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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Monotremados e mamíferos primitivos

Castorocauda




















Castorocauda lutrasimilis é uma espécie de sinapsídeo mamaliaforme do grupo dos docodontes que viveu há cerca de 164 milhões de anos, no Jurássico. Os seus fósseis foram descobertos na Formação Jiulongshan na Mongólia Interior e representam o maior e mais antigo organismo mamaliaforme conhecido.

Multituberculata


Os multituberculados (Multituberculata) foram um grupo extinto de mamíferos primitivos, tradicionalmente classificados na Subclasse Allotheria, status hoje em dia vem sendo contestado. Recentes estudos filogenéticos e paleontológicos têm levantados muitas dúvidas quanto à relação destes animais com os outros mamíferos.
Volaticotherium
Volaticotherium antiquum era um antigo mamífero com capacidade de voo deslizante, relacionado com a ordem extinta denominada Multituberculata. Deveria pesar menos de 70 gramas, e ter um comprimento entre 12 e 14 centímetros. Tinha uma membrana similar aos atuais esquilos voadores. Os dentes aguçados do Volaticotherium eram altamente especializados para a alimentação de insetos, e os seus membros anteriores preparados para a vida nas árvores.
Gobiconodon

Gobiconodon é um gênero extinto de mamíferos carnívoros. Pesou 10-12 quilos e mediu 18-20 polegadas, e podia ter ser parecido com um sariguê.
Repenomamus






Repenomamus é um género de mamíferos pré-históricos que viveu no Cretácico inferior, há cerca de 130 milhões de anos, na actual China. Os fósseis das duas espécies do género foram descobertos em 2004, na província de Lianoning, e vêm contradizer a teoria generalizada de que os mamíferos do Mesozóico eram animais exclusivamente noturnos e de pequenas dimensões. O Repenomamus era um predador de pequeno porte, que se alimentava de crias de dinossauros.
Fruitafossor

Fruitafossor windscheffeli é um mamífero pré-histórico descoberto em 2005. Comedor de térmitas, que terá vivido no Jurássico, há cerca de 150 milhões de anos. A sua descrição foi feita com base num esqueleto surpreendentemente bem conservado e encontrado em 31 de Março de 2005 em Fruita (Colorado). É semelhante a um papa-formigas e a sua alimentação teria sido à base de insetos sociais
Adelobasileus




Adelobasileus cromptoni é uma espécie de um extinto gênero de sinapsídeo mammaliaforme do Período Triássico Inferior (Carniano), há 225 milhões de anos atrás. É representado apenas pelo registro fóssil e apenas uma parte de se crânio foi descoberto no Texas.
Hadrocodium



Hadrocodium wui é uma espécie extinta de mamífero basal que viveu durante o período Jurássico Inferior (aproximadamente 195 milhões de anos atrás). Seus restos fósseis foram descobertas na província de Yunnan, China. É a única espécie descrita para o gênero Hadrocodium. Ele é mais relacionado com os Mammalia sensu stricto do que com os Docodonta, Morganucodonta e Sinoconodon.
Megazostrodon
O Megazostrodon foi um sinapsídeo mammaliaforme que viveu nos períodos triássico e jurássico. Era um animal pequeno e tímido que vivia provavelmente à noite para se esconder dos dinossauros, era insetívoro e se assemelhava muito a um musaranho. Ele é, provavelmente, o ancestral direto dos mamíferos e portanto de nós.
Morganucodon
O Morganucodon foi um sinapsídeo mammaliaforme que viveu nos períodos triássico e jurássico da era dos dinossauros. Como o morganucodon viveu numa época em que havia um único continente, seus ossos são encontrados em várias partes do mundo incluindo a China, a Europa e a América do Norte. Era um pequeno animal que se alimentava de insetos e se assemelhava a um musaranho. Assim como seu primo, o megazostrodon, ele é considerado um possível ancestral dos mamíferos.

Steropodon















O Steropodon galmani é um monotremado fóssil do período Cretáceo Inferior encontrado na Austrália. É o monotremado mais antigo que se conhece e é aparentado com os atuais ornitorrinco e equidna. O animal tinha 40 a 50 centímetros de comprimento.

Ornitorrinco

























O Ornitorrinco  é um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia. É o único representante vivo da família Ornithorhynchidae, e a única  espécie viva do gênero Ornithorhynchus. Juntamente com as équidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos existentes atualmente. A espécie é monotípica.

Équidna-de-focinho-curto
































A équidna-de-focinho-curto (Tachyglossus aculeatus) é um monotremado da família Tachyglossidae. É a única espécie do gênero Tachyglossus. Pode ser conhecida também como équidna-de-bico-curto e équidna-ouriço Antigamente também era chamada de tamanduá-espinhoso. Essa équidna é politípica, com cinco subespécies.

Équidna-de-bico-longo














O zaglosso ou équidna-de-bico-longo (Zaglossus bruijnii) é um monotremado noturno e insetívoro, cuja dieta consiste quase exclusivamentre de minhocas, mas também se alimenta de insetos que vivem no chão das florestas.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mammal Evolution Exploded During The Jurassic Era

When thinking about the rise of mammals, the general pervasive notion is that during the Mesozoic era, while early mammals were coexisting with dinosaurs, most of the mammals resembled small, rat-like insectivores. Discoveries over the past decade are beginning to prove this is not necessarily true—early mammals like Yanoconodon were adapted for digging, the beaver-like Castorocauda for swimming, and the original “flying squirrel” Volaticotherium for gliding. Some species discovered during the Jurassic actually weighed up to 1kg, which is large for an early mammal.
The swimming Jurassic mammal, Castorocauda. Image Credit: Nobu Tamura via Wikimedia Commons CC-BY 3.0
The swimming Jurassic mammal, Castorocauda. Image Credit: Nobu Tamura via Wikimedia Commons CC-BY 3.0

How and why did mammals become so diverse in their early history? The apparent morphological diversification of mammals during the Jurassic had been previously recognized but never quantified. In a paper published last week in Current Biology, co-authors Roger Close, Matt Friedman, Graeme Lloyd and Roger Benson from Oxford University and Macquarie University sought to quantify and assess this change in morphological diversity—if in fact mammals did undergo an adaptive radiation, there should be a detectable and significant increase in early rates of morphological evolution leading to increased morphological disparity. Morphological disparity is a paleontologist’s way of saying “diversity of physical forms between organisms.”
Using robust datasets of mammalian teeth and skeletal characteristics, evolutionary rates and morphological disparity were quantified statistically in order to investigate this  Jurassic diversification. The results show that in fact there is a distinct, significant peak of morphological evolution during the Early and Middle Jurassic (about 200 to 163 million years ago), slowing down through the Late Jurassic. There are other small peaks of diversification seen throughout the Mesozoic but none of these are statistically significant when compared to the background noise of the analysis.
A typical Jurassic ecosystem with docodonts, a group of now-extinct early mammals. Image Credit: April Neander
A typical Jurassic ecosystem with docodonts, a group of now-extinct early mammals. Image Credit: April Neander.

Looking at these data, it is clear there was a distinct adaptive radiation for crown-group mammals (lineages related to modern living groups). The statistical analyses support the rapid appearance of distinct lineages and key features—such as certain molar shapes—during the Jurassic as not being merely an artifact of the fossil record. Rates of diversification were much higher in the Jurassic than in the Cretaceous, and would not increase again until after the non-avian dinosaurs went extinct.

What was special about the Jurassic that lead to this increased rate of morphological diversification? There is no sure way to answer that question, but the breakup of Pangaea during the Middle Jurassic may be a reason. Perhaps this lead to new ecological niches opening that allowed for these new key innovations to arise and lead to the emergence of the mammalian groups that would continue to dominate the rest of the Mesozoic era.