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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Tipos de bactérias

O Dr. Ariovaldo Nuvolari (Unicamp) traz alguns tipos de bactérias presentes em seu livro Dicionário de Saneamento Ambiental

Seres unicelulares e procariontes, as bactérias são classificadas no Reino Monera. Existem milhares de espécies conhecidas que apresentam formas, habitats e metabolismo diferentes.

Alguns desses microrganismos são causadores de doenças, mas também há bactérias com grande importância ecológica (como as espécies fixadoras que participam do ciclo do nitrogênio e as decompositoras da cadeia alimentar) e econômica (usadas em vários processos industriais).
Bactérias. (Imagem: PublicDomainPictures/Pixabay)

As bactérias podem viver no ar, na água, no solo, dentro de outros seres vivos, e até em locais de altas pressões e condições completamente inóspitas à maioria dos seres vivos.
  • Bactérias acidificantes – também conhecidas como bactérias fermentivas, ou bactérias anaeróbias. Tem capacidade de decompor a matéria orgânica solúvel (açúcares, aminoácidos, peptídeos) e produzir ácidos orgânicos de cadeia longa, propionatos, butiratos, etc., que tem tendência à acidificação do meio;
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  • Bactérias aeróbias – Aquelas que vivem na presença de oxigênio livre;
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  • Bactérias anaeróbias – Vivem na ausência de oxigênio livre;
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  • Bactérias autotróficas – Podem produzir seu próprio alimento através de fotossíntese (usando a luz solar, o dióxido de carbono e a água) ou da quimiossíntese (usando água, dióxido de carbono e produtos químicos como a amônia). Estas últimas, também chamadas de fixadoras de nitrogênio, são encontradas nas raízes de algumas leguminosas;
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  • Bactérias clorofiladas – São bactérias autotróficas, que possuem clorofila e sintetizam seu próprio alimento por fotossíntese;
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  • Bactérias do solo – O solo é um habitat favorável à presença de bactérias e outros micro-organismos. Na camada superior de um solo fértil (primeiros 15 cm de profundidade), existem cerca de quatro toneladas por hectare de bactérias e fungos;
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  • Bactérias entéricas – Ocorrem normalmente ou patogenicamente no intestino de homens e animais;
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  • Bactérias facultativas – São aquelas que podem viver tanto na presença quanto na ausência de oxigênio;
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  • Bactérias ferruginosas – Na natureza metabolizam o ferro em meio neutro ou ligeiramente ácido.

Tudo a ver

sábado, 12 de dezembro de 2015

PRATA MATA BACTÉRIAS?

SIM !!!!

 Como?

 Então vamos entender como acontece, ok?
Vulgarmente falando ou de modo simplificado diz-se que a prata mata as bactérias por asfixia. na verdade, é um processo um pouco mais complexo, onde a prata mata a bactéria por oxidação.
Vamos primeiro entender o que é uma bactéria.

 Bactéria

Bactéria (do grego βακτηριον, bakterion: bastão) é um domínio de micro-organismos unicelulares, procariontes (desprovidos de envoltório nuclear e organelas membranosas), antes também chamados Schizomycetes, pertencentes ao Reino Monera.

As bactérias são geralmente microscópicas ou submicroscópicas (detectáveis apenas com uso de um microscópio eletrônico). Suas dimensões geralmente não excedem poucos micrômetros, podendo variar entre cerca de 0,2 µm, nos micoplasmas, até 30 µm, em algumas espiroquetas. Exceções são as bactérias Epulopiscium fishelsoni isoladas no tubo digestivo de um peixe, com um comprimento compreendido em 0,2 e 0,7 mm e Thiomargarita namibiensis, isolada de sedimentos oceânicos, que atinge até 0,75 mm de comprimento.

Segundo o sistema taxonômico proposto por Robert Whittaker em 1969, constituíam o reino Moneras, juntamente com as chamadas “algas azuis” ou “cianofíceas” – hoje mais corretamente chamadas cianobactérias, .
A classificação (2003) proposta por Thomas Cavalier-Smith reconhece dois domínios:
Prokaryota, compreendendo Archaea e Bacteria;
Eukaryota, que inclui todos os demais organismos, tanto unicelulares quanto pluricelulares.
As bactérias podem ser encontradas na forma isolada ou em colônias. Podem viver na presença de ar (aeróbias), na ausência de ar (anaeróbias) ou, ainda, ser anaeróbias facultativas. Estão entre os organismos mais antigos, com evidência encontrada em rochas de 3,8 bilhões de anos.
Bactérias são os organismos mais bem sucedidos do planeta em relação ao número de indivíduos. A quantidade de bactérias no intestino de uma pessoa é superior ao número total de células humanas no corpo dela, por exemplo.

 Prata ionizada é a eficaz contra as bactérias

A prata é tida como um metal de transição na literatura química, juntamente com o cobre e ouro. Eles são metais que são mais pesados ​​do que a vida dando metais leves, tais como sódio, cálcio, potássio e, ainda mais leve do que os metais pesados ​​tóxicos, como o chumbo, arsênio e mercúrio. Ouro e prata são considerados metais nobres porque tendem a não reagir facilmente para formar compostos. Os metais de transição são conhecidos pelas suas propriedades catalíticas.

Apesar de prata iônico (tal como qualquer composto de prata dissolvido em água) tem muito pouco ou nenhum efeito catalítico, e prata macroscópica tem pouco efeito. Entretanto, a prata muito pó fino torna-se um excelente catalisador de oxidação. Começando com prata atômica ou iônica, os efeitos catalíticos aumentam com o tamanho de partícula até atingir um pico em algum valor, em seguida, cai para um nível muito mais baixo quando as partículas se aproximam do comprimento de onda da luz.
Isso é fácil de explicar, examinando como um catalisador funciona. Cada átomo de prata carregado positivamente irá atrair um átomo ou molécula carregada negativamente. Uma vez que eles tocam, a carga é neutralizada. Se tiver mais do que um átomo carregado positivamente de prata numa partícula, então cada um pode atrair um átomo ou partícula carregada negativamente. Se um grupo de átomos de prata se liga com duas partículas carregadas negativamente, tais como o oxigênio e algo mais, estas duas partículas deixarão eletrostaticamente, repelem-se mutuamente, mas serão trazidos em conjunto e reagem, oxidando a partícula.
Quanto maior for a partícula, os átomos de prata carregados mais positivamente podem atrair oxigênio e outras partículas carregadas negativamente para a superfície. No entanto, se o tamanho de partícula se torna muito grande, então a quantidade de prata escondida no centro da partícula significará que o aumento na massa, que sobe com o cubo do diâmetro, está a aumentar mais rapidamente do que as áreas de superfície ativos, que sobe na praça do diâmetro. O efeito catalítico picos assim em algum tamanho das partículas e diminui em relação à quantidade de prata se o tamanho é aumentado ainda mais.
As bactérias vêm em duas formas – anaeróbio e aeróbio.
No início deste século, foi descoberto pelo Dr. Gram que ele poderia manchar bactérias com uma coloração de Gram especialmente preparado, e que, em boas bactérias gerais manchados, mas as bactérias patogênicas não mancha. Foi descoberto mais tarde que as bactérias patogênicas são carregadas negativamente. As bactérias patogênicas são anaeróbias, e se oxidada vai morrer. Assim, para prevenir a oxidação, elas possuem uma enzima especifica para repelir o oxigênio carregado negativamente. Se esta enzima é desativada de modo a que eles perdem esta capacidade de carregar negativamente, ou, se o oxigênio é fornecido sob uma forma tal que é reativo a agentes patogênicos carregados negativamente, tais como água de ozono ou peróxido de hidrogênio, as bactérias irão se oxidar e a reação é, em última instância letal para o agente patogênico.

Segue-se então que as bactérias carregadas negativamente, e de oxigênio carregados negativamente, ambos serão atraídas e se ligarão com partículas de prata. Uma vez que a carga negativa é neutralizada através de uma transferência de elétrons com a partícula de prata cada agora pode facilmente se combinar com o outro, e vai fazê-lo, a oxidação do agente patogênico e destruí-lo.
Especificamente, foi determinado que com as bactérias anaeróbias e vírus de oxigênio reagem com os grupos sulfidrilo (-SH) em torno da superfície e remove o átomo de hidrogênio (convertendo-o em água), de modo que os átomos de enxofre formam uma ligação -RSSR. Isto interfere com proteínas de transporte ou membrana do organismo e vão desativá-los. (5)

Não só, ela pode resultar na oxidação catalítica das bactérias ou outros agentes patogênicos, mas uma vez que quase todos os patógenos são negativamente carregados e a prata é carregada positivamente, a prata e o patógeno são atraídos um pelo outro através de uma atração estática causando interações muito mais rápidas e, distâncias muito maiores do que seria esperado por pura chance de colisão.
No entanto “bactérias aeróbias, aqueles que usam o oxigênio na respiração, não carregam uma carga negativa. Isso permite que as bactérias boas atraim o oxigênio de que necessitam para respirar. Seria de se esperar que as bactérias aeróbias não fossem mortas pela prata.
No entanto, exames realizados na Universidade de Tennessee sob os nossos sentidos mostrou que a prata coloidal também é bastante eficaz em matar bactérias aeróbias. O método pelo qual as bactérias aeróbias são mortos ainda está sob investigação.
Foi previamente pensado que a razão que a prata coloidal não afeta as boas bactérias no intestino foi porque ela não matou bactérias boas. Nós provamos que isso é falso. Outras investigações indicam que a prata coloidal é incapaz de se mover e interagir com as bactérias quando em um gel ou matriz sólida.
Isto em conjunto com o fato de que a maioria, se não todos da prata, quando o tamanho da partícula é correto, vai ser absorvido através da mucosa do estômago e para a corrente sanguínea, provavelmente contas para a falta de matar as bactérias boas no intestino.

Importância do Tamanho da partículas

Deve ficar claro agora por coloides de prata são extremamente eficazes na destruição de bactérias patogênicas, mas não afetam as boas bactérias no intestino ou células de mamíferos. No entanto, os relatórios sobre a eficácia de coloides de prata, quando comparado com antibióticos normais, ainda parecem pôr em causa por que a prata é muito mais eficaz, muitas vezes perspectiva de cura em horas, quando poderosos antibióticos pode levar dias ou semanas.
Por  isso a importância de se usar a amperagem correta na produção da prata, para se obter o tamanho correto de coloides para fins terapêuticos.
Há uma série de razões pelas quais a  prata parece ter muito mais eficácia do que os antibióticos normais.

Aqui estão algumas delas:
  1. Prata coloidal é carregado positivamente; a maioria dos antibióticos não carregam uma forte carga positiva. Isso faz com que a prata para buscar praticamente fora e destruir os agentes patogênicos, em vez de simplesmente ter que se deslocar até acontecer de chocar-se com outro. Este efeito é muito apropriadamente referido como o “Silver Bullet” efeito por Beck.
2 Prata mata imediatamente por oxidação do agente patogênico. Os antibióticos não afetam vírus em tudo, e para as bactérias só vai matar as bactérias quando se tenta dividir (tipo penicilina, antibióticos) ou que possa impedir o patogeno da divisão (antibióticos do tipo tetraciclina). No primeiro caso, podem levar as bactérias vários dias antes de tentar dividir; e, no segundo caso, as bactérias não é morto de todo, mas apenas impedido de se replicar. Em ambos os casos, o sistema imunitário deve cuidar da maior parte ou de todos os agentes patogênicos.
Isso mostra que um sistema imunológico debilitado pode interferir na ação do antibiótico normal.
Com a prata, eles são simplesmente mortos imediatamente.
  1. A prata é um catalisador. Assim, logo que uma partícula de prata oxidou um agente patogênico, o patógenoperde a sua carga negativa e flutua para longe, e a prata é livre para atacar outro agente patogênico. O antibiótico geralmente liga-se com o agente patogênico e para cada fungo destruído, uma partícula ou molécula do antibiótico é usada acima.
O resultado é que a prata vai geralmente matar muito mais rápido do que um antibiótico. O lado negativo disso é que a alta e rápida taxa de matar pode resultar em reação ou cura crise de Herxheimer . O corpo simplesmente não tem tempo para eliminar a enorme quantidade de toxinas e patógenos mortos que pode resultar de água de prata.

Por isso a importância de uma alimentação alcalinizada e sadia e muito liquido.
Outras terapias que funcionam de forma semelhante, como a água ozonizada são relatadas por causar o mesmo problema. É altamente recomendável nunca dar inicialmente doses terapêuticas altas de prata coloidal para uma pessoa gravemente doente, mas para dar pequenas quantidades inicialmente e trabalhar até doses terapêuticas em um par de dias.Isso permite que a taxa de mortalidade de ser mantida onde o corpo pode eliminar os patógenos mortos e toxinas sem estresse. É claro, beber grandes quantidades de líquidos podem ajudar a eliminar as toxinas e deve ser incentivada.

Outros possíveis efeitos negativos

Como a maioria das pessoas sabe, a prata é usado como ingrediente foto-sensível em quase todos os processos fotográficos. Compostos de prata, quando exposto à luz, muitas vezes resulta na prata ser reduzida para prata atômica ou metálica. Então, na presença de um promotor, qualquer composto de prata que contactam com as partículas de prata também irá sofrer uma reação de redução, o alargamento da partícula de prata.

Enquanto este processo é essencial para a fotografia, que é indesejável na pele de uma pessoa. É considerado por muitos que o motivo que o royalty (reis e rainhas) há muito tempo eram chamados de sangue azul é porque a prata das taças e louças reagiriam com ácidos em suas bebidas e alimentos, então precipitar em sua pele, dando-lhes uma cor azulada.
Sabe-se que o consumo de compostos de prata, tal como nitrato de prata, seguido por exposição à luz solar pode resultar em um ou anilagem envelhecimento da pele, uma condição médica chamada argyria. Como se vê, uma série de produtos químicos que podem aparecer no sangue tornar os desenvolvedores bastante eficazes. A cafeína e taninos são apenas dois deles .

Por isso o FDA alerta em um de seus artigos que 905 dos caos de Argyria são provenientes da ingestão de nitrato de prata a e outros sais. As pessoas de forma irresponsável e sem orientação conhecimento fazem a prata achando ser coloidal, tomam em grandes quantidades durante muito tempo.
Felizmente, a prata coloidal, quando feita pelo processo eletrolítico em água destilada pura, sem quaisquer sais que está sendo adicionado, não produz compostos de prata. Assim, chapeamento de prata de prata coloidal não é possível; as partículas de prata já são reduzidas a prata pura, e são mutuamente repulsa, por causa de suas cargas positivas.
No entanto, se a prata coloidal é feita a partir de sais de prata por redução química, (como os produtos de nível elevado são ppm) vestígios de sais de prata pode permanecer.
Embora a prata metálica seja não-tóxica para os mamíferos, sais de prata são venenosas por causa dos catiões associados, e pode resultar em argyria , ou seja, outros compostos ou sais presentes na água..
Além disso, quando a prata coloidal é feita pelo processo eletrolítico e sal ou sal marinho é adicionado, sais de prata vão ser produzidos, bem. Apesar de, em caso de emergência, seria sábio fazer sua própria água de prata com técnicas previamente dadas pelo Dr. Beck, para uso a longo prazo todos exposição a sais de prata deve ser evitada. Deve-se usar apenas água destilada pura e a prata, compostos de sais aditivados deve-se ser usado somente por pessoas conhecedoras do processo e profissionais habilitados.
O uso de sal de cozinha (cloreto de sódio) irá produzir algum cloreto de prata. Isto é indesejável, e embora a quantidade de cloreto de prata é limitada por esta solubilidade em água fria a 89 PPM (6), isto é ainda uma quantidade significativa de composto de prata comapared com o montante na própria coloide (5 a 10 ppm).

O uso do sal do mar que muitas pessoas recomendam é especialmente preocupante. O sal marinho contém muitos compostos, incluindo vários nitratos e flúor. Muitos dos compostos podem combinar-se com prata para produzir compostos de prata. Especificamente prata pode combinar com nitratos formando um sal de nitrato de prata altamente solúvel e tóxico e com fluoreto de produzir fluoreto de prata altamente solúvel e tóxico. Nitratos com sal marinho pode chegar ao máximo de 20 ppm, e fluoretos são tipicamente 40 ppm (7).
Por conseguinte, a prata coloidal deve ser feita com água destilada pura para evitar a formação de quaisquer compostos de prata tóxicos. Se se deve utilizar um agente acelerador, em seguida, adicionando uma pequena quantidade de prata coloidal previamente produzido é recomendado, sobre a adição de qualquer tipo de sal.

Eficácia versus tamanho de partícula

Várias publicações indicam que para a absorção através da parede do estômago, as partículas devem ser 0,015 micron (15 nm) ou menor. Tradicionalmente, o tamanho de partícula foi determinado por microscopia electrônica. Esta técnica é bastante lento e tedioso, resultando num processo que é tanto lenta e imprecisa. A banda de absorção de coloides de prata aumenta em comprimento de onda, como o tamanho das partículas aumenta. Isto permite uma medição qualitativa sobre as dimensões das partículas em um coloide por utilização de um photospectrometer digitalização. Prata iônico tem uma banda de absorção no UV, e portanto, é praticamente claro. À medida que mais átomos de agregar em uma partícula, a banda de absorção se move da uv para o violeta, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho.

Uma vez que a cor de uma substância é o complemento da cor absorvida, a prata coloidal vai passar de claro a muito leve amarelo, ouro, alaranjado, vermelho, azul e verde. (CC) p 65. Os coloides que contêm uma vasta gama de tamanhos podem absorver comprimentos de onda no espectro resultante em castanho e preto. É geralmente aceite que apenas clara de coloides de prata luz ouro possua partículas de tamanho suficientemente pequeno para serem eficazes, e para ser capaz de atingir a corrente sanguínea.

É nesse processo que as bactérias são mortas pela prata ionizada, carregada positivamente pela eletricidade e todos esses detalhes que passam desapercebidos de todos na produção da prata coloidal com água pura e destilada, que muitos não gostam , mas é assim que deve ser, pela configuração da fonte relativo a amperagem para que se possa produzir partículas de tamanho adequado para serem absorvidas para a corrente sanguínea sem danificar as bactérias intestinais, sobre a dosagem e o início do tratamento para que o organismo não se sature de patogênicos mortos, enfim, detalhes importantes que ninguém da importância e nós tentamos chamar sua atenção para eles.

Por isso seja responsável ao fazer e ao usar, pergunte, estude e leia muito.

domingo, 4 de março de 2012

Giant Viruses Revive Old Questions About Viral Origins

 Science
Vol. 335
no. 6072 p. 1035
DOI:
10.1126/science.335.6072.1035 

University of Aix-Marseille microbiologist Didier Raoult's 2004 discovery of Mimivirus—and several other giant viruses identified since then—has challenged the view that viruses are not alive.
Figure
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Megavirus chilensis (left) strengthened the case that giant viruses share a common ancestor. Didier Raoult believes they form a fourth domain, pictured here in magenta in a drawing from his lab.
CREDITS (TOP TO BOTTOM): © 2010 M. BOYER ET AL., PLOS ONE, 5, 12 (2 DECEMBER 2010); D. ARSLAN ET AL., PNAS 108 (18 OCTOBER 2011)
 
Where did viruses come from? And are they alive? Didier Raoult's 2004 discovery of the Mimivirus—and several other giant viruses identified since then—has brought those questions, debated for a century, back to the scientific fore. 

When viruses were discovered in the early 20th century, some scientists saw them as the missing link between the inanimate world and living organisms—a group that predated and perhaps gave rise to cells. But genetic data collected later supported an opposing view, in which viruses emerged from pieces of genetic material and other molecules broken out of cells; they would evolve further by stealing more genes from cellular organisms. This view suggests that viruses aren't part of the tree of life but are an ever-changing sideshow to its three domains: the Archaea, Bacteria, and Eukarya. In 2000, the International Committee on Taxonomy of Viruses officially declared that viruses are not alive.
The genetic makeup of the Mimivirus has challenged this view. The viral giant is endowed with many genes encoding the enzymes that repair DNA, correct errors occurring during its replication, produce mRNA transcripts from genes, and translate those mRNAs into proteins. These so-called informational genes had so far been considered hallmarks of living things. Known viruses hijack the products of these genes from the cells they infect to replicate; the Mimivirus genes had never been found in viruses before. Based on the genome, Raoult and others have concluded that this class of virus has likely inherited its giant genome from an ancient viral ancestor endowed with the entire protein-translation machinery rather than picking up the genes piece by piece.
Not everybody was convinced. In 2008, David Moreira of the University of Paris-Sud in Orsay and his colleagues published an analysis showing that 126 Mimivirus genes have counterparts in cellular organisms, which they said supported the view that, despite its extreme size, Mimivirus has evolved by picking up genes here and there. 

Raoult stuck to his guns, and in a paper published in 2010 proposed a theory that went further: Not only does Mimivirus belong in the tree of life, but nucleocytoplasmic large DNA viruses (NCLDVs), the class to which it belongs, trace their origin to the very beginning of life on Earth, forming a fourth domain alongside the three well-established ones. His view was based on a phylogenetic analysis of eight DNA-processing genes shared by NCLDVs and the three known branches of life, in which the NCLDVs' versions seemed to form a separate cluster. 

But constructing such phylogenies reaching back eons is tricky business, because similarities in genes don't always reflect shared ancestry; the same DNA sequence may have arisen independently in genes of different origins, a process called convergent evolution. In a paper published in June 2011, a team led by Eva Heinz of Newcastle University in the United Kingdom repeated Raoult's analysis but used different models of evolution that take this phenomenon into account. In their phylogenetic trees, the fourth domain evaporated, and the NCLDV genes were spread out over the other branches of life.
For now, Raoult's position in this debate has few supporters. But the idea that giant viruses share ancient common ancestors was bolstered by a paper published in the Proceedings of the National Academy of Sciences last October by Jean-Michel Claverie of the University of Aix-Marseille—once Raoult's collaborator but no longer on speaking terms with him. Claverie recently isolated Megavirus chilensis, a virus distantly related to Mimivirus but even bigger, off the coast of Chile. In the paper, he reported that Megavirus shares 53% of its genes with Mimivirus; of seven genes encoding key steps in protein translation, four have a homolog in Mimivirus and had never been found in a virus before. “This rules out the scenario whereby those genes were acquired independently by both viruses,” Claverie says. Even Moreira says the paper won him over for a common viral ancestor between the two viruses. 

Edward Holmes, a virus evolution specialist at Pennsylvania State University, University Park, notes that ongoing fishing expeditions for new viruses—not just the giant ones—are likely to resolve the origins of these infectious agents. “It's naïve to say that we understand the history of the evolution of viruses based on current samples,” Holmes says. “There may be undiscovered viruses on our planet, some completely novel.”