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sexta-feira, 24 de julho de 2015

DEGRADAÇÃO AMBIENTAL

BRASIL É UMA PIADA ATRÁS DA OUTRA

relatório que proíbe explorar gás de xisto no Brasil...sério?


cassilandia jornal dep ricardo tripoliA Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana relatório do deputado Ricardo Tripoli (SP) ao Projeto de Lei 6904/2013. A proposta estabelece moratória de cinco anos para exploração de gás xisto no Brasil.

Conforme o texto, durante esse tempo, o Poder Público deverá fixar regras para a exploração do gás, de modo a evitar danos ao meio ambiente e prover a segurança das pessoas que atuam na indústria. Além disso, o governo deverá revisar critérios vigentes para a concessão de autorizações de exploração e promover estudos para atualizar a tecnologia de exploração do gás, tornando-a ambientalmente sustentável e segura para os trabalhadores.
Deputados ambientalistas ajudaram a aprovar o parecer de Tripoli favorável à proposta. A exploração de gás de folhelho (xisto) está associada a graves prejuízos ao meio ambiente e é motivo de severas críticas por parte de órgãos ambientais, cientistas, ambientalistas e Organizações Não Governamentais.
O gás de xisto, também chamado de gás não convencional, é um gás natural encontrado em uma rocha sedimentar porosa de mesmo nome. O gás é basicamente o mesmo que o derivado do petróleo, mas a forma de produção e o seu envólucro são diferentes.

A técnica de extração de gás não convencional – como é o gás de xisto – é o fraturamento hidráulico com perfuração horizontal, chamado de fracking. Trata-se de um processo onde se insere água com componentes químicos no subsolo para literalmente quebrar rochas sedimentares, que liberam gás e óleo.
De caráter conclusivo, a proposta ainda será analisada pelas comissões de Minas e Energia e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Cassilândia Jornal - 17/07/2015

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ambientalistas alertam que exploração de gás xisto pode causar terremoto

Ambientalista irão realizar uma manifestação, no dia 31 de janeiro, na Ponte Estaíada, em Teresina, contra a exploração de gás xisto na Bacia do Rio Parnaíba. O estado já leiloou dois blocos,e uma liminar barrou o inicio das atividades. 

Segundo a ambientalista Tânia Martins os prejuízos para o meio ambiente com a exploração do gás são inestimáveis, podendo causar até terremotos, em uma área de 2 km de onde é retirado.
"O gás é explorado a cerca de 3 km de profundidade, e o transporte até a superfície pode, acarretar danos ao meio ambiente, causando até terremotos em um raio de 2 km de onde é retirado, além de deixar substancias químicas no lençol freático", afirmou.

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) já leiloou dois blocos para exploração no Piauí, que ficam na Bacia do Rio Parnaíba, na cidade de Floriano, mas o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública, pedindo que não se inicie a atividade no estado.

"Nós entramos com uma ação no MPF para poder impedir essa exploração, e ganhamos à liminar. Se a ANP descumprir a decisão será aplicada uma multa no valor de R$ 500 mil para cada bloco licitado indevidamente ou para cada bloco em que forem iniciadas as operações", afirma Tânia Martins.
O gás de xisto é um gás natural encontrado em uma rocha sedimentar porosa de mesmo nome. O gás é basicamente o mesmo que o derivado do petróleo, mas a forma de produção e o seu envólucro são diferente. Para sua exploração é necessário o uso de pressão hidráulica, junto com 600 produtos químicos, o que no decorrer do processo acarreta prejuízos ao meio ambiente.

"A exploração desse gás é prejudicial ao meio ambiente e a população que mora no entorno de onde se extraí o gás. Se em países como os Estados Unidos, que tem toda uma tecnologia danos são registrados imagine em um estado sem tanta tecnologia como o Piauí" afirma a ambientalista, uma das organizadoras do protesto.

A manifestação será realizada no dia 31 de janeiro às 16 horas na Avenida Raul Lopes, zona leste de Teresina, e irá até a Ponte Estaíada. "Nós esperamos contar com a presença de toda a sociedade, para combatermos, mais uma atividade que pretende acabar com o meio ambiente do nosso estado", disse Tânia Martins
27/01/2014 - Por Amanda Dourado