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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Como surgiu a margarina?
Tudo começou com um concurso instituído em 1869 por Napoleão III (1808-1873). Naquela época, a França estava afogada em uma complicada crise econômica e carente de vários gêneros alimentícios. A manteiga tornou-se tão escassa que o governo resolveu desafiar os cientistas a encontrar um substituto para ela. O vencedor foi o químico Hipollyte Mergé-Mouriès, com uma mistura à base de sebo de boi, úbere de vaca e leite, ganhando um tom perolizado – daí o nome, que vem do grego margaron, ou “brancura de pérola”. Logo depois, em 1871, apareceu a primeira fábrica do novo produto, na Holanda. Não demorou para que toda a Europa passasse a usar a margarina no dia-a-dia, mesmo com a manteiga de novo abundante.

“Com a descoberta da hidrogenação, processo no qual o óleo líquido torna-se semilíquido, a margarina tornou-se uma aliada perfeita na prevenção de doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Ana Célia Amaral Ayres Dellosso, da PUC-SP. Hoje, a margarina é produzida a partir de gordura de origem vegetal e leite, acrescidos de flavorizantes, pigmentos, estabilizadores, antioxidantes, preservativos e conservantes químicos.

A MARGARINA foi originalmente fabricada para engordar perus?
Reza a lenda que sim, e afirma que quando os perus começaram a MORRER, por conta da ingestão dela. Isto levou a que aqueles que investiram na pesquisa para criar o novo produto começassem a pensar numa utilização alternativa que lhes permitisse, no mínimo, RECUPERAR O INVESTIMENTO.
Muitos preferem acreditar que isto é uma lenda, e foi criada uma versão oficial, mais bonita, que diz que a margarina foi criada no século XIX, pelo químico francês Hippolyte Mège Mouriès, como resposta a um “concurso” criado pelo imperador Napoleão III, que teria oferecido um prêmio para quem conseguisse desenvolver uma alternativa satisfatória para a manteiga, que pudesse ser consumida pelas “forças armadas e as classes sociais mais baixas” (e quem sabe por perus) — a ELITE, claro, continuaria a consumir a manteiga.
O fato é que, quando surgiu, a MARGARINA ERA UMA MISTURA DE SEBO DE VACA, LEITE DESNATADO, PARTES MENOS NOBRES DO PORCO E DA VACA E BICARBONATO DE SÓDIO. Hoje em dia, seu processo de produção é mais complexo e inclui o uso de solventes de petróleo, comumente o hexano, pelo baixo custo, o ácido fosfórico e a soda, resultando numa substância marrom e malcheirosa, que após o tratamento com ácidos clorídrico ou sulfúrico, passando por altas temperaturas e catalisação com níquel, que deixa o produto parcialmente hidrogenado. A isto se adiciona corantes, e aquilo que era uma substância branca, torna-se apetecível para o consumo humano e, e para muitos, se tornou uma alternativa mais barata e um substituto para a manteiga.
E qual é realmente a DIFERENÇA ENTRE MANTEIGA E MARGARINA?
Vejamos:
— Ambas têm a mesma quantidade de calorias.
— A manteiga tem um pouco mais de gorduras saturadas. Diz-se que 8 gramas contra 5 gramas da margarina.
— De acordo com um estudo da Harvard Medical, comer margarina pode aumentar em 53% as doenças cardíacas em mulheres, relativamente àquelas que comem a mesma quantidade de manteiga, devido a presença de GORDURA TRANS, na margarina, que é mais perigosa para o coração, que a gordura saturada, segundo pesquisas semelhantes. Levando em consideração somente este malefício, se colocaram no mercado marcar de margarina que afirmam não conter gordura trans.
— O Jornal Estado de São Paulo, publicou em 14 de novembro de 1999, matéria em que alertava para o fato de que a gordura da margarina causaria mais danos à saúde que a gordura saturada — isto, segundo o FDA, órgão americano de fiscalização de alimentos e remédios. A revista Exame, publicou também de 1999, um extenso artigo alertando sobre os perigos desse produto e falando das implicações que as poderosas multinacionais americanas estavam sofrendo no próprio país por colocar no mercado produtos comparáveis ao cigarro em termos de periculosidade. O curioso é que a repercussão no Brasil foi infelizmente pequena.
— É importante ressaltar que a maior incidência de doenças cardíacas, e do outros problemas que a medicina atual considera serem relativos ao colesterol, está associada à “gordura trans” e não à margarina per se — uma vez que não é consumida a tempo suficiente para que se saiba de todos os malefícios que pode ocasionar sua ingestão e nem se investe neste tipo de pesquisa.
— Importante também lembrar que vários outros produtos apresentam “gordura trans”, como os biscoitos, bolos, massas, sorvetes, etc — muitos dos quais levam margarina em sua composição.
A MANTEIGA:
— Aumenta a absorção de nutrientes presentes em outros alimentos.
— Traz mais benefícios nutricionais do que a margarina, e que aos produtos adicionados à ela, artificialmente, até por ser um produto de origem orgânica e não sintetizado em laboratório.
— É mais saborosa que a margarina e pode melhorar o sabor de outros alimentos.
— Existe há séculos e a margarina há menos de 100 anos.
A MARGARINA:
— Triplica risco de doença cardíaca coronária, segundo afirmação de alguns profissionais.
— Aumenta o colesterol total e o LDL, chamado de mal colesterol, e diminui o colesterol HDL, chamado de bom colesterol.
— Aumenta o risco de câncer em 500%.
— Reduz a qualidade do leite materno.
— Diminui a resposta imunológica.
— Diminui a resposta à insulina.
— Estudos sugerem que a margarina pode estar relacionada a disfunções imunológicas, danos em fígado, pulmão e órgãos reprodutivos, a distúrbios digestivos, diminuição na capacidade de aprendizado e crescimento, problemas de peso, aumento no risco de câncer e, principalmente, a transtornos do metabolismo do colesterol, incremento de aterosclerose e doenças cardíacas. Ou seja, a margarina promove o que ela se propõe a tratar.
E, finalmente, um fato interessante e perturbador: a margarina está a apenas uma molécula de ser... PLÁSTICO. E possui 27 ingredientes que existem na TINTA DE PINTAR. Este, entretanto, é um argumento, que pode ser contestado pelos que defendem o uso da margarina em detrimento da manteiga, menosprezando sua relevância, com o argumento que o mesmo se poderia dizer da água — que está a apenas uma molécula de ser solução de ácido clorídrico concentrada. Isto é o que acontece se acrescenta molécula de HCl à de água. Para transformar a água em água oxigenada, basta acrescentar mais um átomo de oxigênio. Deste forma, para que vê o mundo quimicamente, sem considerar a energia vital presente nos alimentos, não se mensuram as substâncias por sua “distância” molecular de outro composto, já que um único átomo pode alterar completamente as propriedades — e a periculosidade — de um composto.
Se não está convencido FAÇA A SEGUINTE EXPERIÊNCIA:

Abra uma embalagem de margarina e deixe-a aberta num local à sombra durante alguns dias. Você poderá constatar algumas coisas muito interessantes:
1. Não há moscas! Isso deve querer dizer alguma coisa, não?
2. À sombra, a margarina não mostra sinais de apodrecimento, decomposição ou alteração no cheiro. Se exposta à luz direta, ela se deteriora devido à oxidação da gordura, que leva “rancificação” do produto, porém, este não se decompõe devido a ação de microrganismos, como ocorre com a manteiga, ou seja, a margarina não tem BOLOR. Nada se desenvolve ou cresce nela.
3. Nem as moscas, nem formigas ou os menores microrganismos encontram alimento na margarina, pois não há ali nada de bom. Estes insetos, em geral, são atraídos por açúcares, os quais fazem parte de sua dieta, mas não são atraídos por um produto que é basicamente constituído apenas de gordura, diferentemente da manteiga, que se compõe de outros elementos, além da gordura.
Para moscas e formigas, e microrganismos, que não são formados em química, literalmente, a MARGARINA É QUASE UM PLÁSTICO.
EXCLUA ESTE PRODUTO DE TUA VIDA, e acompanhe o resultado através de exames médicos. A sua saúde agradece.
Você NÃO DEVE ACREDITAR CEGAMENTE NO QUE AQUI ESTÁ ESCRITO. Pesquise. Busque por artigos. Hoje há muita informação de qualidade (assim como lixo), na rede. Saiba separar o que é “manteiga” do que é “margarina”, na internet.
E lembre: o consumo eventual, não trará riscos à saúde. O uso continuado e insistente, como afirmam vários profissionais, sim.
ATUALIZEI as informações aqui contidas, pois verifiquei a existência de um antigo artigo, que foi contestado como “hoax”, pelos interessados no comércio da margarina, que menospreza estes riscos e até enaltece o uso da margarina sobre a manteiga.
Por favor, repasse esta informação para os seus contatos. A maioria das pessoas consome este produto inocentemente, e é importante caso façam uso, o façam sabendo dos riscos a que se expõem.
PARA QUEM QUISER FAZER UM PESQUISA MAIS PROFUNDA SOBRE O TEMA:http://jorgeroriz.com.br/a-farsa-das-margarinas/
No excelente artigo, há a referência de diversas fontes de consulta e estudos.

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