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Cientistas
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Datas
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Feitos / Contribuições
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Giordano Bruno
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(1548-1600)
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Monge dominicano, teólogo,
filósofo e poeta; defendeu a evolução do mundo, mas foi queimado na figueira
do Santo Ofício.
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Zacharias Janssen
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(1585-1632)
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Fabricante de óculos; inventou
o microscópio em 1591, junto com
seu pai Hans Janssen.
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René Descartes
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(1596-1650)
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Filósofo, físico e
matemático francês; acreditava na evolução do mundo e dos seres vivos, mas
não contradisse a igreja.
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Francesco Redi
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(1626-1697)
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Biólogo florentino;
combateu a teoria da geração espontânea em 1668 (frascos com gases; larvas).
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Antoni van Leeuwenhoek
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(1632-1723)
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Comerciante holandês e
naturalista aperfeiçoou microscópios (uma lente – microscópio simples) e
utilizou-os; defensor da geração espontânea; contribuição Bio celular
(fibras, bactérias, protozoários).
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Robert Hooke
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(1635-1703)
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Físico experimental
inglês; construiu microscópio mais potente que o de Leeuwenhoek (duas lente e
um tubo de metal – microscópio composto) como o de Jansen e inventou também o
barômetro; Lei da Elasticidade
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Nicholas Steno
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(1638-1686)
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Bispo católico e
cientista dinamarquês; observou os fósseis e admitiu mudanças biológicas ao
longo do tempo; geologia.
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Carl Von Linnaeus
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(1707-1778)
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Biólogo sueco; Systema Naturae; classificação
biológica (1766-1768).
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John Needham
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(1713-1781)
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Biólogo inglês;
defendia geração espontânea (caldos nutritivos); força vital.
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Lazzaro Spallanzani
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(1729-1799)
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Padre e biólogo
italiano; refutou a geração espontânea; erros de Needham.
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Erasmus Darwin
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(1731-1802)
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Médico, poeta e
naturalista inglês e avô de Charles Darwin.
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Jean-Baptiste Lamarck
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(1744-1829)
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Naturalista francês,
explicou a evolução sob duas leis.
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Félix-Archimède
Pouchet
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(1800-1872)
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Biólogo francês; último
dos defensores da geração espontânea que debateu com Pasteur.
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Friedrich Wöhler
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(1800-1882)
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Químico alemão; sintetizou
a uréia em 1828 (Alemanha); precursor da Química Orgânica.
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Charles R. Darwin
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(1809-1882)
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Naturalista inglês,
autor da Teoria da Evolução das espécies (1859).
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Joseph D. Hooker
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(1817-1911)
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Cirurgião, explorador e botânico
e naturalista inglês; colaborador e amigo de Darwin; Expedição de James Clark
Ross à Antártica em busca do polo sul magnético.
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Adolph W. Hermann
Kolbe
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(1818-1884)
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Químico alemão; sintetizou
o ácido acético em 1845 (Alemanha); desenvolveu a nomenclatura dos compostos
orgânicos.
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John Tyndall
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(1820-1893)
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Físico Inglês;
argumentou sobre bactérias resistentes e defendia geração espontânea.
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Adolph Strecker
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(1822-1871)
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Químico alemão; síntese
do aminoácido alanina em 1850 (Alemanha).
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Gregor J. Mendel
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(1822-1884)
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Monge austríaco
botânico e meteorologista; estudou e descreveu a herança dos caracteres; “Pai
da Genética”.
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Louis Pasteur
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(1822-1895)
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Biólogo e químico
francês; derrubou totalmente a questão da geração espontânea.
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Alfred Russel Wallace
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(1823-1913)
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Naturalista, biólogo,
geógrafo e antropólogo inglês, considerado coautor da Teoria da Evolução das
espécies; apresentou trabalho junto a Darwin; propôs o conceito de “sobrevivência
dos mais aptos”.
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August Weismann
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(1834-1914)
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Biólogo alemão; cortou
a cauda de um grupo de ratos brancos por 22 gerações estudando Lamarck;
separação de células somáticas e germinativas
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Edward Drinker Cope
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(1840-1897)
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Paleontólogo, professor,
herpetólogo, ictiólogo e anatomista norte-americano; usou o termo
“Neolamarckismo”; descreveu o clado Mesosauria descoberto no Brasil.
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Friedrich Miescher
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(1844-1895)
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Médico suíço;
descobridor do DNA ao qual chamou
de nucleína (1871).
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Richard Altmann
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(1852-1900)
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Patologista e
histologista alemão; desconfiou de Miescher; preparações altamente
purificadas de nucleína (1889);
caráter ácido e chamou de Ácido Nucleico em vez de nucleína.
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Archibald E. Garrod
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(1857-1939)
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Médico inglês; foi
primeiro a sugerir que os genes atuavam por meio de enzimas; alcaptonúria
(alcaptona) alelo recessivo.
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Wilhelm Weinberg
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(1862-1937)
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Físico e obstetra alemão;
observações sobre genética; Equilíbrio
de Hardy-Weinberg.
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Phoebus Aaron Levine
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(1869-1940)
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Médico e bioquímico russo
naturalizado americano; determinou a ordem em que as moléculas de fosfato,
pentose e base nitrogenada estavam unidas no ácido nucleico, formando a
unidade fundamental, o nucleotídeo
(1909); purificou concentrou a vitamina B2 em 1930. Nome original: Fishel Aaronovich Levin
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Fred Griffith
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(1877-1941)
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Médico inglês; estudou
a bactéria Diplococcus (atualmente Streptococcus pneumoniae; fez
experimentos em ratos e descreveu o DNA
como agente de transformação
bacteriana em 1928.
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Godfrey Harold Hardy
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(1877-1947)
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Matemático inglês; Teoria dos
Números; Equilíbrio de Hardy-Weinberg:
genética de populações.
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Walter Abraham Jacobs
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(1883-1967)
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Químico americano;
determinou a ordem em que as moléculas de fosfato, pentose e base nitrogenada
estavam unidas no ácido nucleico, formando a unidade fundamental, o nucleotídeo (1909).
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Julian Sorell Huxley
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(1887-1975)
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Biólogo inglês, neto
de Thomas Huxley; designou o termo Teoria Sintética da Evolução em 1942.
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John Haldane
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(1892-1964)
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Biólogo e geneticista
britânico; genética populacional;
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Aleksandr Oparin
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(1894-1980)
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Biólogo e bioquímico
russo; um dos precursores sobre o estudo da origem da vida; evolução química
das moléculas; atmosfera redutora; embasamento darwiniano.
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James Lionel Alloway
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(1900-1954)
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Pesquisador americano;
descobriu que a transformação
bacteriana podia ocorrer in vitro
em 1933.
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Theodosius G.
Dobzhansk
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(1900-1975)
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Geneticista e biólogo
evolutivo ucraniano naturalizado americano; defensor da Evolução.
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Ernst Mayr
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(1904-2005)
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Zoólogo alemão
naturalizado americano; em 1941 fez conferências chamadas “Sistemática e a
origem das espécies” e publicadas em 1942; evolução; genética de populações;
taxonomia; conceito biológico de espécie.
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Erwin Chargaff
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(1905-2002)
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Pesquisador austríaco;
fez importante descoberta sobre a composição do DNA: a quantidade de base adenina
é sempre igual à de timina, e que
a de citosina era sempre igual à
de guanina.
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Rosalind Elsie Franklin
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(1920-1958)
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Biofísica britânica;
pioneira da Biologia molecular; a
técnica da difração dos raios-X e concluiu que a molécula de DNA tem estrutura helicoidal com 2 nm (0,000002 mm) de
espessura.
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Francis H. C. Crick
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(1916-2004)
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Biofísico e
neurocientista britânico; elaborou o modelo de dupla-hélice da molécula de DNA com duas longas cadeias
paralelas; 3 características essenciais: capacidade de duplicação; de conter
informações para a produção de proteínas e capacidade de sofrer mutação.
Prêmio Nobel (1962)-Medicina ou Fisiologia.
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James Dewey Watson
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(1928)
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Biólogo molecular;
geneticista e zoólogo americano; elaborou o modelo de dupla-hélice da molécula de DNA com duas longas cadeias
paralelas; 3 características essenciais: capacidade de duplicação; de conter
informações para a produção de proteínas e capacidade de sofrer mutação.
Prêmio Nobel (1962)-Medicina ou Fisiologia.
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Stanley Lloyd Miller
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1930
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Químico
norte-americano; especialista em pesquisas sobre a origem da vida na Terra;
reproduziu as condições que teriam existido na Terra antes do aparecimento
dos seres vivos, o chamado Miller-Urey Experiment (1952). Misturou água,
hidrogênio, amônia e metano e os submeteu a descargas elétricas gerou aminoácidos
dos quais são feitas as proteínas no corpo humano, mas não conseguiu
transformar seu "caldo" em células vivas.
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sábado, 12 de março de 2016
DARWINISMO E NEODARWINISMO
Do livro: “Origem da
Vida – recentes contribuições para um modelo científico” (Maia e Dias, 2012).
“Nada em Biologia tem sentido a não ser à luz da evolução”
Theodosius G.
Dobzhansky (1900-1975)
Neologismo (palavras adaptada de
outra; antiga com sentido novo);
Publicação de Darwin (1859); o
que ocasionou?
Impacto:
científico, social e religioso.
Como fez?
(mecanismo racional para a evolução); observação
extensa, rigorosa e criteriosa.
Suas ideias:
seres vivos seriam decorrentes de longa evolução biológica por seleção natural a partir de um organismo simples.
Inovou e explicou como haviam
evoluído;
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Lamarck e Erasmus Darwin
Confrontou o mundo natural
perfeito (vigorava) x luta pela sobrevivência.
Progresso e perfeição x mudança e
adaptação (não necessariamente conduz ao progresso e perfeição);
Cauteloso e moderado;
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5ª edição – “sobrevivência do mais apto” após dez anos da primeira;
6ª edição – “evolução” (1872)
Precursor de uma verdadeira
teoria da evolução.
Movimentos eugenistas.
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Conceito de origem comum;
E o homem? Ruptura com o
pensamento da época;
Ø
Outros
autores: a teoria de Darwin foi base para a reestruturação de todas as
áreas da biologia. Ex: paleontologia
(restrita) passa a estudar filogenias; Sistemática
(parentesco e origem dos grupos); Embriologia; Fisiologia (comparada);
Ø
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Início do século XX: início da experimentação (seleção natural) e
rápido desenvolvimento da Genética e Ecologia.
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Apesar do impacto, os hiatos...
Quais? Não havia explicação para
herança dos caracteres (ausência) do pressuposto da genética mendeliana.
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1865, o monge Gregor Mendel (1822-1884) –
desconhecido por Darwin.
Após a morte de Darwin: carta com
cópias dos trabalhos de Mendel...
Darwin publicou sobre a origem
da vida? ...nunca! Mas... Carta ao amigo Joseph Hooker em fevereiro de 1871 (considerações; interesse) e
que... 50 anos depois...
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- 50 anos depois... Desenvolvidos
e publicados por Aleksandr Oparin
(1894-1980) e John Haldane
(1892-1964): - Passavam por evolução química em condições físico-químicas # das
atuais.
- Geração espontânea desbancada
10 anos antes... Por quem?
John Tyndall e suas cartas sobre bactérias resistentes fez com que John Needhan fizera polêmica com Spallanzani.
Apesar das lacunas deixadas pelas
contribuições de Lamarck e Darwin... A ideia de evolução definitivamente
estabelecida no seio científico.
Novos dados e correções no
conceito de “evolução darwiniana”: Neodarwinismo
NEODARWINISMO
Evolução das espécies: intensos
debates (1930);
Confronto das ideias originais de
Darwin entre os dados oriundos da Biogeografia,
Embriologia, Etologia, Genética e Paleontologia,
e desse confronto ocorre o...
Aperfeiçoamento da teoria
Darwinista à luz das novas disciplinas, resultando no surgimento de uma
nova corrente chamada Neodarwinismo, que recebe também a designação de Teoria
Sintética da Evolução (TSE);
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Esta designação foi introduzida
pelo biólogo evolucionista Julian Huxley
(1887-1975) em 1942 em seu livro “Evolução, síntese moderna” com duas ideias
fundamentais: a variabilidade genética e a seleção natural;
Julian Huxley era neto do famoso
biólogo evolucionista Thomas Huxley
(1825-1895) que foi grande amigo e admirador de Darwin, além de principal
responsável pela aplicação da teoria darwinista ao homem.
Como dito antes, a teoria da
evolução por seleção natural apresentava pontos frágeis:
·
Quais os mecanismos responsáveis
por variações?
·
Como estas variações se
transmitem?
Já na época de Darwin se discutia
se a evolução ocorria por mudanças graduais ou mutações (polêmico).
Após o advento da Genética
(aceitação de ambos os mecanismos).
Evolução gradual (especiação
mendeliana) associada à reprodução sexuada: oferece mecanismo gradual; o
conceito de mutação genética: permitiu considerar mutações ao nível dos genes
(fonte de especiação).
Genoma sofre alterações; mudanças
genotípicas bruscas (mutações) ao nível dos genes, cromossomos (alteram
patrimônio genético);
Mutações têm efeito desastroso? Benéfico?
·
Mutações (fonte primária de variabilidade);
introduz novos genes nas populações;
A seleção natural
atua sobre um gene ou sobre as características genéticas isoladamente?
Não. Atuam sobre indivíduos com toda sua carga genética.
Quem tem vantagem?
Quem possuir a combinação favorável será selecionado.
Populações
homogêneas e bem adaptadas, o que acontece? Podem ser eliminadas. Quanto maior a diversidade,
maiores são as chances de adaptação às mudanças.
O conceito de mais apto varia no
espaço e no tempo (importância das alterações do meio);
Em resumo: mutações são responsáveis pelo surgimento de novos genes
em populações, juntamente com a recombinação gênica da reprodução sexuada =
origem da variabilidade genética das populações privilegiando os conjuntos gênicos
mais adaptados a um determinado ambiente em determinado tempo.
Ø
É sobre a variabilidade que atua a seleção
natural. Os portadores destes conjuntos gênicos vivem mais tempo e deixam
mais descendentes.
Divergências entre os criadores e
adeptos da TSE, Darwinistas e outros; Há várias facções. Quais são?...
·
Os adeptos da TSE dizem que as mudanças conceituais, novas descobertas e avanços
entre os anos de 1930 e 1980 são apenas elaborações
ou adições à teoria clássica
formulada em 1940;
·
Os fiéis a Darwin questionam a nova forma de
entender a evolução por acreditarem que a teoria evolutiva se expandiu demais seus domínios e que
haja causas diferentes para os
níveis de mudança.
·
Há ainda os que defendem que dados científicos
recentes evidenciam fenômenos totalmente
novos e não se ajustam ao Darwinismo.
Outras teorias surgem em
contraposição à TSE (#interpretação); permitiram expansão do impacto da teoria
evolutiva. Ex: estudo da evolução
molecular “genes saltitantes”: aumentou o grau de complexidade da
investigação genética produzindo novos enigmas evolutivos.
Influências da Biologia Molecular
originou 2 confrontos diretos com a TSE:
·
Teoria Neutralista,
proposta no final de 1960 pelo geneticista Motoo Kimura (1924-1984) baseando-se
o acaso estabelece o surgimento da
variabilidade e seu destino na população;
·
Neolamarckismo de
Pierre Grassé (1895-1985): variações no DNA causam (< ou > grau) determinismo molecular, e não o puro
acaso.
·
Paleontologia lança
outro desafio: Teoria dos Equilíbrios
intermitentes ou Equilíbrio Pontuado,
de Stephen Jay Gould (1941-2002) sustentando que não há evolução gradual, mas
com saltos e convulsões.
Equilíbrio de Hardy Weinberg
Se os quatro
fatores que determinam as alterações nas frequências dos genes da população são
a seleção natural, a mutação, a migração e a deriva
genética, o que acontece com uma população em que eles não estão atuando?
Estudos realizados
por Hardy e Weinberg, que trabalharam independentemente
concluíram que, na ausência dessas condições, a frequência dos alelos
recessivo e dominante se mantém constante ao longo das gerações.
Dizemos que uma
população que mantêm seus genes constantes está em Equilíbrio de Hardy-Weinberg.
Em suma, as
condições para uma população estar em equilíbrio são:
1 - Ser
suficientemente grande a ponto de manter as proporções estatísticas;
2 - Haver
cruzamentos pan-míticos, isto é, todos os indivíduos devem ter as mesmas
chances de cruzamento (ausência de seleção natural);
3 - Não
ocorrer mutações, nem migrações.
A população
descrita por Hardy e Weinberg, porém, não existe de verdade; sempre há um fator
evolutivo alterando a frequência dos genes. Entretanto, com base nessa população hipotética,
podemos estudar se está havendo alteração na frequência de determinados
genes e que fator está provocando essa situação.
Mutações
Gênicas: alterações do
código de bases nitrogenadas do DNA; originam novas versões de genes
(alelos) as quais podem produzir novas características nos portadores de
mutação. A característica de um alelo mutante pode conferir alguma vantagem ao
seu portador e, nesse caso, o novo alelo tende a ser preservado pela seleção
natural.
Recombinação Gênica: é a mistura de
genes provenientes de indivíduos diferentes que ocorrem na reprodução
sexuada. Os genes provenientes de cada um dos pais recombinam-se antes de
serem transmitidos à descendência. Nos eucarióticos a recombinação gênica
ocorre através de 2 processos durante a meiose:
·
Segregação
independente
·
Permutação (crossing over) =
fenômeno onde os cromossomos homólogos (materno/paterno) trocam pedaços entre
si durante a meiose.
Super bactéria KPC
1. O alerta sobre o aparecimento da superbactéria
KPC (abreviatura de Klebsiella pneumoniae) que é
resistente a quase todos os antibióticos, é capaz de se espalhar pelos países
do globo e suscitou o medo do surgimento de uma nova pandemia. Especialistas
consultados acreditam que a situação merece atenção, mas não há necessidade de
alarmismo. A bactéria KPC, uma bactéria antes comum, passou a produzir uma
enzima (carbapenemase) capaz de anular medicamentos como penicilina,
cefalosporinas e as carbapenemas.
(Veja online 12.08.2010,
A superbactéria e o medo de contágio, jttp://veja.abril.com.br/notícia/aonde/a-superbactéria-e-o-medo-do
contagio.com. Com adaptações.)
Assinale a alternativa que, de acordo com a
teoria moderna da evolução, explica o aparecimento da super bactéria de forma
mais adequada:
(A) A super bactéria é resistente a
diferentes antibióticos porque sofreu mutações em suas proteínas e com isso
desenvolveu essa resistência.
(B) Na presença de antibióticos, variedades
naturalmente resistentes tiveram maiores chances de se reproduzir e deixar descendentes.
(C) Antibióticos são agentes mutagênicos que
induzem novas mutações gerando variedades resistentes da bactéria.
(D) Variedades resistentes de Klebsiella
pneumoniae estão melhores adaptadas a qualquer ambiente, hospitalar ou não.
(E) Bactérias comuns adquiriram a capacidade
para produzir a enzima carbapenemase de pacientes resistentes aos antibióticos.
2. Em1859, o cientista inglês Charles Darwin
deu início a uma profunda revolução na história das ciências naturais ao
publicar uma obra fundamental denominada A origem das espécies.
Nessa obra, defende a ideia de que a evolução seria o resultado de uma
competição contínua entre as várias espécies, e inclusive entre indivíduos da
mesma espécie, pelos recursos da natureza e a possibilidade de gerar
descendentes.
Para que essa competição ocorra é necessário
que haja pequenas diferenças entre os indivíduos que compõem certa população.
De acordo com a genética moderna, as
diferenças entre os indivíduos de uma população decorrem:
I. De mecanismos de recombinação gênica.
II. De processos mutagênicos, incluindo falhas na replicação do DNA e a
ação de agentes mutagênicos como radiações ionizantes e certas substâncias
químicas.
III. Da busca dos indivíduos em tornarem-se mais adaptados ao meio.
IV. Da segregação independente entre pares de cromossomos homólogos na
formação dos gametas.
Está correto o que se afirma APENAS em:
(A) I e II.
(B) II e IV.
(C) III e IV.
(D) I, II e III.
(E) I, II e IV.
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