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sábado, 8 de outubro de 2016

Albinismo

Albinismo é uma doença genética de pele rara que se caracteriza pela ausência de cor. Isso porque, em decorrência de um distúrbio genético, as células dos portadores dessa doença produzem pouca ou nenhuma melanina. Melanina é a substância que dá cor ao corpo e que protege a pele e os olhos da radiação solar.
Essa doença, que afeta uma em cada 17 mil pessoas, também é chamada de hipopigmentação. Ela afeta tanto humanos como animais e está relacionada aos alelos de genes recessivos.

Os que sofrem de albinismo apresentam pele e cabelos ou pelos bastante claros.
A cor dos olhos daqueles que apresentam a patologia também pode ser afetada. Os olhos podem ser azuis ou castanhos muito claros e a íris um pouco translúcida. Além da cor, a visão dos albinos pode ser comprometida.


O albinismo não está relacionado com nenhum tipo de raça. Por isso, ao contrário do que as pessoas pensam, ele pode afetar descendentes de africanos ou de asiáticos.

Tipos de Albinismo

Quando a produção de melanina é muito baixa, o albinismo é do tipo tirosinase-negativo. Quando, por sua vez, nenhuma melanina é produzida, o albinismo é do tipo tirosinase-positivo.

Assim, de acordo com a mutação genética, o albinismo pode ser: parcial, oculocutâneo ou ocular.
O albinismo parcial é aquele que atinge apenas algumas partes do corpo, enquanto o total atinge todo o corpo, e é o mais comum. O albinismo total recebe o nome de oculocutâneo.

O albinismo ocular é aquele que atinge apenas os olhos. Nesse caso, a cor da íris é afetada e a doença pode resultar no astigmatismo, estrabismo, miopia, fotofobia e até na cegueira.

Causas do Albinismo

Os genes dos albinos, partículas que contêm material genético, são recessivos (aa). Genes recessivos são aqueles que produzem proteínas “defeituosas”.
Saiba mais em Genes Dominantes e Recessivos.

O albinismo é hereditário. Ambos, pai e mãe dos albinos, são portadores dos genes recessivos, embora não manifestem a doença.
Quanto aos filhos de um casal portador desses genes, nem todos serão albinos, pois a doença pode saltar gerações.

Tratamento

O albinismo não tem cura. Ele também não pode ser prevenido, mas deve ser tratado. Pelo fato de estarem mais suscetíveis aos perigos dos raios ultravioleta, os albinos devem ter um rigoroso cuidado com o Sol.
O corpo das pessoas albinas não consegue ser bronzeado. A exposição solar pode causar queimaduras.
É indispensável evitar a exposição ao Sol, proteger o corpo com roupas compridas, chapéu e óculos de Sol e utilizar protetor solar com fatores elevados. Caso contrário, os albinos têm mais probabilidade de ter câncer de pele.

Por esse motivo, o acompanhamento médico é necessário para que, caso seja diagnosticado câncer de pele, o tratamento seja iniciado atempadamente.
Os albinos devem ser acompanhados regularmente pelo oftalmologista em decorrência das doenças nos olhos que podem se manifestar.

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