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segunda-feira, 27 de julho de 2015

5 coisas surpreendentes sobre missão da Nasa a Plutão

  • 27 julho 2015
Visita histórica da sonda promete revelar detalhes do último dos planetas 'clássicos' ainda não explorados
Após uma espera de nove anos e meio, uma das missões mais ambiciosas da exploração espacial deve cumprir seu objetivo.
Essa manhã, às 11h49 GMT (7h49 no horário de Brasília), a sonda New Horizons, da Nasa, se tornará a primeira a visitar Plutão.

A expectativa é a de que essa viagem ao planeta anão possa oferecer uma visão mais completa de uma região completamente inexplorada do nosso Sistema Solar.

Na véspera, uma medição feita pela sonda não-tripulada revelou que Plutão é um pouco maior do que se pensava, com um diâmetro de 2.370 km – quase a distância entre São Paulo (SP) e Maceió (AL).
Veja outras cinco informações que fazem dessa uma missão espacial sem precedentes.


1. Por que vale a pena viajar a Plutão?

Para começar, esse é o último dos nove planetas "clássicos" a ser visitado por uma missão espacial. Ainda que, em 2006, Plutão tenha sido rebaixado de planeta para a categoria inferior de planeta anão, esse enigmático habitante dos confins gélidos do Sistema Solar tem muito a dizer.
Sonda já ajudou a responder uma das perguntas mais básicas sobre o planeta anão, seu tamanho
Se espera que Plutão, que orbita a uma distância ao cerca de 5,9 bilhões de quilômetros do Sol, ofereça uma visão mais completa de uma região completamente inexplorada do nosso sistema.
Ela é tão distante que nem mesmo o telescópio Hubble conseguiu obter detalhes desse corpo celeste descoberto em 1930.

2. O que essa missão espera descobrir?

Em seu ponto mais próximo, a New Horizons estará a cerca de 12.500 quilômetros da superfície de plutão.
Suas fotos revelarão se há elevações e depressões profundas em sua superfície ou se sua topografia é mais ondulada.
A sonda detectou sinais de uma capa polar. Plutão é tão frio que o nitrogênio que respiramos na Terra existe ali em forma de gelo, mas é possível que uma tênue atmosfera de nitrogênio envolva o planeta.
Se isso se comprovar, a sonda resgatará uma amostra e medirá o quanto o planeta anão está liberando ao espaço.
A expedição também poderá revelar a presença de outras substâncias químicas: ainda que o neon seja um gás na Terra, pode se encontrar de forma líquida em Plutão, quem sabe até mesmo fluindo em rios sobre a superfície.
Na atmosfera, o nitrogênio poderia cair como se fosse neve. Outra pergunta feita pelos cientistas é por que muda tanto o brilho de Plutão, muito mais do que qualquer outro planeta. Um olhar mais próximo pode revelar características planetárias nunca vistas.
E, por último, espera-se obter mais informações sobre Caronte, a maior lua de Plutão e de seus outros quatro satélites: Estigia, Nix, Cerberos e Hidra.

3. O que a sonda está fazendo exatamente?

A sonda não vai pousar em Plutão, vai apenas sobrevoá-lo a uma velocidade de 50 mil quilômetros por hora – a maior velocidade já alcançada por uma sonda espacial.
Ela terá apenas algumas horas para tirar fotos e fazer medições. Como há uma demora de cerca de quatro horas e meia até que o sinal chegue a Plutão, as instruções da sonda estão pré-programadas.
Uma vez que esteja no endereço correto, terá início uma sequência automática para se tomar medidas.
A sonda enviará à Terra imagens de Plutão em alta definição, mas essa informação vai demorar a chegar até nós. Se tudo sair como está previsto, as primeiras imagens chegarão na madrugada de quarta-feira. No total, levará 16 meses até que toda a informação arrecadada durante a missão chegue à Terra.
Depois de passar por Plutão, a sonda continuará sua viagem até um objeto menor do cinturão de Kuiper. O tempo estimado para chegar nessa área é de quatro anos.

4. O que a sonda leva a bordo?

A sonda conta com sete instrumentos que não apenas servem para investigar detalhes do planeta – como do que é feita a atmosfera -, mas também servem de backup caso haja falhas.
Além do mais, a sonda leva uma grande quantidade de "coisas inúteis", segundo Jim Green, diretor de Ciências Planetária da Nasa.
Parte das cinzas de Clyde Tombaugh, que descobriu Plutão, em 1930, está a bordo da sonda
Na lista, há coisas como um CD com o nome de 434 mil pessoas que responderam a um pedido de "Envie seu nome para Plutão", além de algumas moedas e um selo americano de 1991 onde se lê "Plutão: ainda inexplorado".
O mais curioso, no entanto, talvez seja uma urna com cinzas de Clyde Tombaugh, o homem que descobriu a existência de Plutão, há 85 anos.

5. Qual a possibilidade de a missão fracassar?

Se se deparar com as nuvens de partículas geradas por impactos com as luas de Plutão, isso pode danificar a nave. Por essa razão, a sonda enviará dados à medida que se aproxima do planeta.
Assim, os cientistas terão o que analisar se a sonda for afetada de alguma maneira. Mas a verdade é que isso é muito pouco provável, segundo a equipe responsável pela missão.
Em todo caso, a sonda foi criada para ter um nível elevado de autonomia. Em caso de problemas, ela tem a capacidade de se recuperar e seguir adiante com a missão.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/07/150714_nasa_plutao_mdb

sábado, 18 de julho de 2015

Plutão: Dia histórico para a ciência!

Depois de viajar durante 9 anos a sonda New Horizons, que se parece com um piano de cauda e foi lançada em 19 de janeiro de 2006,  chegou a Plutão nesta terça-feira (14) e já mandou a primeira foto da história! “O programa espacial dos Estados Unidos deu mais um salto histórico para a humanidade. A equipe de New Horizons revelou em alta definição o que antes era um ponto de luz borrado e sem foco”, disse o porta-voz Dwayne Brown.
plutao-detalhe-new-horizons
A imagem de cima, feita esta semana antes da aproximação máxima entre a New Horizons e Plutão, mostra o planeta anão com uma área em destaque; a imagem de baixo, de alta resolução, mostra a área destacada em detalhes (Foto: Nasa TV/Divulgação)
Entre as descobertas estão montanhas geladas, formada a mais de 100 milhões de anos atrás. Isso parece um longo tempo, mas não tão longo quando comparado com a idade do sistema solar com 4,56 bilhões de anos.
A missão a Plutão completa o reconhecimento do sistema solar, e faz dos Estados Unidos a primeira nação a enviar uma sonda espacial para todos os planetas, de Mercúrio a Plutão.
sistema solar completo
Agora a família está completa! Seguindo a ordem da esquerda para a direita: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão.

Não era uma aposta certa que a sonda New Horizons sobreviveria para enviar as imagens após passar pelo  campo gravitacional de Plutão onde encontra-se milhões de partículas de poeira que, devido a alta velocidade da espaçonave, poderiam danificá-la. Mas a missão foi um sucesso!
Para ver mais fotos deste novo feito a NASA tem em seu portal uma página exclusiva da missão New Horizons, com muitas informações, vídeos e imagens fantásticas.
evolucao foto
Fotos de Plutão tomadas ao longo do tempo mostram como o planeta entrou foi ficando cada vez mais nítido para nós.

E agora, para além de Plutão

A sonda New Horizons vai continuar voando, indo mais fundo no Cinturão de Kuiper, uma região que os cientistas pensam  ser preenchida com milhares de objetos gelados.
Segundo astrônomos espanhóis e britânicos, para além da órbita de Plutão poderão existir pelo menos mais dois planetas que ainda não foram descobertos e pertencem ao Sistema Solar. A hipótese é avançada e foi publicado no boletim mensal da Royal Astronomical Society do Reino Unido.
Agora vamos aguardar as novas descobertas!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

 GEOLOGIA DE PLUTÃO

Plutão tem montanhas de 3.300 metros de altura, segundo revelam as primeiras imagens de alta resolução feitas pela sondaNew Horizons, da Nasa, que passou raspando pelo planeta anão na última terça-feira.
inovacao tecnologica plutao
Primeira imagem detalhada de Plutão, mostrando uma pequena região próxima ao Pólo Sul. [Imagem: NASA/JHU APL/SwRI]

As fotos também mostram sinais de atividade geológica em Plutão e em sua lua Caronte.
Durante a apresentação das primeiras imagens, o cientista John Spencer disse que a área fotografada mostra sinais de transformação por um processo geológico - como o vulcanismo - nos últimos 100 milhões de anos, o que é muito recente.
"Não encontramos nenhuma imagem de cratera de impacto. Isto significa que deve ser uma superfície muito jovem", disse Spencer.
Essa geologia ativa precisa de uma fonte de calor. Isto só havia sido visto antes em luas geladas, onde a atividade geológica pode ser explicada pelo aquecimento de marés causada por interações gravitacionais com o planeta principal.
"Você não precisa de aquecimento de marés para dar força a aquecimentos geológicos em corpos de gelo. Essa é uma descoberta importante que fizemos nesta manhã," disse Spencer.
John Spencer disse que o metano e o nitrogênio gelados que revestem a superfície de Plutão não seriam fortes o suficiente para formar montanhas, então elas seriam provavelmente formadas pela base de rochas, água e gelo de Plutão.
"Água congelada nas temperaturas de Plutão é forte o suficiente para sustentar grandes montanhas", disse, embora os dados recebidos até agora não tenham confirmado a existência de água no pequeno planeta.
Os pesquisadores também batizaram o coração de Plutão com o nome Tombaugh Regio, em homenagem ao astrônomo Clyde Tombaugh, que descobriu Plutão em 1930.
inovacao tecnologica plutao caronte
A região avermelhada, próxima ao Pólo Norte da lua Caronte, foi batizada de Mordor. O gigantesco penhasco pode ser visto na posição de 2 horas. [Imagem: NASA/JHU APL/SwRI]

Lua viva

Novidades surpreendentes também foram detectadas na lua Caronte, como um abismo de até 9,6 quilômetros de profundidade, além de indícios de renovação da superfície.
"Originalmente eu pensei que Caronte teria um terreno antigo coberto de crateras. Indo de nordeste para sudoeste há uma série de vales e penhascos. Eles se estendem por 960 quilômetros pela lua", disse a pesquisadora Cathy Olkin.

Uma região escura no polo da lua, com forte tom avermelhado, foi batizada informalmente de Mordor, em referência aos livros da série Senhor dos Anéis, de J.R.R Tolkien.
inovacao tecnologica plutao sonda new horizon
A primeira foto de boa resolução de Hydra, a pequena lua de Plutão, revela um corpo alongado com uma superfície predominantemente feita de água congelada. Os cientistas estimam que ela meça 43 quilômetros de comprimento por 33 quilômetros na parte mais estreita.

A sonda New Horizons continuará a olhar para Plutão, agora já deixado para trás, durante outras duas rotações completas - que correspondem a 12 dias na Terra.

O envio para a Terra de todos os dados coletados deverá levar meses devido à baixa velocidade do link de comunicações da sonda.
Inovação Tecnológica - 16/07/2015 - com informações da BBC

Cientista que "matou" Plutão diz não se arrepender

Pallab Ghosh
Repórter de ciência da BBC News

  • SPL/BBC
    O professor Mike Brown diz não se incomodar em ser chamado de "assassino de Plutão" se isso contribui para a compreensão do Sistema Solar O professor Mike Brown diz não se incomodar em ser chamado de "assassino de Plutão" se isso contribui para a compreensão do Sistema Solar
As imagens e descobertas da sonda da Nasa New Horizons vêm reforçando os apelos para que Plutão volte a integrar o clube de planetas - do qual foi expulso sem cerimônias em 2006.

No entanto, o professor Mike Brown, da universidade Caltech (Califórnia), conhecido como "o homem que matou Plutão", disse à BBC que os que pedem que o planeta volte ao clube parem de viver no passado.

"As pessoas que a gente mais ouve pedindo a reinstalação do planeta são aquelas envolvidas na missão (New Horizons). Entendo que seja emocionalmente difícil para eles", disse.

"Eles querem que Plutão seja um planeta porque querem voar para lá. Mas seria bem melhor se aceitassem a realidade de que ele não é um planeta e ficassem empolgados com o fato de que estão indo para um novo tipo de objeto no Sistema Solar."

Golpe de misericórdia

Os pedidos para que Plutão fosse rebaixado começaram após outro objeto no Cinturão de Kuiper ter sido descoberto em 1992. Alguns argumentavam que Plutão era simplesmente o primeiro corpo celeste encontrado nesta pouco explorada área do Sistema Solar.
No entanto, o golpe de misericórdia foi dado pelo professor Brown, com sua descoberta do planeta anão Eris, em janeiro de 2005. Era como Plutão, mas como uma massa maior.

Essa foi uma das descobertas que fez com que a União Astronômica Internacional (UAI) criasse uma comissão para reavaliar a definição de planetas.

Assim, em 2006, a UAI teve que decidir se admitia Eris, e outros pequenos mundos como Ceres, ou se expulsava Plutão. Era preciso escolher um ou outro - manter o status quo não era possível.

Brown argumenta que a se a UAI tivesse decidido manter Plutão como um planeta e admitisse Eris, a organização eventualmente teria de considerar a candidatura de centenas, talvez milhares, de outros aspirantes a planetas.

"Não há outra maneira de categorizar os Sistema Solar além de descrevê-lo como tendo oito objetos dominantes, que são os planetas que conhecemos. Não há nenhuma vantagem em se manter Plutão e em classificá-lo como um dos planetas maiores, porque ele simplesmente não é."

Então como o professor Brown reagiu quando soube que Plutão havia sido rebaixado? Foi um momento de alegria ou ele foi tomado pela culpa?

Ele compara o episódio a um assassinato a sangue frio, um ato de misericórdia que era necessário para o bem da ciência.

"Para mim, estava claro já fazia alguns anos que Plutão estava classificado de maneira errada. Então, fiquei bem feliz com a ideia (da demoção de Plutão) de que agora poderíamos voltar e corrigir esses erros", disse.

Sem arrependimentos

Mas o rebaixamento de Plutão continua polêmico. Muitos cientistas afirmam que ele deve permanecer como planeta, argumentando que ele parece um planeta, se comporta como tal e vem sendo considerado um há três quartos de século.
Isso, no entanto, não muda a opinião do professor Brown.

"Não, nenhum arrependimento. Mas fico triste com os acontecimentos desta década desde a demoção de Plutão. Gostaria que as pessoas tivessem aceitado o novo status de Plutão como uma parte interessante do Cinturão de Kuiper, em vez de ficar discutindo se é um planeta ou não", disse.

Se há alguns anos Mike Brown reagia com certa ironia ao ser cumprimentado como "o homem que matou Plutão", hoje em dia ele parece gostar do apelido. Chegou até a usá-lo seu site e em seu livro "How I killed Pluto and why it had it coming" ("Como eu matei Plutão e por que ele mereceu", em tradução livre).

Ele me disse que o título era pra ser uma brincadeira inteligente, mas que ninguém entendeu na época.

"Eu pensei que achariam engraçado falar em matar Plutão, porque ele era o deus do mundo inferior (dos mortos, na mitologia grega), mas ninguém entendeu", disse Brown.

"Era algo forte, para chamar atenção. E isso é importante em termos de educação. Quero que as pessoas entendam o que o Sistema Solar é exatamente. E, se ficar me chamando de "assassino de Plutão" ajudar nisso, aceito o apelido de bom grado."

Mensagens raivosas

O professor conta que ainda recebe mensagens raivosas no Twitter sobre Plutão - na grande maioria, de pessoas que aprenderam na escola que ele era um planeta.

Para o cientista, seria mais interessante estudar um novo tipo de objeto do que um planeta excêntrico nos confins do Sistema Solar

Mas ele conta que as crianças que cresceram sabendo que Plutão não é um planeta aceitam a ideia sem problemas. Por isso, ele acredita que a polêmica vai morrer.

"Acreditava-se que o Sol e a Lua eram planetas também, mas isso foi superado há muito tempo. Acho bem mais interessante termos um novo tipo de objeto para estudar do que um planeta excêntrico no fim do Sistema Solar."

"Espero que depois da New Horizons essa discussão chegue ao fim e que a gente possa começar a falar sobre Plutão e sobre o que aprendemos sobre o restante do Cinturão de Kuiper."


Sonda registra imagens de Plutão15 fotos

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15.jul.2015 - Primeira imagem divulgada pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) feita pela sonda New Horizons do ponto mais próximo de Plutão mostra montanhas de gelo. As montanhas medem até 3,5 quilômetros e apesar de terem idade calculada 100 milhões de anos, são consideradas jovens diante de um sistema solar com 4,56 bilhões de anos. "Essa é uma das superfícies mais jovens que encontramos no Sistema Solar. Essas montanhas podem estar em processo de construção ainda", disse Jeff Moore, integrante da equipe de imagens geológicas da sonda New Horizons. A maior parte da superfície de Plutão é coberta de metano e nitrogênio em formato de gelo, mas essas substâncias não são suficientes para sustentar montanhas. Cientistas da Nasa suspeitam que este material mais duro seja água congelada. "Nas temperaturas encontras em Plutão, a água se comporta mais como rocha", disse um dos líderes da equipe de imagem da sonda Bill McKinnon, da Universidade de Washington Leia mais Nasa

Sonda registra imagens de Plutão15 fotos

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15.jul.2015 - A maior lua de Plutão, Caronte, também foi registrada pela sonda New Horizons. Os cientistas da missão estão surpresos com a aparente falta de crateras no satélite. De acordo com os pesquisadores a característica indica uma superfície relativamente jovem que foi remodelada por atividade geológica Leia mais NASA

Sonda registra imagens de Plutão15 fotos

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13.mai.2015 - Pela primeira vez, a espaçonave não tripulada New Horizons da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) fotografou Kerberos e Styx, as menores e mais discretas das cinco luas conhecidas de Plutão. Após a detecção da lua gigante Caronte, em julho de 2013, e das luas menores Hydra e Nix, em julho de 2014 e janeiro de 2015, respectivamente, a New Horizons avistou todos os membros conhecidos do sistema de Plutão. Kerberos e Styx foram descobertas em 2011 e 2012, respectivamente, pelos membros da equipe New Horizons usando o Telescópio Espacial Hubble. Styx, que circula Plutão a cada 20 dias entre as órbitas de Charon e Nix, tem provavelmente entre sete e 21 km de diâmetro, e Kerberos, que orbita entre Nix e Hydra em um período de 32 dias, tem de dez a 30 km de diâmetro. Cada uma é 20 a 30 vezes mais fraca do que Nix e Hydra Leia mais Nasa
 

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3.jun.2015 - Ilustração fornecida pelo Instituto SETI, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) representa Plutão e suas cinco luas de uma perspectiva oposta ao Sol. A imagem foi adaptada de uma ilustração para a missão Voyager I a fim de chamar atenção para as semelhanças entre os sistemas de Plutão e Júpiter Leia mais Mark Showalter/JPL/NASA, SETI Institute via AP

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6.jul.2015 - Imagem de Plutão, vista na mais alta resolução até em então, capturada pela sonda New Horizons, da Nasa (Âgência Espacial Norte-Americana) inclui quatro pequenos pontos escuros que levaram a diversas especulações sobre o que poderiam ser Leia mais Nasa
 
 
 

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7.jul.2015 - Imagens de Plutão com melhor resolução são liberadas pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A agência tinha perdido momentaneamente o contato com a sonda New Horizons, mas a conexão foi restabelecida. Na imagem, é possível ver duas facetas do planeta-anão, com pontos misteriosos no equador do corpo celestial. Cada um dos pontos tem cerca de 480 quilômetros de diâmetro Leia mais Nasa

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13.jul.2015 - Na ocasião, a sonda espacial New Horizons estava se aproximando cada vez mais de Plutão. A nave espacial não tripulada estava a um dia de passar pelo planeta anão a uma velocidade de 49,6 mil quilômetros por hora Leia mais JHUAPL/SWRI/Nasa
 
 
 

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13.jul.2015 - A sonda New Horizons registrou mais uma imagem do planeta anão Plutão, a mais detalhada até então. A espaçonave viajou mais de nove anos e mais de três bilhões de milhas e nunca esteve tão perto do planeta Leia mais Nasa
 

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Ilustração da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) simula movimentação da sonda New Horizons se aproximando do planeta anão Plutão Leia mais Nasa
 

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Ilustração da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) simula vista de Plutão em missão da sonda New Horizons, que orbita o planeta anão em busca de imagens e informações sobre sua topografia e atmosfera Leia mais Nasa
 
 

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15.jul.2015 - Primeira imagem divulgada pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) feita pela sonda New Horizons do ponto mais próximo de Plutão mostra montanhas de gelo. As montanhas medem até 3,5 quilômetros e apesar de terem idade calculada 100 milhões de anos, são consideradas jovens diante de um sistema solar com 4,56 bilhões de anos. "Essa é uma das superfícies mais jovens que encontramos no Sistema Solar. Essas montanhas podem estar em processo de construção ainda", disse Jeff Moore, integrante da equipe de imagens geológicas da sonda New Horizons. A maior parte da superfície de Plutão é coberta de metano e nitrogênio em formato de gelo, mas essas substâncias não são suficientes para sustentar montanhas. Cientistas da Nasa suspeitam que este material mais duro seja água congelada. "Nas temperaturas encontras em Plutão, a água se comporta mais como rocha", disse um dos líderes da equipe de imagem da sonda Bill McKinnon, da Universidade de Washington Leia mais Nasa

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15.jul.2015 - A maior lua de Plutão, Caronte, também foi registrada pela sonda New Horizons. Os cientistas da missão estão surpresos com a aparente falta de crateras no satélite. De acordo com os pesquisadores a característica indica uma superfície relativamente jovem que foi remodelada por atividade geológica Leia mais NASA