terça-feira, 23 de junho de 2015

Um zoológico entre as penas

Aves abrigam uma grande diversidade de ácaros, a maior parte desconhecida 

ANDRÉ JULIÃO | ED. 232 | JUNHO 2015
O ácaro Opisthocomacarus umbellifer, com projeções em forma de penas
O ácaro Opisthocomacarus umbellifer, com projeções em forma de penas.

No fim de 2010 um mal atingiu as galinhas da cidade de Bastos, no interior de São Paulo, a maior produtora de ovos do Brasil. As aves mantidas nas granjas começaram a perder as penas, pararam de se alimentar e passavam o dia se coçando. A produção diminuiu consideravelmente e muitas galinhas foram abatidas para evitar o contágio. Logo se constatou que o problema era causado por um ácaro, mas identificá-lo não foi tão simples: era desconhecido pela ciência.

O fato causou surpresa nos veterinários do Instituto Biológico, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, que tem uma unidade no município, já que galinhas são conhecidas por sua importância econômica, e seus parasitas, bastante estudados. O ácaro em questão só foi descrito em 2013, pelo zoólogo russo Sergey Mironov, e era não só uma espécie nova como um gênero ainda não descrito. Pairavam no ar, porém, algumas dúvidas: quem seria o hospedeiro natural do Allopsoroptoides galli e como o aracnídeo teria infestado as galinhas?

O fim do mistério foi resolvido pelo biólogo Fábio Akashi Hernandes, do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro. Ele e sua equipe encontraram o ácaro no anu-branco (Guira guira), uma ave bastante comum na maior parte do território nacional, como relata o pesquisador em artigo publicado em dezembro de 2014 na Parasitology Research. De acordo com Hernandes, o A. galli vive em perfeita harmonia com seu hospedeiro natural e as outras sete ou oito espécies de ácaro que habitam a plumagem da ave: todas, exceto uma, até então desconhecidas e agora em processo de descrição.

“Diferentemente do que aconteceu com as galinhas de Bastos, a maioria dos ácaros de pena não prejudica seus hospedeiros”, explica Hernandes. Pesquisas recentes mostram que aves saudáveis carregam mais desses aracnídeos microscópicos do que as doentes. “Isso dá suporte à ideia de que ácaros de pena normalmente não são parasitas, mas têm atuação neutra ou mesmo benéfica para as aves”, diz a zoóloga Heather Proctor, da Universidade de Alberta, no Canadá, uma das maiores especialistas em ácaros no mundo. Os ácaros normalmente se alimentam do óleo excedente produzido na plumagem e assim evitam a proliferação de bactérias prejudiciais aos hospedeiros.
O caso ocorrido na capital do ovo, como é conhecida a cidade, é um raro registro de transferência de ácaros selvagens para animais domésticos. A principal hipótese para a “contaminação” é o fato de as galinhas de Bastos viverem em ambientes abertos, onde os anus-brancos e outras aves transitam livremente em busca de alimento e água.
© GARY BAUCHAN/USDA
O ácaro Michaelia numa pena, ao microscópio eletrônico
O ácaro Michaelia numa pena, ao microscópio eletrônico

Diversidade invisível

O fato de uma ave comum como o anu-branco ter tantos ácaros desconhecidos dá uma dimensão de quão inexplorada é essa fauna invisível a olho nu. Menos conhecidos que os carrapatos, que também pertencem à subclasse Acari, os ácaros geralmente medem algumas centenas de mícrons (milésimos de milímetro) e existem no solo, no fundo do mar, nas plantas, no tapete da sala e mesmo na pele humana. Do cerca de 1 milhão de espécies de ácaro que se estima existir no mundo todo, só entre 50 mil e 60 mil são conhecidas. Os ácaros de pena pertencem basicamente às superfamílias Analgoidea e Pterolichoidea e menos de 2.500 espécies foram descritas pelos taxonomistas.

O Brasil oferece todo um universo a ser explorado nas penas. Num estudo realizado em 2011, Hernandes, Heather Proctor e Michel Valim, atualmente no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, encontraram 185 espécies de ácaros em 218 espécies de aves brasileiras, o que corresponde a meros 12,4% da diversidade de aves do país, a segunda maior do mundo. Com base nesses números, eles estimaram que no Brasil existem entre 900 e 5.300 espécies de ácaros de pena. “Creio que o número mais provável seja em torno de 2 mil”, diz Proctor. No mundo, podem ser 10 mil.

“Só no Brasil há material para estudar por mais umas três vidas”, brinca Hernandes. Para dar uma ideia do desafio que representa identificar os ácaros das aves brasileiras, ele conta do dia em que um aluno do seu laboratório encontrou morto no campus da universidade um bico-de-lacre (Estrilda astrild), passarinho exótico, de origem africana, bastante comum no Brasil. Qual não foi a surpresa dos pesquisadores quando acharam sete espécies de ácaros, “provavelmente todas novas”, vivendo nas penas da ave. A ave recordista em espécies de ácaro é a Aratinga holochlora, um periquito nativo do México e da América Central. Em 1995 a zoóloga Tila Pérez, da Universidade Nacional Autônoma do México, identificou 25 espécies de ácaros nessa ave.

Dizer que vivem nas penas é uma definição pouco precisa desses bichos. “Existem ácaros só das penas das asas, outros das penas ventrais, das dorsais, das plumas mais delicadas do pescoço e mesmo os que vivem no cálamo, a parte da pena que fica dentro da pele”, explica Hernandes, detalhando uma especialização que vai muito além das espécies de ave. Ao microscópio, é possível notar essa especialização pela morfologia dos ácaros, adaptada a cada ambiente. São espinhos para se prender em asas, travas nas articulações para não cair em momentos de turbulência e mesmo patas bem assimétricas, comuns naqueles que vivem em aves aquáticas. O ácaro do gênero Michaelia, que passa toda a vida nas penas do biguá (Phalacrocorax brasilianus), tem o membro dianteiro de um lado bem maior que o do outro, acredita-se que para se agarrar ao modo de vida voador e nadador da ave hospedeira. Outra característica bem peculiar, não relacionada ao hospedeiro, são os peculiares órgãos sexuais, como o do Anisodiscus goodmani, cujo órgão copulatório masculino tem o dobro do tamanho do corpo inteiro.
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Ácaro 3D

Na pesquisa que começou em 2011 e conta com o mestrando Luiz Gustavo Pedroso e do estudante de graduação Matheus Gabriel, Hernandes descreveu várias novas espécies e pretende aprofundar parcerias com institutos internacionais que usam as mais recentes tecnologias de microscopia eletrônica, como o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda, na sigla em inglês).
Os microscópios de varredura usados por eles permitem uma resolução impossível nos aparelhos ópticos. “Em imagens que fizemos em março deste ano conseguimos ver detalhes que nem sonhávamos, como estruturas do aparelho bucal e da formação da carapaça e dos escudos dos ácaros”, conta. Outra tecnologia da qual ele pretende se beneficiar na parceria é o microscópio confocal com laser, em que o feixe de luz faz um escaneamento total do animal, gerando um modelo em três dimensões.

Enquanto não tem esse aparato mais à mão, Hernandes conta com o olhar treinado da equipe. O artigo de 2014 relatou outro achado que dá uma noção da quase invisibilidade dos ácaros de pena. Na plumagem do anu-branco havia alguns exemplares do A. galli, aquele que aterrorizou a capital do ovo, dentro de uma casca de ovo… de piolho. Funcionava como uma carapaça sobressalente enquanto seu corpo estava vulnerável pelo processo de muda, no qual o animal se despe de seu revestimento para fazer outro, um pouco maior.

Projeto

Diversidade e taxonomia de ácaros de pena (Arachnida: Acari: Astigmata) em aves no Brasil (nº 11/50145-0); Modalidade Jovem Pesquisador; Pesquisador responsável Fábio Akashi Hernandes (IB-Unesp, Rio Claro); Investimento R$ 346.193,00 (FAPESP).

Artigo científico

HERNANDES, F. A. et al. From cuckoos to chickens: a caught-in-the-act case of host shift in feather mites (Arachnida: Acari: Psoroptoididae). Parasitology Research. v. 113, n. 12, p. 4355-61. dez. 2014.

Curiosidade: A Célula Humana

Baseado nas últimas descobertas em fisiologia celular, você verá pela primeira vez o incrível interior de uma célula humana. Trabalhando com especialistas mundiais em visualização celular, biólogos moleculares e animadores especializados em computação gráfica, este programa de grande precisão científica é tão emocionante como um bom filme de aventura.
  • Qualidade: TVRip
  • Audio: Brasil
  • Tamanho: 380 MB - MP4
  • Our Secret Universe - The Hidden Life Of The Cell
  • Ripper:  Rynaldo BNG
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Ameaças Cósmicas

Esta é a série de documentários chamada de "Cosmic Collisions" do Discovery Science, que nos leva até as vastas extensões do espaço exterior para examinar o movimento constante de objetos cósmicos, a probabilidade de uma colisão entre eles.
  • Qualidade: TVRip
  • Audio: Brasil
  • Tamanho: Entre 550 e 600 MB - AVI
  • Cosmic Collisions
Episódio 01 - Colisões no Sistema Solar
Nosso Sistema Solar é como um fliperama cósmico. Rochas tão grandes quanto cidades viajam pelo espaço, deixando um rastro de destruição.
Trailer

Episódio 02 - Colisões Galácticas
As galáxias colidem umas com as outras, estrelas chocam-se com a força de várias bombas nucleares e buracos-negros se fundem em um espetáculo assustador. Este programa viaja pelo espaço para examinar as batalhas cósmicas.
Trailer

Episódio 03 - Terra
Eles deixaram cicatrizes profundas em todo o planeta e foram responsáveis por uma das maiores extinções da história. Saiba de que maneira os meteoros atingiram a Terra e como os cientistas estão se preparando para uma provável próxima colisão.
Trailer

domingo, 21 de junho de 2015

BBC: Planet Dinosaur






Citação
From the deadliest killers to the biggest and strangest beasts, Planet Dinosaur brings to life a new and terrifying world of dinosaurs. More dinosaurs have been discovered in the last two decades than the past 200 years. This series uses the latest CGI and cutting-edge research to reveal the deadly secrets of these new giants For the first time on British television, the very latest dino discoveries have been brought together and brought to life in this groundbreaking series. Featuring a cast of new dinosaurs that will feed the nation's nightmares, the next generation of children aren't going to be talking about the tyrannosaurus rex; they are about to meet far bigger, badder, more vicious characters that roamed the Earth 95 million years ago. Narrated by John Hurt.


[float=left][/float]Episode 1 Lost World
The series starts in North Africa, where two of the world's biggest predators once battled for supremacy. At 13m and seven tonnes, the carcharodontosaurus was a huge beast, a gigantic lizard-like carnivore with shark-like teeth over six inches long. It was an efficient hunter that would slash at its prey until it bled to death. But the discovery of an upper jaw in Morocco revealed an even bigger carnivorous killer - spinosaurus. Four metres longer than Tyrannosaurus rex, spinosaurus is thought to have been one of the biggest killers to ever walk the Earth. But unlike the meat-eating carcharodontosaurus, spinosaurus mainly ate fish, living and hunting almost exclusively in the water. Like all predators that share an environment, the two may once have had to compete for food. Planet Dinosaur takes a look at what one such deadly battle may have looked like and finds out which giant beast would have been most likely to survive a fight to the death.
[float=left][/float]Episode 2 Feathered Dragons
The second episode of the documentary series takes a look at bizarre and extraordinary feathered dinosaurs, many of which have only just been discovered. These feathered beasts are revolutionising our understanding of life on Earth as they blur the boundaries between what we know of dinosaurs and birds. China sits at the heart of the feathered dinosaur discoveries and is the home of one of the most unusual discoveries on Earth: the epidexipteryx. Only the size of a pigeon, this predator was the most bird-like of any dinosaur and is the first known case of ornamental feathers. But feathers were not just confined to the small. From caudipteryx to sinosauropteryx and the 8-metre-long gigantoraptor, feathers may have been used for flight, for insulation or even to intimate and attract. These dinosaurs not only hint at how animals might have developed flight, but also suggest that dinosaurs may still live among us today - as birds.
[float=left][/float]Episode 3 Last Killers
The third episode looks at the last generation of killer dinosaurs - carnivores that took killing to a new level. By the end of the cretaceous period - 75 millions years ago - these gigantic and specialised hunter-killers had spread throughout the globe. In the southern continents it was the powerful and muscular abelisaurids that reigned supreme but it was the famous tyrannosaurids (or tyrant dinosaurs) that dominated in the north. Whilst the northern daspletosaurus hunted in gangs, using its highly developed smell and hearing to take down opponents like the horned rhino-sized beast, chasmosaurus, in the Southern hemisphere the small-skulled majungasaurus reigned. And though the sharp toothed majungasaurus was an efficient killer of the much smaller feathered rahonavis that did not stop it from occasionally turning cannibal and hunting its own.
[float=left][/float]Episode 4 Fight for Life
This episode focuses on the Jurassic period, a time when the first giant killers stalked the Earth and lurked in the seas; a time when the slightest advantage meant the difference between life and death. In North America the iconic allosaurus, an ambush hunter with a lethal bite, dominated. Not even the heavily-armoured stegosaurus was safe from this killer, and incredible evidence reveals a glimpse of a vicious battle between these two giants. Life in Jurassic oceans was no easier; in 2008, a fossil was dug out of a frozen island high in the Arctic. It was a colossal marine reptile, twice as big as most ocean predators, at 15 metres long and weighing about 45 tonnes. This was Predator X. Its skull alone was nearly twice the size of a tyrannosaurus rex's, and its bite force unmatched by anything in the Jurassic seas. The balance of power between predator and prey is a fine one, as prey continually evolves different ways to avoid predators. But for the most successful and enduring predators, the battle to survive has always been tipped in their favour.
[float=left][/float]Episode 5 New Giants
This episode of the documentary series focuses on the new giants, the heavyweights of the dinosaur world. It is only in recent years that experts have unearthed the biggest dinosaurs that ever lived. One monster eclipsed all others; more than seven times as heavy as diplodocus was the immense argentinosaurus - a single backbone was bigger than a human. For years, these giants were considered immune to attack from any predator - until the discovery of mapusaurus, a new giant killer whose fate appeared to be inextricably linked to argentinosaurus.
[float=left][/float]Episode 6 the Great Survivors
The final episode explores dinosaurs' extraordinary ability to survive. Featured dinosaurs include the bizarre magyarosaurus, which lived in the shadow of the biggest flying animal - hatzegopteryx - and showed an amazing adaptation to island life; and the weird nothronychus, a carnivore that gave up meat eating. This astonishing capacity to evolve into ever more diverse and bizarre forms meant that dinosaurs not only spread throughout the world, but also dominated life upon it for more than 160 million years. It was only an unprecedented extraterrestrial event that finally saw the end of planet dinosaur.
 
LINKS PARA BAIXAR:
 
.:Versão HDTV:.
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[bt]
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DOCUMENTÁRIOS

Primeval Paradise - The Story of Ulva Island
O Paraíso das Aves - A História da Ilha de Ulva





Natural History - Primeval Paradise

POR: Marcus Cabral - áudio em inglês com legendas em português


 
https://1fichier.com/?7rv0t26wg7















DOCUMENTÁRIO
Discovery Channel - Wildest Latin America
América Latina Selvagem



[discovery]

Áudio em :br:

Por: Marcus Cabral

Citação
Através de belas fotografias e das extraordinárias histórias dos animais e das pessoas que aí vivem, essa série celebra os locais mais icônicos e dramáticos da América Latina. Os animais levaram milhões de anos para se adaptar a locais que variam das grandes altitudes dos Andes à sufocante Amazônia; da ventosa estepe da Patagônia aos pântanos da Venezuela. O resultado é uma diversidade incrível de espécies – de formigas-soldado a tatus, de panteras a ariranhas. Cada um desenvolveu uma forma única de permanecer vivo; no entanto, cada um precisa encaixar-se em um complexo quebra-cabeças da vida. Nós revelamos os comportamentos e adaptações extraordinários que são a chave para a sobrevivência e o êxito. As pessoas tiveram muito menos tempo para montar suas vidas; no entanto, com engenhosidade e determinação, elas também encontraram formas de aproveitar ao máximo o que o continente tem a oferecer. Modos de vida espetaculares resistem até hoje. Nós acompanhamos caçadores e pescadores solitários, conforme eles demonstram as habilidades de seus povos. E fazemos isso à medida que desvendamos os rituais estranhos, e, às vezes, dolorosos, que determinam a identidade dos diversos povos da América Latina. Cada programa une as revelações mais recentes sobre a vida nesse continente de extremos. Essas histórias combinam-se para montar uma compreensão fascinante, excitante e profunda dos lugares mais espetaculares da América Latina.


Info Técnica

Episódio 01: Patagônia

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Com uma extensão de 800.000 km², a Patagônia é o ponto mais meridional da América do Sul. Este episódio registra um ano inteiro na Patagônia e mostra como os animais sobrevivem nos lugares mais insólitos.


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Episódio 02: Amazônia

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Descubra porque a Amazônia é a maior selva do mundo e um lugar de evolução, e também como se transformou no habitat de 1/3 das espécies do planeta.


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Episódio 03: Venezuela

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As selvas do Orinoco, na Venezuela, abrigam animais incomuns. Veja as criaturas extraordinárias que habitam as margens do rio.


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Episódio 04: Pantanal

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No centro da América do Sul, encontra-se o maior pântano do planeta. A cada ano, a área passa por épocas de alagamento e seca. Apesar disso, o Pantanal abriga alguns dos mais incríveis animais do planeta.


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Episódio 05: Andes

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A cordilheira dos Andes, a maior do mundo, tem 7.200 quilômetros de extensão, fica na parte oeste da América do Sul e dita o clima de todo o continente. Do norte da Venezuela ao extremo sul do Chile, os Andes têm alguns dos picos mais altos do planeta.


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