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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Entenda quais são os principais tipos de solos no Brasil

8 minutos de leitura • TAGS Meio Ambiente
Na Pedologia, o solo é definido como uma “coleção de corpos naturais, constituídos por partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos, formados por materiais minerais e orgânicos que ocupam a maior parte do manto superficial das extensões continentais do planeta, contêm matéria viva e podem ser vegetados na natureza onde ocorrem e, eventualmente, terem sido modificados por interferências antrópicas” (EMBRAPA, 2013, p. 27).

A formação do solo ocorre a partir da alteração (intemperismo) do material de origem (rocha ou sedimento) causada pelos organismos e pelo clima, em um  determinado tempo e com o controle do relevo. Assim, os fatores de sua formação são: material de origem, clima, organismos, relevo e tempo que atuam de forma integrada e concomitante.

Principais horizontes e camadas dos solos

 Horizonte Hístico (H ou O) – é um horizonte de constituição orgânica, em que o teor de carbono orgânico deve ser ≥ 8%. O horizonte hístico pode ser formado em ambientes com excesso de água (encharcados), como várzeas, veredas, pântanos, mangues, etc. Nesse caso, ele é reconhecido como horizonte H. Já nos ambientes sem encharcamento, recebe a denominação de horizonte O. Geralmente são formados por vegetação florestal, onde o aporte de matéria orgânica é muito grande.

Horizonte A – é um horizonte de constituição mineral, cujas características (cor, estrutura e consistência) são associadas à presença de matéria orgânica decomposta, húmus.

Horizonte E – horizonte de constituição mineral, cujas características (como cor e textura, principalmente) indicam perda de argila ou húmus por transporte de material. A letra E está associada ao processo de eluviação (perda) que, quando é muito acentuada, deixa o horizonte E completamente branco (presença marcante de areia), recebendo a adjetivação de horizonte E álbico.

Horizonte B – horizonte de constituição mineral, cujas características (cor, textura, estrutura, etc.) refletem a atuação dos processos de formação do solo. Geralmente, o horizonte B já não apresenta características do material de origem, pois elas já foram alteradas pela pedogênese.

Horizonte ou camada C – é de constituição mineral, sendo considerado horizonte quando formado pela alteração do material de origem, ou seja, associado ao intemperismo da rocha (formação in situ) e, muitas vezes, ainda apresenta alguma característica desta.

Camada R – trata-se da rocha não alterada .
Figura 01: Principais horizontes e camadas dos solos.

Classes de solo no Brasil

Segundo o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (2006),  no Brasil são reconhecidas 13 classes de solos ,   considerando apenas o primeiro nível categórico. A seguir será feita uma breve descrição dessas classes:

Neossolos
  •  São solos jovens, sem horizonte B, formados em ambiente sem excesso de água. Como são solos muito heterogêneos, estes podem ser divididos considerando o segundo nível categórico.
Neossolos Regolíticos
  • Sequência possível de horizontes: A/C/R, com espessura do A+C > 50 cm. São solos normalmente associados aos locais de relevo mais movimentado, onde a taxa de pedogênese é baixa, ou onde a erosão é acentuada (processo de rejuvenescimento do solo). • São solos altamente susceptíveis à erosão pela presença superficial do horizonte C. Ocorre pontualmente em todo o território brasileiro.
Neossolo Regolítico eutrófico. Fonte: Acervo da Embrapa Solos. Foto: Maria de Lourdes Mendonça Santos

 Neossolos Quartzarênicos
  • Sequência possível de horizontes: A/C/R, sendo que as texturas dos horizontes A e C devem ser arenosas, ou seja, ter % areia ≥ 70%. São solos associados a áreas de litologia de arenitos e quartzitos. Bastante comuns no semiárido, algumas áreas do sul e do cerrado brasileiro.
Figura:Perfil de NEOSSOLO QUARTZARENICO. Município de Brasilia de Minas – MG.

Neossolos Flúvicos
  • Solos formados por camadas de sedimentos aluviais (depositados pelos rios). Ocorrem em todo o Brasil na margem dos rios. São muito heterogêneos e difíceis de ser caracterizados com relação à fertilidade e textura, pois cada camada pode possui uma característica diferente.
Figura: Perfil de NEOSSOLO FLUVICO.

Neossolos Litólicos
  • Sequência possível de horizontes: A/R; A/C/R, sendo que, no segundo caso, a espessura do horizonte A somada com a do horizonte C deve ser ≤ 50 cm. Ocorrem pontualmente por todo o território nacional, tendendo a se concentrar em áreas de relevo bastante movimentado. A principal limitação a seu uso agrícola é sua pequena espessura. Suas características de fertilidade e textura estão diretamente relacionadas às características do material de origem.
Figura: Perfil de NEOSSOLO LITÓLICO cascalhento. Município de Alexânia– GO.

 Organossolos
  • Sequência possível de horizontes: O/A/B/C ou H/C. São solos que apresentam horizonte hístico (O ou H) com, no mínimo, 40 cm de espessura.
Perfil de ORGANOSSOLO no município de Catas Altas – MG.

Gleissolos
  • Possível sequência de horizontes: H/Cg (com H < 40 cm) ou A/C. São solos que ocorrem somente em áreas encharcadas.  O horizonte A é muito escuro e está sobre um horizonte C bem claro, com possível presença de mosqueados. O gleissolos são encontrados em áreas de várzeas, veredas, mangues, etc.
Perfil de GLEISSOLO no município de Uberlândia – MG.

Chernossolos
  • Sequência possível de horizontes: A/R; A/C/R e A/B/C/R. Solos pouco profundos com horizonte superficial A chernozêmico sobre horizonte B textural avermelhado, com argila de atividade e saturação por bases alta. Ocorrem em quase todas as regiões do Brasil, em pequenas extensões, geralmente associados às rochas pouco ácidas em climas com estação seca acentuada. A fertilidade é bastante elevada, logo, as condições para o enraizamento em profundidade são muito boas, principalmente se a profundidade do solo for adequada.
Perfil de CHERNOSSOLO no município de Italva – RJ.

 Vertissolos
  •   São solos ricos em argila do tipo 2:1, sendo comum na região nordeste do Brasil. Em época seca, eles se contraem e, em função da contração, ocorre a formação de fendilhamentos profundos e rachaduras,  na época úmida, se expandem.   Normalmente, o material da superfície cai nessas fendas, gerando uma contínua mistura dos constituintes dos horizontes do solo, o que dificulta a formação do horizonte B. Por isso, normalmente, não apresenta horizonte B, tendo como sequência mais típica Av/Cv (o v indica características vérticas – expansão e contração do solo). A maior parte destes solos é pouco espessa, tendo menos de 2 metros de profundidade.  Apresentam fertilidade alta, porém são difíceis de serem manejados. Quando seco, eles são extremamente duros e, quando úmidos, muito plásticos e pegajosos.
Perfil de VERTISSOLO no município de Floriano –PI.

Espodossolos
  •   Possível sequência de horizontes: A/E/Bh/C.  Os espodossolos ocorrem em solos arenosos, condição que favorece a movimentação de húmus (podzolização). No horizonte Bh apresenta coloração escura. No processo de podzolização, parte do húmus estaciona no horizonte B e parte atinge o nível freático, consequentemente influenciando a coloração dos rios da região, que fica escura. Em razão ao húmus na água e pelo seu pH reduzido, há floculação e sedimentação no leito do rio, fazendo com que quase não haja sedimentos.
Figura: ESPODOSSOLO Humilúvico hidromórfico. Fonte: Embrapa Solos. Foto: Maria de Lourdes Mendonça Santos.

 Plintossolos
  • Possível sequência de horizontes: A/Bf/C.  O horizonte Bf é resultado de problemas de drenagem (com  encharcamentos temporários), favorecendo a concentração de ferro e a formação de plintitas. Esta dificuldade de drenagem é gerada pela mudança drástica de porosidade dentro do perfil do solo. Quando há endurecimento da plintita (petroplintitas), o solo é denominado de plintossolo pétrico.
Figura: Perfil de PLINTOSSOLO Pétrico, no município de Piracuruca – PI
Argissolos
  • Tem como processo específico de formação o transporte de argila.  Possível sequência de horizontes: A/E/Bt/C ou A/Bt/C.  São solos que ocorrem somente em áreas encharcadas.  A argila do Bt deve ser de baixa atividade (Tb).  Esta é a segunda classe de solos mais comum no país, após a classe dos latossolos. É comum encontrar argissolos associados aos latossolos nas mesmas áreas, sendo que os latossolos ocorrem em locais mais planos e os argissolos, nos mais movimentados. Os argissolos tendem a ser mais férteis que os latossolos, porém mais susceptíveis à erosão.
    Figura: Perfil de ARGISSOLO. Município de Brasilia de Minas – MG.
Nitossolos
  • Sofreram podzolização com movimentação de argila, porém nunca apresentam horizonte E. Possível sequência de horizontes: A/B nítico/C.  O horizonte B nítico apresenta cerosidade (moderada a forte) e está associado a materiais de origem com pouco silício, não formando gradiente textural. A argila do B nítico também deve ser de baixa atividade (Tb), ou seja, CTC argila < 24 cmolc/kg. Os nitossolos mais comuns no Brasil estão associados a basalto e predominam na região sul do Brasil, nas áreas onde ocorreu o derrame basáltico.
Figura: Perfil de NITOSSOLO, entre os municípios Guiricema e Miraí – MG

Luvissolos
  •  Sequência possível de horizontes: A/E/Bt/C; A/Bt/C.  A argila do Bt deve ser de alta atividade (Ta), ou seja, CTC argila ≥ 24cmolc/kg, conjugada com V% maior ou igual a 50%.  Ocupam 15% da área do semiárido, predominando na região mais seca, o sertão.  Este tipo de solos está associado a ambiente pouco lixiviado, e são solos extremamente férteis, porém rasos, raramente ultrapassando 2 m.  Apresentam rochosidades (presença de restos da rocha de origem) misturadas no solo e na superfície.  Normalmente, apresentam horizonte A fraco, pois o clima da região dificulta a produção de matéria orgânica.
Figura: Perfil de LUVISSOLO, com Horizonte B argila de alta atividade. Município de Viçosa – MG.

Planossolos
  • Formado por podzolização de argila, com transição abrupta do horizonte E para o B. É comum a ocorrência de mudança textural abrupta, gerando impermeabilização natural, o que pode acarretar a formação de um nível freático temporário suspenso no período chuvoso. Normalmente, há mosqueados no topo do B plânico. Possível sequência de horizontes: A/E/Bplânico/C.
Figura: Perfil de PLANOSSOLO , no municipio de Salinas – MG.
Cambissolos
  • Possível sequência de horizontes A/Bi/C. Não existe processo de formação ou característica definida para este tipo de solo. Está associado a áreas de relevo movimentado e, que normalmente é muito suscetível à erosão.

Figura: Perfil de CAMBISSOLO, com horizonte B incipiente, no município de Mariana – MG.
Latossolos
  •  Os latossolos representam cerca de 50% dos solos do Brasil. Constituem solos com horizonte B latossólico e são, sob o ponto de vista pedogenético, os solos mais desenvolvidos da crosta terrestre. Possuem perfil muito profundo apresentando sequência de horizonte, A, B e C, com predominância de transições difusas e graduais entre os sub-horizontes. A profundidade do solum (horizonte A + B) normalmente é superior a dois metros.
Figura: Perfil de LATOSSOLO VERMELHO, com exposição do Horizonte B muito profundo. Município de Igarapava – SP

Nesse texto abordamos os principais tipos de solos ocorrentes no Brasil  considerando somente o 1° nivel categórico de classificação.

 Referencias Bibliográficas

AGENCIA EMBRAPA DE TECNOLOGIA. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br. Acesso em junho de 2018.

EMBRAPA. Disponível em: https://www.embrapa.br/solos/sibcs/classificacao-de-solos/ordens:  Acesso em junho de 2018.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA – EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. 3ª edição. Rio de Janeiro, 2013.

SANTOS, R.D.; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G. dos; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. dos. Manual de Descrição e Coleta de Solo no Campo. SBCS/CNPS – EMBRAPA. 6ª edição. Viçosa, 2013.


terça-feira, 15 de setembro de 2015

Gênese, fatores de formação e processos pedogenéticos.

O solo, que é um corpo trimensional, forma-se pela ação dos fatores de formação e dos processos pedogenéticos. O conhecimento pedogênese é importante para a compreensão do padrão da distribuição dos diversos solos na paisagem. Enquanto que a dessilicatização como conseqüência do alto grau de intemperismo é o principal processo pedogenético do horizonte B latossólico dos Latossolos, a dispersão da argila no horizonte A e posterior acúmulo no horizonte B textural (migração de argila) é típica dos Argissolos, e dos Luvissolos com esse tipo de horizonte subsuperficial.

A translocação de argila do horizonte A para o horizonte B com cerosidade muito evidente nos agregados estruturais bem desenvolvidos reflete a gênese do horizonte B nítico dos Nitossolos e Chernossolos com esse tipo de horizonte subsuperficial. Os Chernossolos formam-se derivados de material argiloso ou muito argiloso e com alta saturação por bases, e ao mesmo tempo sob vegetação com alta biomassa no horizonte A. Os Neossolos Litólicos geneticamente são muito jovens devido ao insuficiente tempo de intemperismo na gênese do horizonte B diagnóstico, ao contrário do horizonte B incipiente dos Cambissolos. Enquanto que os Neossolos Quatzarênicos formam-se sobre depósitos arenosos, os Neossolos Flúvicos formam-se a partir de depósitos de sedimentos trazidos pelos rios e riachos em inundações pretéritas, e ambos (juntamente com os Neossolos Litólicos) não apresentam horizonte B, por isso considerados como Neo (novo). Os Plintossolos são formados sob condições que favoreceram a formação da plintita (ou petroplintita pelo ressecamento da plintita), os Espodossolos são formados pela pelo intenso movimento vertical de matéria orgânica e da dissolução química de compostos de ferro e de alumínio (podzolização química). Os Vertissolos formam-se sobre sedimentos com alta saturação por bases num ambiente de lixiviação de bases desprezível permitindo assim a formação de minerais de argila do tipo 2:1. Os Gleissolos formam-se sob a forte ação do lençol freático elevado, em condições de encharcamento prolongado nas várzeas. Quando existe acúmulo de sais na superfície formam-se os Gleissolos sálicos, que depois de intensa lixiviação de sais dos Gleissolos sálicos originam os Planossolos Nátricos.

A gênese dos Organossolos é condicionada, ao mesmo, ao excesso de água e a alta taxa de adição de restos orgânicos nos locais mais deprimidos das várzeas. Além da gênese dos solos é necessário considerar os cinco fatores de formação dos solos, representados pelo clima, material de origem, relevo, vegetação e tempo (e seus processos pedogenéticos), pois o clima juntamente com os organismos agem no material de origem (geralmente rocha) num determinado relevo, transformando-o em solo ao longo do tempo. Os referidos processos pedogenéticos são: transformação; translocação; adição; e remoção.

A transformação dos constituintes dos solos pode ser química, física, biológica e mineralógica. Pelo processo de intemperismo, minerais primários são transformados com a conseqüente remoção de sílica e bases no perfil, representando a gênese conhecida como latossolização, típica da classe dos Latossolos.
A translocação de material do horizonte A para o horizonte B, são de dois tipos: mecânica ou química. A translocaçãoé mecânica quando a argila silicatada depois de dispersar se no horizonte A transloca-se para o horizonte B formando a cerosidade nos agregados estruturais dos Argissolos, Luvissolos, Nitossolos, e Chernossolos. Por outro lado, a translocação química da matéria orgânica e dos óxidos de ferro e alumínio do horizonte A para o horizonte B é específica dos Espodossolos.

A adição pode ser de matéria orgânica na camada arável, sais por capilaridade nos solos salinos, e de materiais trazidos pelo vento (poeiras industriais contendo substâncias tóxicas, cinzas vulcânicas e cinzas das queimadas), a remoção dos elementos químicos exportados na colheita das plantas, das enxurradas e queimadas, das migrações laterais e em profundidade no perfil de solo completam a pedogênese.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Horizontes do Solo

por: Colunista Portal - Educação
A1: Uma camada rica em húmus
A1: Uma camada rica em húmus
Onde um corte recente de estrada ou escavação expõe perfis verticais do solo, frequentemente notam-se camadas denominadas horizontes. Um perfil de solo generalizado, e um tanto simplificado, tem quatro divisões principais, além do R (Rocha Consolidada) e do E , são eles: Horizontes O, A, B e C, o horizonte A tem duas subdivisões (A1 e A2).


Alinhados em ordem descendentes a partir da superfície do solo, os horizontes e suas características mais proeminentes são como se segue:


O - Primordialmente depósitos de matéria orgânica morta. A maioria dos organismos do solo habita esta camada (conhecida genericamente como serrapilheira, pode também de dividir em O1 e O2, a primeira é constituída por restos vegetais recém-caídos, a segunda tem um aspecto esponjoso, semidecomposto, e geralmente está associada a uma malha de raízes).


A1-
Uma camada rica em húmus, que consiste em material orgânico parcialmente decomposto misturado com solo mineral.


A2
- Uma região de intensa lixiviação de minerais do solo. Devido aos minerais serem dissolvidos pela água (mobilizados) neta camada, as raízes das plantas estão concentradas aqui.


B- Uma região de pouco material orgânico cuja composição química assemelha-se aquela da rocha subjacente. Minerais de argila e óxidos de alumínio e fero são lixiviados para fora do horizonte A2, acima são eventualmente depositados aqui.


C-
Principalmente material levemente modificado semelhante à rocha matriz. Carbonatos de cálcio e magnésio acumulam-se nesta camada, especialmente em regiões secas, algumas vezes formando camadas duras e impermeáveis.


E- Horizontes eluviais empobrecidos em partículas de dimensão argilosa. Encontram-se, geralmente, sob o horizonte A; apresentam, devido à migração das partículas finas, uma concentração relativa de constituintes maiores, como os siltes e as areias; apresentam cores mais claras do que a dos horizontes subjacentes; sua estrutura é geralmente contínua, fragmentar, pouco evoluída; seu pH é normalmente ácido, por ser destituído das bases.


Os horizontes de solo demonstram a crescente influência do clima e dos fatores bióticos com o aumento da profundidade. Crítico para a formação do solo é o movimento dos elementos minerais para cima e para baixo através do perfil do solo. Porém, antes de considerar este processo em detalhe, examinaremos a modificação inicial da rocha matriz e como ela influencia as características do solo.