Mostrando postagens com marcador rinoceronte-de-java. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rinoceronte-de-java. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de maio de 2016

Rinocerontes Negro e Branco...você sabe onde está a diferença?

Com certeza você já visitou algum zoológico e viu aquele animal lindo e enorme que parece vestir uma armadura, não é mesmo? Mas você sabia que existem 5 diferentes espécies de rinoceronte?

As espécies:

Rinoceronte-branco (Ceratotherium simum).
Rinoceronte-negro (Diceros bicornis).
Rinoceronte-de-sumatra (Dicerorhinus sumatrensis).
Rinoceronte-de-java (Rhinoceros sondaicus).
Rinoceronte-indiano (Rhinoceros unicornis) 

Um é preto e outro é branco! Mas isto não é verdade!

Na realidade a história da "cor" é simplesmente um mal entendido. Os holandeses chamavam os rinocerontes de "Weid mond rhino", que significa "Rinoceronte de boca larga", mas os Ingleses traduziram esse nome para "White", por isso que hoje em dia chamamos, erroneamente, de rinoceronte-branco.


  Hora de conhecer as reais diferenças:

A primeira característica que é facilmente visualizada é o formato dos lábios.
Outras características:

Rinoceronte-negro:
  • São menores que os brancos. Um macho adulto pode pesar por volta de 1000kg.
  • Seus lábios pontudos servem para ajudá-lo a se alimentar de arbustos e árvores.
  • Geralmente encontrados em locais com vegetação densa!
  • Mais agressivo e temperamental que o rinoceronte-branco.
  • Animais solitários.

Rinoceronte-branco:
  • São maiores que os negros. Um macho adulto pode pesar por volta de 2500kg.
  • Com a sua boca larga ele consegue se alimentar de grande quantidade de grama.
  • Geralmente encontrados em locais abertos (planícies).
  • Eles possuem uma corcunda logo acima dos ombros, assim como uma dobra de pele nos cotovelos.
  • Animais sociáveis. É comum encontrar grupos de 10-15 rinocerontes.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Rhino populations in Sumatra, Borneo should be combined to save Sumatran rhino from extinction

mongabay.com
May 15, 2013








A new study argues for treating endangered Sumatran populations in Borneo and Sumatra as "a single conservation unit", lending academic support to a controversial proposal to move wild rhinos from Malaysia to Indonesia.

The paper, authored by an international team of rhino experts and published in the journal Oryx, says that genetic differences between the island populations are minimal. Given the dire straights of the species — the wild population is estimated at less than 100 individuals — the researchers argue that ensuring the Sumatran rhino's survival takes precedence over preserving what little genetic diversity remains between populations.

"In our paper, we discuss the pros and cons of considering the populations of Sumatran rhinoceros from Sumatra and Borneo as a single management unit," said study lead author Benoit Goossens, Director of the Danau Girang Field Centre in Malaysia, in a statement. "For a species such as the Sumatran rhinoceros, where time is of the essence in preventing extinction, we must ask to what extent should genetic and geographical distances be taken into account in deciding the most urgently needed conservation interventions."

"Genetic differences are minimal and we strongly believe that the observed differences do not justify keeping the Sumatran and Bornean populations as separate management units."


Puntung, a female Sumatran rhinoceros, in forest stockade in Sabah, Malaysian Borneo a day after her capture in December 2011.


Goossens pointed to the situation with the Javan rhino as an example of the pitfalls of prioritizing genetic diversity over conservation for a species that is so close to extinction.

"Despite clear results demonstrating that the Ujung Kulon (Indonesia) and Cat Tien (Vietnam) populations represented separate evolutionary significant units it was argued that demographic considerations should override genetic issues in the short term. The Indonesian and Vietnamese governments were urged to exchange Javan rhinoceroses before it was too late. No action was taken and, in Cat Tien National Park, the last individual in Vietnam was found dead in April 2010," Goossens said. "We certainly do not want the same thing to happen to the Sumatran rhinoceros and we therefore strongly recommend to act now and exchange gametes such as semen and ovocytes (and possibly individuals) between the captive populations of Sumatran rhinoceros in Sabah (Tabin), Sumatra (Way Kambas) and Cincinnati Zoo, when it is still possible."

The paper comes less than two months after conservationists meeting at the Sumatran Rhino Crisis Summit in Singapore agreed on a similar course of action.


12-year old Ratu and her new born baby Andalu, at the Sumatran Rhino Sanctuary at Way Kambas National Park, Sumatra. It is only the fourth known case of a Sumatran rhino being born in captivity in 100 years.


The population of Sumatran rhinos has declined precipitously in recent years and is now estimated at less than 100 individuals scattered across forests in Sumatra and Borneo. While habitat loss and poaching have historically been the biggest threats to the species, today the largest challenge for wild Sumatran rhinos may be in finding a mate since population densities are so low. Therefore some conservationists believe aggregating rhinos in reserves that are strictly protected may be the best hope for the species. Efforts to facilitate breeding might also be necessary to accelerate the rhino's recovery, according to some experts.

“With a species so close to the edge, extinction is guaranteed without two essential elements of human effort. One is to have full and open collaboration between the relevant governments, so that decisions are made on the basis of best scientific advice rather than on nationalism or pride. I think such an intent was achieved at the Summit," said study co-author John Payne, executive director of the Borneo Rhino Alliance (BORA), which conceptualized and organized the summit with a dozen other groups involved in rhino conservation. “The other is that all possible advanced reproductive technologies are used to boost rhino births, and that we do not just rely on natural breeding, which will be too slow to halt the trajectory towards zero rhinos.”

Laurentius Ambu, director of the Sabah Wildlife Department, said that Malaysia is already considering transferring a young captive male rhino to the United States to breed with a female at the Cincinnati Zoo.

"We understand the need to exchange gametes between countries, Malaysia and Indonesia. Actions to initiate genome resource banking and artificial insemination or in vitro fertilization are underway in Sabah and elsewhere," he said in a statement. "We are seriously considering sending Tam, our captive male rhinoceros, to Cincinnati Zoo in the US to breed with their mature female. By doing so, we will make an historical step towards the survival of one of the most charismatic, ancient and enigmatic large mammals; a species that Sabah is not prepared to see extinct!"


CITATION: Benoît Goossens et al (2013). Genetics and the last stand of the Sumatran rhinoceros Dicerorhinus sumatrensis. Oryx DOI: http://dx.doi.org/10.1017/S0030605313000045 (About DOI), Published online: 09 May 2013

terça-feira, 5 de junho de 2012

Vietnã declara espécie de rinoceronte extinta na Ásia

Postado em05/06/12 às 04:24
O rinoceronte-de-java foi considerado extinto no continente asiático. | Imagem: Animals-free-pictures
 
O rinoceronte-de-java foi considerado extinto no continente asiático. O anúncio foi feito pelo diretor da rede ambiental WWF do Vietnã, Tran Thi Minh Hien, na última semana.

Um adulto de rinoceronte-de-java, do sexo feminino, foi baleado e morto em uma floresta vietnamita no ano passado, deixando apenas uma população selvagem da espécie no mundo, um grupo de menos de 50 indivíduos em um pequeno parque na Indonésia.

Em abril de 2010 os guardas do parque descobriram os restos mortais do rinoceronte fêmea, que parecia ter morrido poucos meses antes."Um patologista veterinário estimou que o animal era um adulto, mas não idoso – um indivíduo com provavelmente 15 a 25 anos de idade", disse Nick Cox, gerente do Programa Espécies da WWF na região do Grande Mekong, em um e-mail.
Comparações dos DNAs da pele retirada do cadáver e de estercos de rinoceronte que estavam próximo ao local mostraram que o DNA pertencia ao mesmo indivíduo anulando a esperança de que poderia existir mais de um rinoceronte na área. A caça foi a causa provável da morte, disse a WWF , uma vez que foi encontrada uma bala na perna do animal e seu chifre havia sido removido.
O chifre do animal é altamente valorizado no Vietnã e na China, onde é moído em um pó e vendido como suposta cura para doenças como artrite, febre, pressão alta e câncer.
De acordo com registros históricos, as manadas de rinocerontes-de-java já habitaram o Sudeste Asiático, e os animais eram abundantes o suficiente para serem considerados como pragas agrícolas. Mas, a perda de habitat e a caça generalizada reduziram seus números, de modo que, na segunda metade do século 20, o animal foi quase extinto no continente asiático.

Em 1988, uma população de 15 ou menos indivíduos foi encontrada na região do Parque Nacional Cat Tien, Vietnã. Os conservacionistas estavam esperançosos de que essa população, apesar de minúscula, poderia se recuperar, com base no sucesso do rinoceronte branco do sul da África.
Os rinocerontes brancos do sul tinham sido reduzidos em cerca de 20 indivíduos apenas, no final do século 19, mas devido aos esforços de conservação intensa, a população agora conta com perto de 20 mil animais.

Entretanto as esperanças acabaram quando uma pesquisa realizada em 2004 sugeriu que a população de Cat Tien havia sido reduzida para apenas dois indivíduos, ambos do sexo feminino.
Uma pesquisa mais aprofundada, envolvendo cães farejadores, no final de 2009 e início de 2010, analisou 22 amostras fecais, mas uma análise de DNA mostrou que os excrementos tinham sido deixados por apenas um único indivíduo. Em algum momento entre 2004 e 2009, um dos rinocerontes morreu ou foi morto, deixando apenas um indivíduo do sexo feminino, que foi encontrado morto em 2010.

Os conservacionistas estão certos de que não existem mais rinocerontes-de-java no Vietnã. "Nós pesquisamos minuciosamente a única área que apoiou uma população de rinocerontes nos últimos 20 anos", disse Cox. A extinção local do animal deve ser um alerta para o Vietnã proteger seus outros animais em extinção, como tigres e elefantes, acrescentou.
"É uma questão de luto pela perda, mas tendo certeza de que aprendemos as lições, e criando um senso de urgência ainda maior para as espécies que ainda restam", disse o gerente do Programa Espécies do WWF. Com informações da National Geographic.