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domingo, 29 de abril de 2018

World's most venomous spiders are actually cousins

February 15, 2018, San Diego State University
World’s most venomous spiders are actually cousins
A species of Australian funnel-web spider. Credit: Marshal Hedin
Two groups of highly venomous spiders might be seeing more of each other at family reunions. A new study led by San Diego State University biologist Marshal Hedin has found that two lineages of dangerous arachnids found in Australia—long classified as distantly related in the official taxonomy—are, in fact, relatively close cousins. The findings could help in the development of novel antivenoms, as well as point to new forms of insecticides.
The spiders in question are those from the families Atracinae and Actinopodidae and include Australian funnel-web spiders and eastern Australian mouse spiders, respectively. One member of Atracinae, Atrax robustus, is considered by many to be the most venomous in the world.

"A reasonable number of people get bitten every year, but basically nobody dies from it anymore because of the wide availability of antivenom," Hedin said.

Historically, the spiders were thought to have diverged from a common ancestor more than 200 million years ago and therefore were only distantly related. Based on their anatomy and other traits, funnel-web spiders and mouse spiders closely resemble other species of spiders known to be distantly related. Yet based on their highly similar venom—the same antivenom can treat bites from both Atricinae and Actinopodidae —many biologists suspected these spider groups might be more closely related than previously thought.

"The funnel-webs always were an uncomfortable fit in their taxonomic place," Hedin said. "I could see the writing on the wall."

So Hedin and colleagues, with help from biologists in New Zealand and Argentina, collected new spiders from both branches throughout Australia, sought out museum specimens and raided his own collection to come up with dozens of specimens representing various branches of spiders both closely and distantly related. Then the scientists sequenced large chunks of the spiders' genomes, looking for genetic patterns that would reveal how the species are related to one another.

After this analysis, the researchers discovered that the Australian funnel-web spiders and mouse spiders were, in fact, fairly closely related, although it's unclear exactly when they diverged from a . In addition to solving that mystery, Hedin and colleagues discovered the existence of three entirely new taxonomic families of spiders. The researchers published their findings last month in Nature Scientific Reports.

Online taxonomy databases have already begun updating to reflect these changes, Hedin said. "We've convincingly resolved this relationship."

Knowing these spiders' ancestry could help scientists devise a kind of general-purpose antivenom to treat bites from a wide variety of related spider species, Hedin explained. In addition, funnel-web and mouse spider venom is notable for containing many different types of peptide molecules, including some that specifically target insects. Knowing more about how their venom evolved could help bioengineers to design bio-insecticides that target insects but are harmless to vertebrate animals.

 
More information: Marshal Hedin et al. Phylogenomic reclassification of the world's most venomous spiders (Mygalomorphae, Atracinae), with implications for venom evolution, Scientific Reports (2018). DOI: 10.1038/s41598-018-19946-2
 

Journal reference: Scientific Reports search and more info website
Provided by: San Diego State University search and more info website

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Animais mais perigosos do mundo

Por: Marcus Vinicius Cabral - 19/08/2013

O número de animais que rodeiam o planeta Terra é realmente muito alto, algo em torno de 87 milhões de espécies, de acordo com o site Hype Science. Durante o ciclo natural da evolução, alguns desses animais foram foram selecionados para se defenderem com características que em seu habitat, na natureza, são de grande utilidade, mas para os seres humanos podem ser consideradas letais. Aqui está uma lista com cinco animais considerados mortais.

Atrax robustus (Foto: Divulgação)
Aranha teia-de-funil australiana (Atrax robustus)
Onde vive? Encontrada em uma área de 100 km de raio da região de Sydney, Austrália.
Essa aranha apresenta um tamanho que varia de 1 cm a 5 cm. Sua cor também pode variar (azul-negro, preto, marrom ou ameixa), mas todas apresentam tonalidade bem escura e tem um brilho bem característico.
Sua picada em seres humanos pode ser fatal. O envenenamento começa com uma dor no local da picada e geralmente não apresenta avanços sistêmicos severos. Para os casos mais graves, os sintomas aparecem rapidamente, algo em torno de 28 minutos, e a vítima pode apresentar náuseas e vômitos, assim como sudorese, salivação, lacrimejamento e alteração nas pupilas. Edemas de pulmão também são possíveis, acompanhados por insuficiência respiratória. Coma ou perda de consciência ocorre em 10% dos pacientes.
Os machos apresentam um comportamento sazonal por conta de sua busca de fêmeas. Sendo assim, este gênero têm mais probabilidade de encontrar com humanos e como resultado são eles os responsáveis pela maior parte das picadas, além de apresentarem um veneno mais potente que o das fêmeas.
Após a picada, o mais indicado é o encaminhamento do paciente para o hospital e o recebimento do soro antiveneno. Curiosamente sua picada parece não ter efeito em cachorros.



Dendroaspis polylepis (Foto: Getty Images)
Mamba-Negra (Dendroaspis polylepis)
Onde vive? Encontrada nas savanas e colinas rochosas no sudeste da África.
Tem esse nome por conta da cor escurecida do interior de sua boca que é bem visível quando é ameaçada. Pode chegar a 4,5 metros de comprimento, sendo considerada a mais longa cobra venenosa do continente. A média de comprimento gira em torno de 2,5 metros e seu peso mais ou menos 1,6 kg. É uma das mais velozes do mundo, podendo atingir uma velocidade média de 20 km/h.
Quase sempre escapa quando confrontada, mas quando é acuada fica em uma posição característica com a cabeça levantada, a boca aperta mostrando o interior negro e um silvo. Se o acuamento a ela persistir, ela irá atacar seu inimigo várias vezes, injetando uma potente neuro-cardiotoxina que leva a vítima a morte em 20 minutos.
O antídoto para as suas toxinas ainda não são amplamente disponíveis em zonas rurais, por isso, mortes relacionadas com a mamba permanecem frequentes.



Solífugo (Foto: Divulgação)
Solífugo (uma das ordens da classe dos Aracnídeos)
Onde vive? Encontrado em regiões tropicais e semi-tropicais, geralmente em ambientes áridos (desertos, savanas, estepes e pampas).
Seu nome significa "fuga do sol", pois é um animal noturno ou crepuscular, e tende a se esconder debaixo de pedras ou em fendas durante o dia. Alguns constroem tocas, são corredores muito rápidos e altamente agressivos, sendo conhecidos como "o grande tubarão branco dos aracnídeos".
Como acontece com uma série de outros animais da classe, os machos apresentam um corpo menor do que as fêmeas e as pernas mais longas. Não apresentam veneno, mas são muito agressivos.


Cyanea capillata (Foto: Divulgação)
Água-viva juba-de-leão (Cyanea capillata)
Onde vive? Encontrado em águas boreais do Ártico, norte do Atlântico e do Pacífico e raramente vistos mais ao sul de 42° de latitude.

Ela pode chegar a 2 metros de altura e os tentáculos podem alcançar até 30 metros de comprimento e são eles que liberam uma toxina capaz de paralisar sua vítima.

A toxina liberada pode produzir bolhas, cãibra muscular e pode chegar a interferir na função respiratória e cardíaca. Os fragmentos dos tentáculos mantêm o poder de ardor.

Dependendo da região do corpo da vítima, pode chegar a uma parada respiratória em 3 minutos, fazendo-se necessária o uso da respiração boca a boca e de compressão torácica. Ela é responsável, na Austrália, pela maior parte das mortes de tubarões, crocodilos e cobras.
Curiosamente, a aplicação de vinagre na região lesada parece retardar o efeito das toxinas e diminui a dor.



Synanceia verrucosa (Foto: Divulgação)

Peixe-Pedra (Synanceia verrucosa)

Onde vive? Está amplamente distribuído pelas águas do Oceano Indo-Pacífico e aparece em grandes quantidades na costa oriental da Austrália.

Esse peixe consegue se camuflar bem, parecendo rocha ou pedaço de coral. Alguns podem apresentar manchas laranjas, amarelas ou marrons.

Seu corpo, na região dorsal mais especificamente, apresenta espinhos que liberam toxinas que, se inoculadas em uma pessoa, causa intensa dor e dependendo da profundidade pode causar choque, paralisia e morte dos tecidos. Se não for tratado nas primeiras horas, pode matar. O tratamento com o antídoto depende da quantidade de espinhos que perfuraram a vítima.