Evidência descobriu que insetos são possivelmente capazes de sentir dor
por Bob Yirka, Phys.org
Crédito: Unsplash/CC0 Public Domain
Um trio de pesquisadores, dois da Queen Mary University de Londres, o outro da Universidade de Teerã, encontrou evidências que sugerem que os insetos podem ser capazes de sentir dor. Em seu artigo publicado em Proceedings of the Royal Society B , Matilda Gibbons, Lars Chittka e Sajedeh Sarlak, descrevem problemas que encontraram ao tentar descobrir se os insetos sentem dor e a lógica que usaram para mostrar sua possibilidade.
Pesquisas anteriores e evidências anedóticas sugeriram que os insetos não sentem dor. Por causa disso, os humanos acharam fácil prejudicá-los ou matá-los. Nesse novo esforço, o trio de pesquisa sugere que nossas suposições podem estar erradas.
Os pesquisadores começaram observando que pesquisas anteriores mostraram que animais e insetos têm sistemas fisiológicos que reagem ao que nos animais seria descrito como uma experiência dolorosa. Essas experiências foram separadas no que veio a ser conhecido como nocicepção - a diferença entre responder fisicamente a um trauma físico e qualquer possível dor associada ao evento. Ambos respondem se você cortar uma das pernas de um inseto, por exemplo.
Mas o que não ficou claro é se isso é doloroso para os insetos. Para ajudar a responder a essa pergunta, os pesquisadores usaram o que veio a ser conhecido como ordem descendente de nocicepção – onde o comportamento de nível superior pode ser associado a um evento prejudicial.
Os seres humanos demonstraram ser capazes de interromper uma resposta à dor se ocorrer durante uma emergência – algumas pessoas não percebem que foram feridas em um acidente de carro, por exemplo, até serem tratadas em um hospital. Pesquisas anteriores mostraram que isso é possível porque um evento tão traumático pode levar o cérebro a começar a produzir opiáceos. Os insetos não produzem opiáceos, observam os pesquisadores, mas produzem outros neuropeptídeos que podem servir ao mesmo propósito. Eles descobriram que esses neuropeptídeos são produzidos em insetos durante eventos traumáticos , sugerindo que eles são capazes de ordem descendente de nocicepção, o que é uma possível evidência de que eles sentem dor.
Os pesquisadores sugerem que mais trabalho precisa ser feito para determinar se os insetos realmente sentem dor e, se sentirem, como abordar as questões éticas em torno de seu tratamento por seres humanos, causando-lhes danos.
Mais informações: Matilda Gibbons et al, Descending control of nociception in insects?, Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences (2022). DOI: 10.1098/rspb.2022.0599
Isidio Calich é médico reumatologista, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Tradicionalmente, reumatismo é considerado uma doença
das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não
traumático, que acomete pessoas mais velhas.
Na verdade, a palavra reumatismo serve para designar inúmeras
enfermidades, mais de duzentas. Provavelmente, as mais conhecidas são a
artrite reumatoide e a artrose, ou osteoartrose, que afetam cartilagens e
articulações e provocam dor, deformação e limitação de movimentos. No
entanto, as doenças reumáticas acometem não só as articulações e
cartilagens, mas também órgãos internos, como coração e rins e, para a
grande maioria delas, existem fundamentos imunológicos bem definidos.
Descritos por Hipócrates, séculos antes de Cristo, os diversos tipos
de reumatismo podem manifestar-se em pessoas de qualquer idade:
crianças, jovens, adultos e idosos. Foi só nos últimos anos, entretanto,
que surgiram drogas capazes de revolucionar o tratamento clássico da
doença feito até então apenas com anti-inflamatórios.
CONCEITUAÇÃO
Drauzio – Como você define o reumatismo?
Isidio Calich – A palavra reumatismo vem do grego
(rheuma), mas seu significado foi-se modificando com o passar do tempo.
Atualmente, quando se fala reumatismo, estamos nos referindo a um grupo
bastante extenso de doenças que acometem não só as articulações,
músculos, ligamentos e tendões. Estamos nos referindo também a doenças
em que o sistema imunológico está envolvido e atacam órgãos como
cérebro, rins, coração, por exemplo.
Portanto, por englobar grupo tão grande de enfermidades, é muito
importante caracterizar o tipo de reumatismo a fim de propor tratamento
efetivo e adequado.
Drauzio – Mais ou menos quantas doenças estão classificadas como reumatismo?
Isidio Calich – Mais de 250, 300 doenças diferentes.
Algumas acometem primeiro os órgãos internos. Um exemplo é o lúpus
eritematoso sistêmico que, às vezes, começa pela inflamação do rim.
Nesse caso, os primeiros sintomas são alterações na urina (presença de
sangue e de proteína). Depois, o quadro vai se completando (as juntas
incham, inflamam os músculos) e a doença adquire características
reumáticas.
Outro exemplo é a febre reumática, doença que acomete principalmente
crianças e pode começar pelo coração e não pelas articulações. Aliás,
quanto menor a idade da criança, maior a probabilidade de
comprometimento cardíaco.
Portanto, embora não seja fácil fazer o diagnóstico exato desde o
início, atualmente, podemos contar com exames laboratoriais e um
conhecimento maior das doenças, o que torna possível caracterizar e
tratar corretamente cada tipo de reumatismo.
ARTRITE REUMATOIDE e ARTROSE Drauzio – O reumatismo pode acometer articulações, músculos,
ligamentos e tendões. Um dos principais sintomas da doença é a dor.
Todavia, dores articulares podem ocorrer por diversas razões. Às vezes, a
pessoa pisa de mau jeito ou exagera nos exercícios, e as articulações
ficam doloridas. O que diferencia a dor reumática da dor ocasional
provocada por traumatismos ou pela prática inadequada de exercícios?
Isidio Calich – Na verdade, nos dois casos, a dor
não é muito diferente. Por isso é importante levantar a história clínica
do paciente para determinar se a origem da dor é mecânica ou
inflamatória. Se a pessoa torceu o tornozelo, que inchou e continua
inflamado, obviamente a causa é mecânica e a dor é provocada por
inflamação, porque líquido se formou dentro das articulações. Em outras
palavras: a membrana sinovial que forra o interior da articulação começa
a produzir um líquido que determina o processo inflamatório. Nos casos
de reumatismo, a dor é causada por inflamação sem história de entorse,
traumatismos ou esforço repetitivo.
Drauzio – Talvez a doença reumática mais conhecida seja mesmo
a artrite reumatoide. Especialmente, nas pessoas de idade, essa doença
provoca deformidades nas articulações e as mãos adquirem características
típicas do reumatismo, que não é uma doença apenas dos idosos… Isidio Calich – Reumatismo é uma doença que acomete
crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, e existem tipos
preferenciais de acordo com a idade. A febre reumática, por exemplo,
acomete principalmente crianças. O lúpus eritematoso sistêmico, uma
doença autoimune, em geral se manifesta no sexo feminino, durante a
puberdade, quando ocorrem alterações hormonais em virtude da
transformação do sistema endócrino. Já nas pessoas de mais idade, os
tipos predominantes são, sem dúvida, a artrose e a artrite reumatoide.
Drauzio – Qual a diferença entre artrose e artrite reumatoide?
Isidio Calich – Em geral, a artrose aparece depois
dos 50 anos e evolui progressivamente a ponto de, aos 80 anos, todas as
pessoas (100%) terem uma alteração da cartilagem que, no decorrer dos
anos, vai deformando as articulações. Por que algumas pessoas sentem dor
e outras não, não é bem conhecido. Há quem descubra que tem
bico-de-papagaio na coluna, quando tira uma radiografia por outro motivo
qualquer. Do mesmo modo, pequenas deformidades nas mãos (nódulos de
Heberden) próprias da artrose podem provocar muita dor ou dor nenhuma
dependendo do paciente.
Já a artrite reumatoide é uma doença autoimune que se caracteriza por
inflamação que pode provocar também pequenas deformidades nas mãos.
Como o sistema imunológico está envolvido no aparecimento da doença, de
acordo com as características genéticas do indivíduo, sua intensidade
varia para mais ou para menos.
TRATAMENTO
a) Anti-inflamatórios e cortisona Drauzio – Quais os primeiros remédios usados no tratamento do reumatismo? Isidio Calich – Há cerca de 50 anos, os
anti-inflamatórios foram introduzidos no tratamento do reumatismo. A
cortisona começou a ser utilizada em 1948, 1950, seguida pelo sal de
ouro, este último indicado para o tratamento da artrite reumatoide. Como
se vê, são remédios antigos, mas que apresentavam muitos efeitos
colaterais, especialmente porque não se dominava o conhecimento exato de
como empregá-los com adequação.
No caso dos anti-inflamatórios, apesar de a ação dessas drogas ser,
em geral, muito semelhante entre si, durante anos, os laboratórios
procuraram encontrar novas fórmulas que trouxessem mais benefícios e
menos efeitos adversos. Já existem, por exemplo, medicamentos que atacam
menos o tubo digestivo. No entanto, às vezes, ainda surgem problemas.
Recentemente, atribuiu-se ao uso contínuo de um anti-inflamatório a
maior incidência de comprometimento cardíaco e ele foi retirado do
mercado.
Drauzio – Qual é o princípio básico da ação dos anti-inflamatórios?
Isidio Calich – Basicamente, eles inibem a produção
de prostaglandina, um mediador da inflamação responsável pelo
aparecimento do líquido que se forma com a inflamação. Inibindo a
produção de prostaglandina, há menor transudação de células e de líquido
para dentro da articulação.
Drauzio – O que é transudação?
Isidio Calich – Na doença inflamatória da
articulação, os vasos sanguíneos dilatam, o que permite a passagem de
líquido e células para dentro da articulação, ou seja, a transudação de
líquido e células para dentro da articulação.
Drauzio – O mecanismo de ação dos derivados da cortisona é o mesmo dos anti-inflamatórios?
Isidio Calich – Não, eles atuam em diferentes níveis
da inflamação. A cortisona inibe outras etapas do processo
inflamatório. Na realidade, ela é o mais potente anti-inflamatório que
existe.
Drauzio – A cortisona revolucionou o tratamento das doenças reumatológicas.
Isidio Calich – A história da cortisona é
interessante. Quando foi desenvolvida, antes de 1950, os primeiros a
utilizá-la acharam que tinham encontrado uma forma de curar os pacientes
com doenças reumáticas. Sem o conhecimento exato de como deveria ser
prescrita, empregavam doses muito altas e os sintomas desapareciam
completamente. Aliás, como acontece ainda hoje, se doses muito altas
forem ministradas, o doente tem a impressão de que realmente está
curado. Com o tempo, porém, ele se torna resistente à cortisona e passa a
demandar doses cada vez maiores. Acontece que os efeitos colaterais da
cortisona podem ser graves: osteoporose, catarata, fraturas precoces,
hipertensão arterial, diabetes só para citar alguns deles. Portanto,
cortisona mal utilizada pode causar em problemas sérios. Aquilo que se
admitia como cura em 1950, hoje se sabe que é apenas um
anti-inflamatório potente que pode e deve ser usado quando a inflamação é
intensa e retirado o mais rápido possível para evitar efeitos adversos.
b) Imunossupressores
Drauzio – No tratamento das doenças reumatológicas, os
anti-inflamatórios, de um lado, e os derivados da cortisona, de outro,
eram as armas de que dispúnhamos até recentemente para inibir o processo
inflamatório. O que há de novo e eficaz nessa área?
Isidio Calich – Entre o uso de anti-inflamatórios e
da cortisona e os remédios de última geração, foram introduzidos os
moduladores da inflamação, ou seja, drogas que inibem a produção de
citocinas pelos linfócitos, as células mais envolvidas no processo
inflamatório. Essas drogas impedem que as citocinas atuem levando à
progressão da doença.
Esses imunossupressores clássicos, drogas que diminuem a resposta
imunológica e, consequentemente o processo inflamatório, também são
usados no tratamento de neoplasias, em câncer. Porisso, o paciente se
assustava – e até hoje se assusta -, quando o remédio é indicado. “Mas, esse remédio minha vizinha que tem câncer está tomando. Eu também estou com câncer?”, pergunta.
Na verdade, as doenças autoimunes e as doenças imunológicas têm certa
proximidade com as doenças neoplásicas quanto às bases, embora
percorram caminhos diferentes. No entanto, com o uso de quimioterápicos,
em doses mais baixas, sem nenhum dos efeitos colaterais que podem
ocorrer no tratamento das neoplasias, conseguimos controlar as doenças
reumáticas.
c) Outras drogas
Drauzio – Que outras drogas podem ser usadas no tratamento dos reumatismos?
Isidio Calich – O avanço da engenharia genética e o
melhor conhecimento das doenças permitiram a formação de compostos mais
específicos para o tratamento do reumatismo. Por exemplo, sabe-se que um
mediador da inflamação chamado TNF (fator de necrose tumoral) produzido
pelas células agrava as doenças inflamatórias, especialmente alguns
tipos de reumatismo. Drogas que inibem a formação do TNF têm mostrado
resultados muito bons para a maioria dos pacientes. É importante dizer,
porém, que não representam a cura para a doença, mas uma forma de
controlá-la melhor. Isso precisa ser bem explicado para o paciente que
vai utilizá-las.
Como o tratamento é longo e elas são extremamente caras, hoje, num
país como o nosso, é um problema fazer uso delas de maneira ampla.
Então, resta seguir a conduta convencional. Às vezes, é possível
controlar a doença com drogas anti-inflamatórias associadas a um
modulador da inflamação. A cloroquina, por exemplo, indicada para
tratamento da malária, funciona bem nas doenças reumáticas. Se os
resultados não são satisfatórios, introduzem-se os imunossupressores. Já
que 80%, 85% das doenças reumáticas podem ser controladas com esses
medicamentos, é um erro introduzir drogas extremamente modernas e caras
sem experimentar a resposta às drogas convencionais. Agora, quando a
doença é muito agressiva e não se consegue controlá-la dessa forma, tem
que se considerar o emprego desses agentes biológicos que representaram
grande avanço no tratamento das doenças reumáticas.
Drauzio – Deixando de lado o preço desses medicamentos, qual foi o impacto que representaram na evolução das doenças reumáticas?
Isidio Calich – Estamos usando essas drogas desde
que surgiram, em 1999, e realmente elas mudaram o curso de certas
doenças, por exemplo, da artrite reumatoide, uma vez que favorecem a
regressão dos sintomas mais intensos e impedem a formação de erosões, ou
seja, impedem a destruição da cartilagem e do osso, o que leva a
deformidades.
Trabalhos têm mostrado que usadas a longo prazo essas drogas detêm o
avanço da artrite, não em todos, mas em número significativo de
pacientes.
Drauzio – Alguns reumatologistas defendem que as drogas mais
modernas deveriam ser usadas desde o início, porque mudam a evolução
natural da história da doença.
Isidio Calich – No último congresso realizado em
Veneza, no final do semestre de 2005, foram apresentados vários
trabalhos no tratamento da “muito precoce artrite reumatoide”
(anteriormente a classificação começava em “artrite reumatoide
precoce”), isto é, antes das manifestações da doença. Feito o
diagnóstico, a proposta é iniciar o tratamento com essas drogas caras,
mas ainda não existem dados que comprovem se realmente trazem benefícios
em termos de resultados futuros. Não resta dúvida, entretanto, que o
impacto econômico será um desastre, se considerarmos a hipótese de
utilizá-las no Brasil, onde a população com artrite reumatoide é de 2,5
milhões, 3 milhões de habitantes. Drauzio – Na verdade, o preço dessas drogas torna sua utilização inviável no mundo inteiro, não só no Brasil.
Isidio Calich – Esse é um aspecto importante a ser
levado em conta. Além disso, é preciso reforçar a ideia de que existe
boa resposta ao tratamento correto realizado com as drogas clássicas.
Portanto, primeiro, deve-se tentar o esquema convencional adotado em
qualquer país do mundo. Se o paciente não responder, aí então médico e
paciente devem conversar sobre a utilização das novas drogas.
PERGUNTAS ENVIADAS POR E-MAIL
Ana Lucia Reis Dauzacker – Vitória/ES – O reumatismo pode causar doenças no coração? Isidio Calich – Às vezes, na criança, a febre
reumática começa pelo coração. Febre reumática é uma infecção por um
agente chamado estreptococo, que se instala na garganta e é eliminado
pelo sistema imunológico. No entanto, depois de 10, 15 dias, pode
ocorrer uma resposta imunológica que relaciona esse agente com o próprio
organismo. É como se a resposta imunológica contra o agente se desse
também contra os tecidos do organismo. Por quê? Hoje, está bem
demonstrado que existe semelhança entre certos antígenos dessa bactéria e
os antígenos da válvula cardíaca, do miocárdio. É um mimetismo de
resposta, que não vale para toda a população. Só vale quando existe um
padrão genético que determine a resposta contra a válvula cardíaca,
contra o coração.
Artrite reumatoide de longa evolução, lúpus eritematoso sistêmico, a
esclerodermia (doença sistêmica autoimune que acomete principalmente a
pele) são outros tipos de reumatismo que também podem atacar o coração.
Maria Guilherme Marutani – Bauru/SP – Existe uma maneira de prevenir o reumatismo?
Isidio Calich – A pessoa que vai desenvolver
reumatismo tem um padrão genético herdado que favorece o aparecimento da
doença. Modificar esse padrão genético é tarefa da medicina no futuro.
Hoje, ainda não é possível. Se a pessoa nasceu com o carimbo que, aos 30
anos, vai ter artrite reumatoide, não há como evitar que isso aconteça.
O que se pode fazer é introduzir o tratamento adequado assim que
aparecem as primeiras manifestações da doença para impedir que ela
progrida.
Ana Maria Costa – São Paulo/SP – Reumatismo é doença só de gente velha?
Isidio Calich – Não é. Nos meus anos de experiência,
o paciente mais jovem que atendi foi uma criança do sexo masculino de
sete meses com artrite reumatoide. E o mais velho, um senhor de 96 anos,
que desenvolveu lúpus ertematoso sistêmico desencadeado por drogas.
Lucia Guglieminh – Rio de Janeiro/RJ – É provocada pelo reumatismo a dor que se sente nas juntas das mãos e dos pés quando está para chover?
Isidio Calich – Dor nas juntas com tempo frio, água
gelada, mudança rápida de temperatura, pode ser indicativo de uma
sensibilidade individual a esses fenômenos atmosféricos ou térmicos. Não
é dor reumática. Drauzio – Como reagem os portadores de artrite reumatóide à variação de temperatura?
Isido Calich – Em geral, pioram no inverno. Mas o
estresse ainda é o elemento externo que mais favorece a piora dos
sintomas do reumatismo, de todos os reumatismos. Às vezes, o mesmo fator
externo provoca resposta estressante diferente nos indivíduos. Esse é
um ponto que deve ser levado em consideração no tratamento de pacientes
com reumatismo.