Mostrando postagens com marcador Animais estranhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Animais estranhos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2014



Atlas of the World's Strangest Animals

|
 
 
Atlas of the World's Strangest Animals by Paula Hammond - 2010 | English |  224 pages

A companion to Atlas of the World’s Most Dangerous Animals (2007), this volume profiles 50 animals, among them the giraffe, the Siamese fighting fish, the koala, the great grey shrike, and the seahorse. Arrangement is by region, and each animal is covered in a four-page entry combing text with a “Key Facts” box and strong visuals, including photographs, maps, and artwork. Like the earlier work, this one lacks research aids such as further-reading lists. In addition, there is no explanation of why the 50 animals were selected; in fact, some of them “may seem quite mundane,” as the brief introduction notes. Nevertheless, the topic and the presentation will appeal to students.

Baixe aqui: NitroFlare

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Indesejáveis, mas nem sempre
Debate sobre definição e controle de plantas e animas exóticos esquenta em São Paulo
© Eduardo Cesar
Lírio-do-brejo: mais rápida para se reproduzir do que as espécies nativas      

Um problema antigo – o das espécies de animais e plantas exóticas invasoras – começa a ser combatido. Após quase dois anos de debates entre especialistas de órgãos do governo, instituições de pesquisa, organizações não governamentais e empresas, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) do estado de São Paulo publicou em 9 de novembro a lista com as 14 espécies de animais com potencial invasor como o javali, a lebre-europeia e o caramujo-africano. No mesmo dia o conselho autorizou a formação de um grupo de trabalho com representantes do governo e da sociedade civil para definir as formas de controle da população desses bichos e propor uma lista de espécies de plantas exóticas invasoras (por definição, uma espécie exótica invasora encontra-se fora de sua área de distribuição natural, não tem predadores e prolifera com relativa facilidade a ponto de prejudicar a sobrevivência de espécies nativas). Provavelmente não será fácil eliminar os animais indesejados nem aprovar uma relação viável de plantas indesejadas.

Uma das barreiras para a eliminação dos animais da lista é que a Constituição paulista proíbe a caça. Esse fato coloca aos advogados e promotores públicos o desafio de cumprir a lei sem ferir outras leis. Dois javaporcos – resultantes do cruzamento de javalis com porcos domésticos – apreendidos por ordem judicial estão sendo criados em um centro de recuperação de animais silvestres da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos. O plano de José Evaristo Merigo, administrador do criadouro, era abater os animais em um matadouro municipal autorizado e distribuir a carne para comunidades carentes, conforme orientação do Ibama, mas a promotoria não autorizou, já que os animais estão sub judice. “Não posso deixar os bichos fugirem”, aflige-se Merigo.

Em um estudo de 2007 na revista Natureza & Conservação, André Deberdt e Scherezino Scherer, ambos do Ibama, registraram animais soltos em nove estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Bahia), destruindo plantações e fontes de água e cruzando com o porco doméstico. Os pesquisadores observaram que os animais se alimentavam de pinhões (Araucaria angustifolia), até mesmo de sementes enterradas, no Rio Grande do Sul, prejudicando a regeneração de araucárias. A caça, autorizada em alguns estados, não foi o bastante para acabar com os porcões.

O grupo de trabalho deverá também buscar e propor formas adequadas de controle de espécies invasoras às vezes poucos visíveis, como os invertebrados, que continuam a ganhar espaço. É o caso de duas espécies de coral agora vistas como invasoras, que há 30 anos se limitavam a trechos do litoral do Rio de Janeiro. De acordo com um estudo de janeiro de 2011 na Coral Reefs, elas formaram colônias ao longo de 130 quilômetros da costa em direção a São Paulo.

As plantas são outro problema, porque algumas chamadas de invasoras são importantes economicamente, a exemplo do capim braquiária (Urochloa decumbens), bastante usado como pastagem para gado no Brasil. “Ninguém seria inconsequente a ponto de propor a eliminação da braquiária”, diz Cristina Azevedo, diretora do departamento de proteção da biodiversidade da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do estado de São Paulo.

Outra missão do grupo de trabalho será apresentar espécies nativas que possam substituir as plantas exóticas invasoras como o lírio-do-brejo, planta nativa da Ásia, que forma touceiras em córregos e áreas úmidas e tem um time de defensores porque, em razão do perfume intenso, é bastante usada em velórios. Cristina soube disso depois de uma conversa com representantes de funerárias que a procuraram para pedir que tirassem essa planta da lista que a SMA estava preparando.

“Cabe a nós, pesquisadores, apresentar alternativas, temos muitas espécies nativas”, afirma Dalva Matos, pesquisadora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Ela acompanha a construção e desconstrução das listas desde o primeiro debate realizado na capital paulista em 22 de maio de 2009, logo após a Organização das Nações Unidas ter reconhecido as espécies invasoras como um problema mundial. Calcula-se que 480 mil espécies exóticas que se espalharam mundialmente possam causar prejuízos anuais de US$ 1,4 trilhão, o equivalente a 5% da economia global.


 Mico-de-tufo-preto, invasor apenas se fora do cerrado 

Câncer da terraTrazidas nos intestinos de aves e de mamíferos e na bagagem de colonizadores, as espécies invasoras agora inquietam. Ávidas por luz, água e nutrientes, ocupam sem controle espaços livres ou tomados por comunidades de espécies nativas. Como um câncer da terra, escaparam do controle, se é que um dia puderam ser controladas. Poderão, agora? Os especialistas acreditam que sim, mas países mais ricos e organizados, como os Estados Unidos e a Inglaterra, ainda lutam arduamente para se livrar dessas pragas. Por vezes, a única saída para erradicar espécies danosas ao ambiente, cogitada nos Estados Unidos, é matar todos os organismos de um lago ou rio tomado por espécies invasoras de peixes e depois repovoar o lugar apenas com espécies nativas.

O governo do Reino Unido, um arquipélago do tamanho do estado de São Paulo, iniciou em 1981 uma campanha nacional para eliminar o ratão-do-banhado, roedor nativo da América do Sul e agora na lista de São Paulo. A eliminação dos animais – o último deles, acredita-se, foi morto em 1989 – e a recuperação ambiental custaram £ 3 bilhões (R$ 8 bilhões), mas recentemente os ingleses viram que os caramujos, outra espécie exótica, estão fora de controle e destruindo seus preciosos jardins.

No Brasil, esse problema começou a ser delineado há poucos anos. Em 2006, um grupo do Ministério do Meio Ambiente (MMA) reconheceu a existência de 543 organismos exóticos invasores com potencial para alterar o ambiente terrestre, marinho, a agropecuária ou a saúde humana no país. Há várias contagens. Em um estudo de julho de 2011 na Revista Brasileira de Botânica, Rafael Zenni e Sílvia Ziller, do Instituto Hórus, apresentam 117 espécies apenas de plantas reconhecidas como invasoras, já estabelecidas ou com potencial de invasão no país.

Sementes escondidas

Vários estados, como Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Minas Gerais e Pernambuco, já aprovaram suas listas de espécies malditas e põem em campo projetos piloto de erradicação. O problema é que as sementes de gramíneas como o capim anoni (Eragrostis plana), que cobre 2 milhões de hectares de pastos degradados no Rio Grande do Sul, podem permanecer no solo por 24 anos.

“Temos de monitorar o banco de sementes do solo, não só a vegetação”, alerta Dalva. Ela e sua equipe de São Carlos verificaram que, no cerrado, uma samambaia nativa, a Pteridium arachnoideum, solta longas raízes, os rizomas, que liberam compostos capazes de inibir o crescimento de outras plantas. Uma solução seria revirar a terra e tirar o máximo possível de rizomas, já que a aplicação de calcário no solo pode não ser plenamente eficiente.

A relação paulista de seres indesejados era imensa, mas foi reduzida à medida que avançavam os debates entre os representantes do governo, de empresas e de ONGs que formam o Consema. Das 42 espécies de animais, incluindo a iguana, o pardal, a cabra doméstica e a lagartixa, só passaram as 14 sobre as quais não havia dúvida de que eram exóticas, invasoras e consensualmente prejudiciais para a sobrevivência de outras espécies ou para a agricultura (veja a lista).

A lista inicial, que deve ser reavaliada pelo grupo de trabalho, continha 22 espécies de plantas consideradas invasoras. Lá estavam açaí, abacateiro, mangueira, goiabeira, mamona, eucalipto, pínus, jaqueira e chuchu. Nenhuma, porém, passou pela votação dos representantes de órgãos de governo e da sociedade civil que formam o Consema.

Como os donos de floriculturas tinham feito com o lírio-do-brejo, os agrônomos saíram em defesa do açaizeiro, trazido para a Região Sudeste para produzir palmito como alternativa a uma palmeira nativa ameaçada de extinção, a juçara. O açaí é nativo da Amazônia e classificado como uma espécie exótica invasora na mata atlântica porque cresce mais rapidamente, produz mais frutos e atrai mais polinizadores que a juçara.

Não há espaço para conceitos inflexíveis. Como resultados dos próximos debates, talvez as espécies sejam consideradas com potencial de invasão de acordo com o ambiente em que estiverem: a jaqueira, por exemplo, pode ser prejudicial para outras espécies quando se espraia na mata atlântica, mas raramente é danosa em outros ambientes naturais. Ou talvez sejam mal-vistas apenas quando se espalharem onde não são bem-vindas. É o caso dos pinheiros (Pinus elliottii) que ocuparam áreas de cerrado do interior paulista, transformando-as em densas áreas de pinheiros, com visível perda de biodiversidade.

Outro problema que começou a ser debatido é o das espécies nativas que não são invasoras, mas que, na avaliação do grupo de São Carlos, deveriam ser controladas. É o caso do taquaruçu ou bambu-gigante (Guadua tagoara), nativo da mata atlântica, mas com potencial invasor. Esse bambu cresce sobre árvores e, depois de florescer, morre, quebrando galhos. Segundo Dalva, as sementes que brotam nas áreas próximas podem atrair muitos ratos, que comem as mudas de bambus e depois se espalham por plantações ou casas próximas.

Artigos científicos

1. DEBERDT, A.J. e SCHERER, S.B. O javali asselvajado: ocorrência e manejo da espécie no Brasil. Natureza & Conservação. v. 5, n. 2, p. 31-44. out. 2007.

2. ZENNI, R.D. e ZILLER, S.R. An overview of invasive plants in Brazil. Revista Brasileira de Botânica. v. 34, n. 3, p. 431-46. jul-set. 2011.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo

 

Imperador Tamarin  – Belo bigodão
emperor tamarin Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo

Curiosamente, o nome do macaco era apenas um apelido, que era uma zoação com o imperador germânico Wilhelm II. Mas que acabou sendo incorporado ao nome científico do macaco. Ele vive nas selvas do peru Bolívia e Brasil. É um macaco pequeno, com uma cauda maior que o corpo.
Macaco da cara branca – Esse dá calafrios.
white faced saki monkey Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O olhar penetrante deste macaco impressiona qualquer um. Adivinha de onde é este bicho? Isso mesmo, Brasil.
Anta pintada -
tapir baby Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este nem é tão estranho. Bem, a Anta é um paquiderme, logo está de certa maneira ligado ao elefante, mas esta antinha mirim pintadinha é muito bonita e exótica. Os índios costumam usar estes animais quando filhotes como bichinhos de estimação.
Hagfish -
hagfish Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é um peixe. Não, não é um caracol. Ele é considerado um dos bichos mais nojentos do mundo. O Hagfish além de feio é meio sinistro. Para se defender, ele secreta uma baba gosmenta que o ajuda a escapar dos predadores. O animal se alimenta fazendo um buraco no corpo (do outro peixe morto e em caso de defuntos jogados na água, no ser humano) onde enfia esse monte de dente nojento. O hagfish é parente da lampreia, que parece com ele e pode parasitar outros peixes e até gente. O movimento desses animais se dá quando ele cria um nó no próprio corpo e com ele consegue se propelir em direção à vítima.
Toupeira do nariz de estrela -
star nosed mole Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O nome diz tudo. É feio feito o catiço esse bicho.

Macaco de tromba / macaco-narigudo
proboscis monkey Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Bizarro. Parece até aquela maquiagem da mulher com a “cara de pau” que eu já postei aqui.
Tatu-fada rosa -
pink fairy armadillo Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é o menor tatu do mundo. Um bichinho microscópico e cor de rosa. 90 a 115 milímetros. Da Argentina.
Axolotl -
axolotl Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é o nome de uma salamandra mole mexicana. Um bicho estranho pra dedéu. Ele ainda pode regenerar partes do corpo amputadas. Por conta desta habilidade wolverinesca, a salamandra Axolotl está sendo estudada em vários centros de pesquisas biotecnológicas.
Aye-Aye -
aye aye Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O estranho (semi-Et) Aye-Aye está famoso no mundo dos blogs como um dos mais estranhos bichos do mundo. Ele é tido como um demônio de mau agouro em Madagascar, seu país de origem. E por isso está na lista dos mais ameaçados de extinção.
Alpaca -
alpaca Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é uma espécie de cabritinho-girafesco, com um longo e ereto pescoço. As Alpacas são nativas dos andes, e descendem das Alpacas selvagens. São parentes das Lhamas, que por sua vez, são parentes dos camelos.
Tarsier
tarsier Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Não, não é o Et de varginha. Este é um animal noturno – o que explica os olhos gigantes. Ele é um mamífero que salta pelas árvores na escuridão da floresta em busca de pegar cobras e insetos em pleno vôo. O Tarsier é um animal complexo devido a sua grande fragilidade. Ele tem este nome devido ao tamanho desproporcional dos ossos tarsios. Em geral são pouco conhecidos do homem, uma vez que existem poucos em cativeiro. Eles costumam cometer suicídio devido ao stress quando em cativeiro.
Polvo dumbo
dumbo octopus Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
É um animal descoberto recentemente nas altas profundidades. Ele leva este nome pelas estranhas orelhinhas na cabeça. É fofinho e parece até um pokemon, com aqueles tentáculos minúsculos.
Cão de Komondor -
komondor dog Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Parece que a peruca do Bob Marley resolveu sair por aí. É um cão de dreadlocks. O cão de Komondor é este animal raro. Os dreadlocks são naturais e ocorrem devido à espessura do fio do pelo deste animal.
Coelho Angorá
english angora rabbit Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O coelho angorá é basicamente um Fluff vivo. Lembra do Fluff? Era aquela bola de fiapos. O coelho angorá é um coelho normal com pelos além da conta.
de origem turca, o coelho surgiu por volta de 1700, e é um animal bastante dócil. Cultuado pelos criadores de coelhos de exibição.
Peixe-bolha -
blobfish Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O peixe bolha é um animal visto raramente por seu habitat ser praticamente inacessível a humanos. Ele vive em altas profundidades na costa da Australia e da Tasmania. O peixe bolha vive em uma profundidade tamanha, que seu organismo se adaptou e desta maneira sua pele é parecida com uma gelatina. ele é um peixe mais próximo da água-viva que se tem notícia. A densidade do seu corpo é sutilmente menor que a da água. Ele quase não tem músculos, nadando ao sabor das correntes profundas. Para compensar isso ele tem este bocão que engole de uma só vez qualquer peixinho mané que der mole na frete dele.