
Explique como a água do solo pode chegar às partes mais altas da planta.


25. (UFTM - UF do Triângulo Mineiro - CG - VESTIBULAR DE INVERNO 2007 - PRIMEIRA FASE) A figura representa a hipótese mais aceita para explicar o mecanismo de condução da seiva orgânica nas plantas vasculares.

Na figura, o número
(A) 1 corresponderia às folhas, e a interrupção do fluxo em 2 determinaria a morte das raízes, representadas em 3.
(B) 2 corresponderia ao xilema, e lesões nesse tecido representariam a morte das folhas, representadas em 3.
(C) 3 corresponderia às raízes, que enviam seiva orgânica para os demais tecidos através do floema, representado pelo fluxo em 4.
(D) 4 corresponderia ao floema, através do qual as raízes, representadas em 1, recebem os açúcares sintetizados em 3.
(E) 5, que aponta para as paredes dos balões 1 e 3, corresponderia ao esclerênquima, o principal tecido de sustentação nos vegetais, sem o qual não haveria suporte físico para os fluxos representados em 2 e 4.


26. (UEPG - UE de Ponta Grossa - PR - 1º Concurso Vestibular de 2008) O estudo da morfologia vegetal, mediante a descrição da anatomia interna e microscópica das estruturas vegetais, procura mostrar a distribuição dos diferentes tecidos na estrutura dos órgãos. Isso favorece o entendimento de que as características de adaptação e as funções dos diferentes órgãos estão diretamente relacionadas à organização de seus tecidos. Com relação à morfologia do caule, assinale o que for correto.
01) Nas gimnospermas, o aspecto do caule é muito uniforme, destacando-se, no cilindro vascular, as traqueídes, que formam os anéis anuais. Eles permitem o cálculo dos anos de vida da planta. Durante a época em que a água é abundante, as traqueídes formadas são grandes e constituem um largo anel escuro (lenho estival). Nas estações mais secas, as traqueídes formam um anel mais claro e estreito (lenho primaveril). Cada ano de vida da planta é representado pela soma de um anel claro e um escuro.
02) Na região do córtex entra em atividade um meristema secundário, o felogênio, que permite à casca acompanhar o crescimen-to do cilindro central. Em direção à periferia, o felogênio produz células suberificadas, que se destacam em placas, o ritidoma, quando o caule se encontra em ativo crescimento. Isso é bem visível em jabuticabeiras, eucaliptos, goiabeiras e muitas outras plantas.
04) Logo abaixo do ápice de uma gema, após a zona de alongamento, pode-se observar, em cortes transversais, a organização dos tecidos condutores no caule, o qual se apresenta diferente nas monocotiledôneas e nas dicotiledôneas. Nas monocotiledôneas, os caules são geralmente finos, sem muito crescimento em espessura, e seus feixes vasculares ficam dispostos irregularmente num parênquima de preenchimento, de aspecto bem homogêneo. Nas dicotiledôneas há um cilindro vascular que forma quase toda a espessura do caule, e seus feixes vasculares estão dispostos em anel.
08) Um caule pode ser identificado pela presença de gemas, que dão origem a ramificações, botões florais e até raízes. A gema é um meristema protegido por primórdios de folhas em forma de pequenas e delicadas escamas.


27. (PUCPR Janeiro 2005) Os parênquimas têm como função geral preencher espaços internos de raízes, caules e folhas. Por isso, são chamados de tecidos de preenchimento. Contudo, desempenham também outras funções, dependendo da sua localização na planta. Baseado nessa premissa, assinale a alternativa que contém somente tipos de parênquima:
A) aerífero, aqüífero, clorofiliano e suberificado.
B) aqüífero, suberificado, cortical e amilífero.
C) colênquima, aerífero, aqüífero e clorofiliano.
D) clorofiliano, amilífero, aerífero e aqüífero.
E) aqüífero, suberificado, amilífero e medular.


28. (UPF 2007/1) Os meristemas são tecidos embrionários dos quais resultam os outros tecidos da planta. Com relação aos meristemas primários, é correto afirmar:
a) O periblema forma a epiderme.
b) O pleroma origina o cilindro central.
c) O caliptrogênio, meristema exclusivo do caule, origina a epiderme.
d) O dermatogênio forma os parênquimas.
e) São responsáveis pelo crescimento em espessura.


29. (FFFCMPA 2007) Com relação à organologia vegetal, considere as seguinte afirmativas:
I. Os elementos de vaso se originam de células cilíndricas dotadas de paredes reforçadas, que morreram durante a diferenciação e são as principais estruturas condutoras de seiva bruta nas angiospermas;
II. Os tecidos vegetais responsáveis pelo crescimento são denominados parênquimas;
III. O câmbio interfascicular e o felogênio são tecidos meristemáticos secundários;
IV. Nas folhas, o mesófilo é composto pelo parênquima paliçádico e lacunoso, localizado entre as faces adaxial e abaxial;
V. A epiderme, córtex e o cilindro central constituem os tecidos de revestimento e de sustentação das plantas.
Assinale a alternativa correia.
a) Apenas I. II e III são verdadeiras.
b) Apenas I. III e IV são verdadeiras.
c) Apenas I, IV e V são verdadeiras.
d) Apenas II, III e V são verdadeiras.
e) Apenas II, III e IV são verdadeiras.


30. (UFPE 2007 - 2ª Etapa) Com relação a diferentes tecidos vegetais, analise as proposições abaixo.
0-0) A periderme, composta pelo feloderme, felogênio e súber, substitui a epiderme quando há crescimento secundário da planta.
1-1) Enquanto nos caules de gimnospermas a disposição dos feixes vasculares é difusa, nos caules das angiospermas tais feixes têm disposição regular em forma de anel.
2-2) O aumento de espessura do caule em certas plantas pode provocar o rompimento do súber, o qual se desprende com outros tecidos mortos, compondo, então, o chamado ritidoma.
3-3) Os feixes liberolenhosos ficam mergulhados no parênquima, tendo, nesses feixes, o xilema a localização interna, e o floema, a localização externa.
4-4) O câmbio vascular está relacionado com o crescimento primário da planta, e o meristema fundamental determina o crescimento secundário da planta (em espessura).


31. (FURG - Processo Seletivo 2008) Relacione os tecidos vegetais enumerados na coluna 1 com as características apresentadas na coluna 2.

(1) Colênquima
(2) Esclerênquima
(3) Floema
(4) Xilema

( ) Tecido de condução formado por células mortas na maturidade, apresentem paredes reforçadas principalmente por lignina.
( ) Tecido de sustentação formado por células vivas na maturidade, que apresentam paredes reforçadas principalmente por celulose.
( ) Tecido de sustentação formado frequentemente por células mortas na maturidade, que apresentam paredes reforçadas principalmente por lignina.
( ) Tecido de condução formado por células vivas na maturidade, que apresentam paredes reforçadas principalmente por celulose.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência numérica correta, quando lida de cima para baixo
A) 2, 1, 3, 4.
B) 3, 1, 2, 4.
C) 4, 2, 1, 3.
D) 4, 1, 2, 3
E) 3, 2, 1, 4.


32. (UPE - Biologia II - Vestibular 2007) Sobre tecidos vegetais, analise as afirmativas a seguir e conclua. Assinale, na coluna I, as afirmativas verdadeiras e, na coluna II, as falsas.
I II
0 0 O colênquima é um tecido formado por células alongadas, vivas e flexíveis localizadas na periferia de caules jovens, pecíolos e pedúnculos de flores e frutos.
1 1 O floema é o principal tecido responsável pela produção de papel e largamente empregado na construção civil e na marcenaria.
2 2 O xilema é um tecido responsável pela condução da seiva mineral. Suas células se caracterizam pela impregnação de lignina nas suas paredes e pela presença da placa crivada.
3 3 O parênquima é um tecido de preenchimento, cujas células se especializaram no processo de armazenamento e/ou fotossíntese.
4 4 Os meristemas apicais são tecidos com grande atividade mitótica, sendo responsáveis pelo crescimento tanto em altura como em espessura.


33. (UFSC 2007) As plantas são seres vivos pluricelulares e organizados que apresentam diferentes tecidos. Com relação aos tecidos vegetais, assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S).
01. Em plantas vasculares, o tecido condutor especializado na condução da seiva bruta é o floema e, na condução da seiva elaborada, é o xilema.
02. Os tecidos meristemáticos são formados por células diferenciadas que, por desdiferenciação destas células, originam todos os demais tecidos da planta.
04. O colênquima e o esclerênquima constituem os tecidos de sustentação do vegetal.
08. Os tecidos parenquimáticos executam numerosas tarefas, tais como o preenchimento de espaços, a realização da fotossíntese e o armazenamento de substâncias.
16. As cactáceas apresentam parênquima aerífero bem desenvolvido. Já as plantas aquáticas, como, por exemplo, o aguapé, apresentam o parênquima aqüífero bem desenvolvido.


34. (UFJF - Módulo I do PISM - triênio 2006-2008) Nas plantas são encontrados diversos tipos de tecidos, cujas funções estão relacionadas à conquista do ambiente terrestre. Analise as afirmativas abaixo que trazem informações sobre esses tecidos.
I. O xilema, constituído de células vivas na maturidade, é o tecido de condução de água e minerais das folhas para as raízes.
II. Os parênquimas são tecidos que desempenham várias funções nas plantas, como reserva e assimilação (fotossíntese), sendo os parênquimas de reserva desprovidos de cloroplastos.
III. A cutícula é um tecido que aumenta a permeabilidade das folhas, intensificando as trocas gasosas.
IV. Os caules e as raízes jovens apresentam a epiderme como tecido de proteção e revestimento, que é substituída no crescimento secundário pela periderme.
V. O esclerênquima é um dos tecidos de sustentação das plantas, apresentando fibras resistentes, como as extraídas da juta e do sisal.
Assinale a opção que apresenta somente afirmativas CORRETAS.
a) I, II e III
b) I, II e V
c) II, IV e V
d) II, III e IV
e) III, IV e V


35. (UF Acre - Processo Seletivo - Vestibular - 2007) O desenvolvimento de um sistema vascular e de revestimento foi fundamental para a conquista do ambiente terrestre pelas plantas. Sobre isso, considere as afirmações:
I. O xilema é responsável pela condução de água e íons minerais e o floema é responsável pela translocação de nutrientes orgânicos produzidos pela fotossíntese.
II. O esclerênquima promove a sustentação das plantas e é constituído por células mortas que apresentam a parede primária bem espessada, e os espessamentos são distribuídos de maneira desigual nas paredes.
III. A epiderme é provida de cutícula, para evitar a desidratação.
São corretas as afirmativas:
(A) II
(B) I, II e III
(C) I e III
(D) I
(E) I e II


36. (UEPB - Prova de Biologia - 2007) Comparando-se as estruturas vegetais abaixo indicadas (I, II, III, IV e V) com estruturas animais, podem-se estabelecer algumas analogias, de acordo com a função que exercem.
I. Súber
II. Vasos liberianos
III. Colênquima
IV. Esclerênquima
V. Parênquima
A analogia encontra-se estabelecida em:
a) I- não há correspondência; II- capilares sanguíneos; III- pele; IV- ossos; V- cartilagens
b) I- epitélio; II- veias; III- ossos; IV- cartilagens; V- músculos
c) I- anexos da epiderme; II- artérias; III- ossos; IV- cartilagens; Vmembranas
d) I- pele; II- vasos sanguíneos; III- músculos; IV- ossos; V- glândula
e) I- pele; II- capilares sanguíneos; III- cartilagens; IV- ossos; V- glândula


37. (PUC PR - Processo Seletivo Novembro 2006) Os reforços apresentados pelas paredes dos vasos lenhosos (anelados, espiralados, etc.) têm por função:
A) Impedir o colapso dos vasos, quando a transpiração é intensa.
B) Agir como mola, controlando o crescimento dos vasos.
C) Aumentar a superfície respiratória dos vasos.
D) Impedir, como válvulas, a descida da seiva.
E) Determinar uma ascensão em espiral, da seiva.


38. (UF São Carlos - SP - Vestibular 2007) Nas angiospermas, a condução da seiva bruta (água e sais minerais) ocorre das raízes até as folhas, as quais podem estar situadas dezenas de metros acima do nível do solo. Nesse transporte estão envolvidos
(A) elementos do xilema, no interior dos quais as moléculas de água se mantêm unidas por forças de coesão.
(B) elementos do floema, no interior dos quais as moléculas de água se mantêm unidas por pressão osmótica.
(C) elementos do parênquima, dentro dos quais as moléculas de água se mantêm unidas por pressão osmótica e forças de coesão.
(D) elementos do parênquima e floema, dentro dos quais as moléculas de água se mantêm unidas por forças de coesão.
(E) elementos do xilema e do floema, dentro dos quais as moléculas de água se mantêm unidas por pressão osmótica.


39. (UFMS - Vestibular Inverno 2007 - Segunda Etapa - Biológicas) As plantas aquáticas com flores são bastante freqüentes nos lagos e rios brasileiros. Possuem grande importância ecológica, uma vez que oxigenam a água, participam da ciclagem de nutrientes, são fontes de alimento para diversos animais, entre outros aspectos. Algumas possuem alta capacidade de multiplicação e, por isso, às vezes, podem tornar-se um problema para a navegação e as barragens de usinas. Outras são úteis como bioindicadoras, e outras ainda podem ser utilizadas para tratamento de esgotos e despoluição de ambientes contaminados. Sobre essas plantas aquáticas, assinale a(s) proposição(ões) correta(s).
(001) Possuem parênquima aerífero (aerênquima) bem desenvolvido.
(002) Possuem raízes fixas ao substrato ou livres, flutuantes.
(004) Não possuem estômatos.
(008) Não possuem xilema e floema.
(016) Reproduzem-se apenas de forma assexuada.
(032) Possuem folhas submersas com cutícula espessa.


40. (UFAM - Processo Seletivo Macro - PSM 2008. Prova de Conhecimentos Gerais II) Existem plantas xerófilas ou xerófitas, adaptadas a climas quentes e secos. Essas plantas possuem:
a) Epiderme dotada de cutícula espessa, rica em ceras impermeabilizantes ou em pêlos que ajudam a reter a umidade do ar.
b) Estômatos grandes dentro da cavidade da folha (criptas).
c) Raízes pouco desenvolvidas, que aproveita a água das chuvas.
d) Tecidos especiais sem função de armazenar água.
e) As folhas são transformadas em espinhos aumentando a superfície relativa da planta.



GABARITO



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