Mostrando postagens com marcador UFSCAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UFSCAR. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de agosto de 2015

O tatuzão é nosso

Por Marcus Cabral
08/08/15 17:10
Apesar do estranho e triste caso da cobra de quatro patas (veja aqui e aqui), a paleontologia brasileira não vive só de tragédias — muito pelo contrário, aliás.

Foi com imenso prazer que fiquei sabendo da descoberta de um completíssimo exemplar de tatu-gigante numa caverna na região de Iramaia, na Chapada Diamantina, realizada por espeleólogos e pesquisadores da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

O esqueleto praticamente completo do supertatu da Chapada Diamantina (Crédito: Luciana Fernandes)
O esqueleto praticamente completo do supertatu da Chapada Diamantina (Crédito: Luciana Fernandes)

O bicho de 220 kg pertencia à espécie Holmesina major e foi estudado para a dissertação de mestrado de Jorge Felipe Moura de Jesus, orientada por Marcelo Adorna Fernandes, pesquisador que ajudou a reunir a maior coleção de pegadas fósseis do Brasil na própria UFSCar.

Nosso monstro era, para todos os efeitos, uma versão em grande escala dos tatus bem menores de hoje. Não devemos confundi-lo com os gliptodontes, parentes extintos dos tatus com uma enorme carapaça arredondada, semelhante a um capô de fusca. A principal diferença em relação aos animais atuais era a dieta: o H. major era herbívoro e preferia uma dieta de grama, diferentemente dos insetos e outros pequenos animais consumidos por seus parentes de hoje.
Reconstrução artística da espécie (Crédito: Luan Jardim de OIiveira)
Reconstrução artística da espécie (Crédito: Luan Jardim de OIiveira)
Trata-se do primeiro esqueleto praticamente completo da espécie descoberto até hoje.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Iniciativa Verde lança a primeira edição da Revista Plantando Águas

26/02/2014

A Iniciativa Verde lança a sua primeira revista: a Revista Plantando Águas. A publicação de 32 páginas, com patrocínio da Petrobras, aborda temas relativos ao projeto Plantando Águas como Código Florestal, saneamento rural e agrofloresta. A tiragem deste primeiro número é de duas mil cópias que serão distribuídas para os agricultores e técnicos que participam do projeto. Mas todos os interessados podem ter um exemplar da revista, basta baixar o PDF da publicação por meio do link
http://www.iniciativaverde.org.br/biblioteca-nossas-publicacoes.php.

Além de notas e matérias sobre os temas do Plantando Águas, a revista tem: uma galeria fotográfica com cenas do projeto; entrevista exclusiva com José Eli da Veiga, professor dos programas de pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI/USP); artigo sobre saneamento rural do Wilson Tadeu Lopes da Silva, pesquisador da Embrapa Instrumentação; artigo sobre agrofloresta do Fernando Silveira Franco, professor adjunto da Universidade Federal de São Carlos e Coordenador do Núcleo Apetê-Caapuã de Agroecologia (UFSCAR, Campus Sorocaba); depoimento do Flávio Marchesin, agricultor que se tornou agente ambiental.

A revista também recebeu o selo Carbon Free, da Iniciativa Verde. Isso significa que as emissões de gases do efeito estufa (GEE) associadas à produção da publicação serão compensadas com o plantio de árvores nativas. Saiba mais sobre esse programa no site da Iniciativa Verde. Aproveite os textos e boa leitura!

Sobre o projeto Plantando Águas

O projeto Plantando Águas, patrocinado pelo Programa Petrobras Ambiental, foi elaborado pela Iniciativa Verde em parceria com cerca de 20 instituições. Ele tem como objetivo adequar propriedades rurais do estado de São Paulo de acordo com o que estabelece o “novo” Código Florestal para recuperar e conservar os recursos hídricos. Aproximadamente, 200 famílias serão beneficiadas diretamente em municípios do interior do estado.

Com o Plantando Águas, a Iniciativa Verde e seus parceiros pretendem:

• Recuperar 20 hectares de áreas de preservação permanente (APPs) de Mata Atlântica;
• Executar 24 hectares de sistemas agroflorestais para fins produtivos;
• Implementar mais de 140 módulos de saneamento;
• Elaborar 110 planos de manejo de propriedades da área rural;
• Inscrever pelo menos 85 imóveis no Cadastro Ambiental Rural (CAR), registro obrigatório para todas as propriedades rurais.