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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

26 imagens que lhe farão reavaliar sua existência inteira

1. Aqui é a Terra! É onde você vive.

Aqui é a Terra! É onde você vive.
NASA Goddard Space Flight Center Image / Via visibleearth.nasa.gov

2. E aqui é onde você vive em seu bairro, o sistema solar.

E aqui é onde você vive em seu bairro, o sistema solar.

3. Esta é a distância, em escala, entre a Terra e a Lua. Não parece muito distante, não é?

Esta é a distância, em escala, entre a Terra e a Lua. Não parece muito distante, não é?

4. POIS PENSE DE NOVO. Dentro desta distância você pode acomodar todos os planetas de nosso sistema solar, tranquilamente.

POIS PENSE DE NOVO. Dentro desta distância você pode acomodar todos os planetas de nosso sistema solar, tranquilamente.
PerplexingPotato / Via reddit.com

5. Mas vamos falar sobre os planetas. Esta pequena mancha verde é o tamanho da América do Norte em Júpiter.

Mas vamos falar sobre os planetas. Esta pequena mancha verde é o tamanho da América do Norte em Júpiter.
NASA / John Brady / Via astronomycentral.co.uk

6. E aqui é o tamanho da Terra (na verdade, seis Terras) comparado com Saturno:

E aqui é o tamanho da Terra (na verdade, seis Terras) comparado com Saturno:
NASA / John Brady / Via astronomycentral.co.uk

7. E apenas para fins de comparação, aqui temos como os anéis de Saturno ficariam se estivessem ao redor da Terra:

E apenas para fins de comparação, aqui temos como os anéis de Saturno ficariam se estivessem ao redor da Terra:
Ron Miller / Via io9.com

8. Aqui temos um cometa. Acabamos de aterrissar uma sonda em um desses garotões. Aqui vemos como um deles ficaria comparado com Los Angeles:

Aqui temos um cometa. Acabamos de aterrissar uma sonda em um desses garotões. Aqui vemos como um deles ficaria comparado com Los Angeles:
Matt Wang / Via mentalfloss.com
E para comparar com uma cidade brasileira: Los Angeles seria tipo a metade de um Rio de Janeiro.

9. Mas isso não é nada comparado ao nosso Sol. Apenas se lembre:

Mas isso não é nada comparado ao nosso Sol. Apenas se lembre:

10. Aqui é você visto da Lua:

Aqui é você visto da Lua:
NASA

11. Aqui é você visto de Marte:

Aqui é você visto de Marte:
NASA

12. Aqui é você visto por trás dos anéis de Saturno:

Aqui é você visto por trás dos anéis de Saturno:
NASA

13. E aqui é você visto por trás de Netuno, a 4 bilhões de quilômetros de distância.

E aqui é você visto por trás de Netuno, a 4 bilhões de quilômetros de distância.
NASA
Parafraseando Carl Sagan, todos e tudo que você já conheceu existem neste pequeno pontinho.

14. Vamos dar um passo atrás por um momento. Este é o tamanho da Terra comparado com o tamanho do Sol. Assustador, não?

Vamos dar um passo atrás por um momento. Este é o tamanho da Terra comparado com o tamanho do Sol. Assustador, não?
John Brady / Via astronomycentral.co.uk
O Sol sequer cabe nesta imagem.

15. E aqui temos o mesmo Sol visto da superfície de Marte:

E aqui temos o mesmo Sol visto da superfície de Marte:
NASA

16. Mas isso não é nada. Novamente, como Carl ponderou um dia, há mais estrelas no espaço do que grãos de areia em todas as praias da Terra:

Mas isso não é nada. Novamente, como Carl ponderou um dia, há mais estrelas no espaço do que grãos de areia em todas as praias da Terra:

17. O que significa que há algumas muito, muito maiores que nosso pequeno e fracote Sol. Dê uma olhada no quão pequeno e insignificante nosso Sol é:

O que significa que há algumas muito, muito maiores que nosso pequeno e fracote Sol. Dê uma olhada no quão pequeno e insignificante nosso Sol é:
Provavelmente roubam o dinheiro do lanche de nosso Sol.

18. Aqui temos outra imagem. A maior estrela, VY Canis Majoris, é 1.000.000.000 de vezes maior do que nosso Sol:

26 imagens que lhe farão reavaliar sua existência inteira
………

19. Mas nada disso se compara ao tamanho da galáxia. Na verdade, se você encolher o Sol até ele ficar do tamanho de uma célula branca do sangue e encolher a Via Láctea utilizando a mesma escala, a Via Láctea teria o tamanho dos Estados Unidos:

Mas nada disso se compara ao tamanho da galáxia. Na verdade, se você encolher o Sol até ele ficar do tamanho de uma célula branca do sangue e encolher a Via Láctea utilizando a mesma escala, a Via Láctea teria o tamanho dos Estados Unidos:

20. Isso porque a Via Láctea é imensa. Aqui é onde você vive nela.

Isso porque a Via Láctea é imensa. Aqui é onde você vive nela.

21. Mas isso é tudo o que você vai ver:

Mas isso é tudo o que você vai ver:
(Esta não é uma imagem da Via Láctea, mas você captou a ideia)

22. Mas até nossa galáxia chega a ser minúscula se comparada com algumas outras. Aqui temos a Via Láctea comparada com a IC 1011, a 350 milhões de anos-luz da Terra:

Mas até nossa galáxia chega a ser minúscula se comparada com algumas outras. Aqui temos a Via Láctea comparada com a IC 1011, a 350 milhões de anos-luz da Terra:
Apenas IMAGINE tudo o que poderia estar lá dentro.

23. Mas vamos pensar grande. SOMENTE nesta fotografia tirada pelo telescópio Hubble, há milhares e milhares de galáxias, cada uma contendo milhões de estrelas e cada uma com seus próprios planetas.

Mas vamos pensar grande. SOMENTE nesta fotografia tirada pelo telescópio Hubble, há milhares e milhares de galáxias, cada uma contendo milhões de estrelas e cada uma com seus próprios planetas.

24. Aqui temos uma das galáxias retratadas, UDF 423. Essa galáxia está a 10 BILHÕES de ano-luz. Quando você olha para essa imagem, está olhando para bilhões de anos no passado.

Aqui temos uma das galáxias retratadas, UDF 423. Essa galáxia está a 10 BILHÕES de ano-luz. Quando você olha para essa imagem, está olhando para bilhões de anos no passado.
Acredita-se que algumas das outras galáxias se formaram apenas algumas centenas de milhões de anos APÓS o Big Bang.

25. E lembre-se — esta é uma imagem de uma parte muito, muito pequena do universo. É apenas uma fração insignificante do céu noturno.

E lembre-se — esta é uma imagem de uma parte muito, muito pequena do universo. É apenas uma fração insignificante do céu noturno.

26. E, sabe, podemos presumir com segurança que há alguns buracos negros lá fora. Aqui temos o tamanho de um buraco negro comparado com a órbita da Terra, apenas para lhe assustar:

E, sabe, podemos presumir com segurança que há alguns buracos negros lá fora. Aqui temos o tamanho de um buraco negro comparado com a órbita da Terra, apenas para lhe assustar:
D. Benningfield/K. Gebhardt/StarDate / Via mcdonaldobservatory.org

Então, quando você estiver chateado porque cancelaram a sua série favorita ou porque começaram a tocar músicas de Natal muito cedo — apenas lembre…

Essa é sua casa.

Essa é sua casa.
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

Isso é o que acontece quado você afasta a imagem de sua casa para o seu sistema solar.

Isso é o que acontece quado você afasta a imagem de sua casa para o seu sistema solar.

E isso é o que acontece quando você afasta a imagem mais um pouco…

E isso é o que acontece quando você afasta a imagem mais um pouco...
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

E mais um pouco…

E mais um pouco...
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

Continue…

Continue...
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

Afaste-se só mais um pouco…

Afaste-se só mais um pouco...
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

Quase lá…

Quase lá...
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

E aqui estamos. Aqui está tudo que é observável no universo e aqui está o seu lugar nele. Apenas uma minúscula formiga em um jarro gigantesco.

E aqui estamos. Aqui está tudo que é observável no universo e aqui está o seu lugar nele. Apenas uma minúscula formiga em um jarro gigantesco.
By Andrew Z. Colvin (Own work) [http://CC-BY-SA-3.0 (creativecommons.org) or GFDL (gnu.org)], via Wikimedia Commons

terça-feira, 19 de junho de 2012

10 luas incríveis do sistema solar

Talvez você só conheça a nossa lua, mas a realidade é que nosso sistema solar possui mais de 200 satélites orbitando planetas, planetas anões e asteroides, alguns com características surpreendentes. Confira mais sobre esse mundo lunar:
1 – Nereida (Netuno)

Nereida foi descoberta em 1940 por Gerard Kuiper. É a terceira maior lua de Netuno, com a órbita mais excêntrica de qualquer lua do nosso sistema solar. Por conta disso, a distância entre Nereida e Netuno varia muito.
A nossa lua também não tem uma órbita totalmente regular, por isso tem períodos de aproximação e distanciamento da Terra (a super lua do mês passado, por exemplo, teve a ver com a maior aproximação da lua a Terra). Mas Nereida vai bem mais longe. Quando mais próxima de Netuno, fica a cerca de 1,3 milhões de quilômetros de distância. Quando mais distante, fica a mais de 9,6 milhões de quilômetros de distância. Sendo assim, Nereida leva 360 dias terrestres para completar uma órbita ao redor do planeta.
2 – Mimas (Saturno)

Esta pequena lua foi descoberta em 1789 por William Herschel. O seu diâmetro médio é de 395 quilômetros (km). O que a torna diferente é sua cratera de impacto, com cerca de 140 km de largura e 10 de profundidade, chamada Cratera Herschel. Ela não é a maior de nosso sistema solar, mas é muito interessante, pois abrange um terço da superfície de Mimas, fazendo-a se assemelhar a Estrela da Morte de Star Wars.
3 – Iapetus (Saturno)

Descoberta em 1671 por Giovanni Cassini, Iapetus é muitas vezes considerada a lua mais estranha de Saturno e do sistema solar. Sua característica mais surpreendente são suas grandes diferenças de cor e refletividade. Metade de Iapetus é negra como carvão, e a outra metade é excepcionalmente brilhante. Como sua órbita é “presa”, ou seja, bloqueada gravitalmente ao planeta, só podemos ver a lua quando sua órbita nos traz ao lado oeste de Saturno.
Iapetus também tem uma cadeia de montanhas, ou “crista equatorial”, com 10 quilômetros de altura. Existem duas teorias principais sobre como estas montanhas se formaram: alguns cientistas pensam que a cordilheira foi formada em um momento anterior, quando Iapetus rodava muito mais rápido que hoje, e outros pensam o cume é feito de material deixado pelo colapso de um anel de Saturno.
4 – Dactyl (Ida)

Dactly é uma lua que orbita o asteroide Ida, que tem um formato de batata. Ela foi descoberta em 1995 pela sonda Galileu, e representou a primeira evidência científica de que asteroides possuíam satélites. Os cientistas não têm certeza se a pequena lua é um pedaço que se soltou do asteroide, ou se foi capturada pelo mesmo. Desde a descoberta de Dactyl, mais de vintes luas foram encontradas orbitando asteroides.
  • As 7 luas mais bizarras do sistema solar
5 – Europa (Júpiter)

Europa foi descoberta por Galileu Galilei em janeiro de 1610, e é apenas um pouco menor do que a nossa lua. A superfície de Europa é marcante, com linhas escuras cruzando-a. Muitos cientistas acreditam que essas linhas são causadas por erupções conforme a crosta do planeta se rompe. Eles também acham que, abaixo dessa grossa crosta de gelo que faz Europa surpreendente, está um oceano salgado de água líquida. Ao contrário da Terra, acredita-se que o oceano de Europa é profundo o suficiente para cobrir a superfície. Como ela está longe do sol, esse mar congelou, mas ainda é possível que o oceano interior tenha permanecido em forma líquida.
6 – Encélado (Saturno)

Encélado foi descoberta em 1789 por William Herschel. A lua é o corpo mais brilhante do sistema solar, pois reflete quase 100% da luz solar que atinge a sua superfície. Isto também faz com que ela seja extremamente fria, cerca de menos 165 graus Celsius. Ela tem algumas crateras, mas outras áreas mostram regiões sem crateras, indicando eventos importantes no passado geologicamente recente. A região polar sul possui grandes fendas escuras chamadas “listras de tigre”, pedras de gelo enormes e provas de atividade geológica recente. As listras de tigre também despejam toneladas de material para o ar, formando um anel de Saturno.
7 – Io (Júpiter)

Io também foi descoberta em janeiro de 1610 por Galileu Galilei. Essa lua de Júpiter é um pouco maior do que a nossa lua, e é o lugar mais vulcanicamente ativo de nosso sistema solar – ou seja, é repleta de vulcões, que expelem matéria 300 km acima da superfície.
Normalmente, um objeto do tamanho de Io teria se tornado geologicamente inativo há muito tempo, mas por causa da ressonância orbital de Io com Júpiter, Europa e Ganímedes (outras luas do planeta), Io é submetida a enormes quantidades de “aquecimento de maré”. Isso significa que ela é esticada e puxada por Júpiter e outras luas, inchando-a e mantendo a maior parte do seu subsolo em uma forma líquida, fundida, dando-lhe a capacidade de renovar constantemente sua superfície.
8 – Titã (Saturno)

Titã foi descoberta em 1655 por Christiaan Huygens. É a segunda maior lua em nosso sistema solar, coberta por uma atmosfera densa e nebulosa principalmente de nitrogênio, metano e etano. Ela é muito conhecida porque é a única lua que possui nuvens e uma atmosfera parecida com a de um planeta. É também o único outro lugar conhecido no nosso sistema solar que tem líquido fluindo sobre a sua superfície, embora este seja metano, em vez de água.
9 – Tritão (Netuno)

Tritão foi descoberta em outubro de 1846 por William Lassell, apenas 17 dias depois de Netuno ser descoberto. Tritão é peculiar porque é o único grande satélite em nosso sistema solar que orbita no sentido oposto de rotação do seu planeta – uma órbita retrógrada. Isto sugere que ela foi capturada por Netuno, uma vez que todos os satélites naturais do sistema solar orbitam o planeta na mesma direção. O mistério que fica é: como essa lua tão grande poderia ser capturada? Tritão também é um dos objetos mais frios do nosso sistema solar, com menos 235 graus Celsius e gêiseres ativos, tornando-se uma das poucas luas geologicamente ativas do sistema solar.
10 – Ganímedes (Júpiter)

Descoberta também em 1610 por Galileu Galilei, ela é a maior lua de nosso sistema solar, maior até mesmo que o planeta Mercúrio. É tão grande, que seria considerada um planeta se não orbitasse Júpiter. A coisa mais surpreendente sobre Ganímedes é que ela é a única lua do nosso sistema solar que produz seu próprio campo magnético, por causa de seu núcleo de ferro fundido. Em 1996, o Telescópio Hubble da NASA descobriu uma fina atmosfera de oxigênio ao redor da lua, mas esta era fina demais para suportar a vida.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Terra já teve uma segunda lua, que colidiu com a atual

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GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

A Terra já teve duas luas e, mais de 4 bilhões de anos atrás, elas se chocaram.
A menor levou a pior e acabou esmagada por aquela que vemos no céu até hoje. O incidente, no entanto, deixou marcas: o satélite tem um lado "torto", assimétrico.

Giro sincronizado faz hemisfério da Lua ficar 'invisível'
Nasa descobre asteroide vizinho que compartilha órbita da Terra
Foto da Nasa mostra como a Lua é vista do espaço
 
É essa a explicação que uma dupla de cientistas propõe, em artigo publicado nesta quinta-feira, para explicar as enormes diferenças na superfície entre os dois lados do satélite.
Os pesquisadores acreditam que as duas luas se formaram no mesmo evento: uma colisão entre a Terra e um objeto do tamanho de Marte ainda nos primórdios do Sistema Solar.
A grande quantidade de resíduos que esse choque provocou teria dado origem aos dois satélites.
A minilua teria cerca de um terço do diâmetro da atual (1.200 km), mas apenas 4% de sua massa.
Usando simulações e cálculos avançados no computador, os autores do trabalho, publicado na revista "Nature", concluíram que o outro satélite, antes de atingir a Lua, passou milhares de anos convivendo com ela.
A minilua só não foi destruída antes devido à localização estratégica que ela acabou ocupando.
Ela se encontrava no que se chama de órbita troiana: pontos localizados à frente ou atrás da órbita da Lua, em posições onde a gravidade dela e a da Terra estavam equilibradas. Uma área mais "calma" e estável para o desenvolvimento do objeto.
Com o tempo e a expansão da órbita da nossa atual Lua, a trajetória da sua companheira acabou se desestabilizando, e elas colidiram.

Editoria de arte/folhapress
CHOQUE
 
A batida teria acontecido em uma velocidade relativamente baixa. Algo aproximadamente entre 7.200 km/h e 10.800 km/h.
Como a Lua ainda estava "mole" --não havia se solidificado por completo após a formação--, o choque "lento" teria provocado as enormes elevações de mais de 2 km presentes hoje, ao invés de uma grande cratera.
Boa parte do material --que tinha essencialmente a mesma composição do da Lua-- acabou "espalhada" por nosso satélite como uma camada muito espessa.
Com o impacto, o magma (grosso modo, rocha liquefeita) que ainda existia na Lua foi empurrado para o outro lado, o que explicaria por que certos elementos, como o fósforo e o urânio, estão concentrados na crosta.

CRÍTICA
 
"Do ponto de vista da simulação do choque entre as duas luas, o artigo é impecável. O modelo é muito bom. as hipóteses que eles colocam são bem razoáveis", avalia Fernando Roig, pesquisador do Observatório Nacional.
Para ele. no entanto, o que ainda precisa de mais esclarecimentos são os modelos orbitais no momento da colisão entre os corpos. "É o elo fraco do artigo. Precisa ser mais esclarecido", avalia o cientista.