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quarta-feira, 18 de março de 2015

PROCESSOS DE FOSSILIZAÇÃO



Recristalização: Ocorre quando há modificações na estrutura cristalina do animal original, a composição química permanece a mesma.
Exemplo: a conversão da aragonita das conchas de moluscos em calcita; Sempre que ocorre recristalização há a destruição das microestruturas.

Incrustação: As substâncias transportadas pela água cristalizam-se na superfície da estrutura, revestindo-a por completo, preservando assim a parte dura. Este é o processo de fossilização que ocorre geralmente com organismos mortos ou transportados para cavernas. Os animais morrem, a parte orgânica desaparece e então os ossos são incrustados de carbonato de cálcio. Além de calcita, outras substâncias podem participar deste processo como a pirita, a limonita e a sílica.

Permineralização: É um tipo de fossilização freqüente. Ocorre quando um mineral preenche os poros, canalículos ou cavidades existentes no organismo. Os ossos e troncos de árvores são muito porosos e bastante suscetíveis a essa forma de preservação. O carbonato de cálcio e a sílica são carreados pela água e penetram nessas cavidades.

A carbonificação ou incarbonização: há perda gradual dos elementos voláteis da matéria orgânica, o oxigênio, hidrogênio e nitrogênio são liberados, ficando apenas uma película de carbono. Este tipo de fossilização ocorre com maior freqüência nas estruturas constituídas por lignina, celulose, quitina e queratina. A microestrutura fica preservada e permite o estudo da anatomia dos vegetais fósseis.

Substituição – Ocorre, por exemplo, quando o carbonato de cálcio que constitui as conchas é substituído por sílica, pirita ou limonita, e até mesmo por novo carbonato de cálcio. Nesses casos, os fósseis são réplicas das conchas primitivas.

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