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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

The sea-level highstand correlated to marine isotope stage (MIS) 7 in the coastal plain of the state of Rio Grande do Sul, Brazil. 

An. Acad. Bras. Ciênc. [online]. 2014, vol.86, n.4, pp. 1573-1595.  Epub Dec 09, 2014. ISSN 0001-3765.  http://dx.doi.org/10.1590/0001-3765201420130274.

A planície costeira do estado do Rio Grande do Sul, no sul do Brasil, inclui quatro sistemas deposicionais do tipo laguna-barreira formados por sucessivas transgressões marinhas do Quaternário, correlacionadas aos estágios isotópicos marinhos (MIS) 11, 9, 5 e 1, apesar da escassez de idades absolutas. Este estudo descreve um máximo transgressivo marinho mais antigo que o MIS 5, com base na estratigrafia, datações e fósseis encontrados na fácies marinho raso de uma barreira costeira (Barreira II).

Esta fácies encontra-se exposta ao longo das barrancas do Arroio Chuí, é composto por areia quartzosa fina, bem-selecionada, com icnofósseis Ophiomorpha nodosa e Rosselia sp., e conchas de moluscos. O registro sedimentar indica agradação da costa seguida por regressão do nível do mar e progradação da linha de costa. Datações por termoluminescência (TL) e ressonância do spin do elétron (ESR) em sedimentos e conchas fósseis indicam uma idade de ∼220 ka para o final desta transgressão, correlacionando-a, portanto, ao MIS 7 (sub-estágio 7e). Dados altimétricos indicam amplitude máxima de aproximadamente 10 metros acima do nível atual do mar, mas processos tectônicos podem estar envolvidos. Condições paleoceanográficas à época da transgressão e correlações com outros depósitos da costa brasileira também são discutidos.
Keywords : Barreira II; Arroio Chuí; MIS 7; Pleistoceno; Paleoceanografia.
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