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terça-feira, 5 de junho de 2018

As metamorfoses da Mata Atlântica
 
Levantamento indica predomínio de animais pequenos e resistência à fragmentação florestal
Publicado originalmente por Carlos Fioravanti - Revista Pesquisa Fapesp (Edição 267 mai. 2018)
04/06/2018
Mico-leão-de-cara-preta, o macaco mais raro na Mata Atlântica, com 34 registros
 
Os animais de grande porte escassearam e os pequenos se tornaram dominantes, mas praticamente não houve extinções globais na Mata Atlântica, de acordo com estudos realizados a partir da base de dados Atlantic Series, cuja elaboração reuniu cerca de 400 biólogos, ecólogos e engenheiros florestais do Brasil e de outros países. Ao juntar informações de coleções biológicas de museus, artigos científicos, coletas de campo, bases on-line, dissertações de mestrado, teses de doutorado, relatórios técnicos e inventários de campo que haviam sido publicados ou não, os pesquisadores observaram também a resiliência – capacidade de adaptação – das espécies de mamíferos de grande e pequeno porte e de aves à extrema fragmentação da Mata Atlântica. A floresta que acompanha o litoral, entrando no interior de São Paulo e Minas Gerais, ocupa cerca de 15% da área estimada há cinco séculos, quando começou a colonização europeia, e se encontra dividida em centenas de pedaços, a maioria com menos de 1 quilômetro quadrado.
“Mesmo com uma redução de 85% da área da Mata Atlântica, não houve uma extinção em massa, pelo menos não ainda”, diz o biólogo Mauro Galetti, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, e um dos coordenadores do trabalho. “Houve extinções locais, como a do macaco mono carvoeiro (Brachyteles arachnoides), que ocorria em boa parte da Mata Atlântica e hoje é raríssimo, mas encontramos poucas extinções globais entre as 2 mil espécies já examinadas.” Três espécies de aves – a coruja-marrom, a caburé-de-pernambuco (Glaucidium moorerorum), o pararu (Claravis geoffroyi) e o tietê-de-coroa (Calyptura cristata) – não são avistadas há mais de 20 anos e provavelmente já desapareceram. Entre os anfíbios, a única espécie considerada extinta é a perereca Phrynomedusa fimbriata, vista apenas no alto da serra de Paranapiacaba em 1896 e descrita em 1923.
Bichos grandes mais rarosOs estudos da Atlantic Series registraram uma redução das populações de mamíferos e aves de grande porte. A onça-pintada, a queixada ou porco-do-mato (Tayassu pecari), o cachorro-do-mato-vinagre (Speothos venaticus), a harpia (Harpia harpyja), os tucanos e os gaviões florestais tornaram-se raros na Mata Atlântica, à medida que perderam território ou foram caçados. Em consequência, ressalta o ecólogo Milton Ribeiro, professor da Unesp em Rio Claro, espécies de árvores de grande porte tendem a escassear, porque dependem de animais avantajados para levar suas sementes também grandes para áreas em que possam germinar com baixa competição com outras árvores da mesma espécie.
O biólogo Fernando Lima, pesquisador da Unesp e do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê), com colegas de outras instituições do Brasil e da Argentina, encontrou grupos de pelo menos 50 onças-pintadas apenas em matas da serra do Mar, do alto Paraná e Paranapanema (oeste de São Paulo) e de Missiones, na Argentina. “As populações de onças não chegam a 300 indivíduos, são poucas e estão muito isoladas, o que prejudica a continuidade da espécie”, diz. Por serem escassas, as onças deixaram de exercer o papel de predador de topo da cadeia ecológica. Em consequência, os competidores de porte médio como a onça-parda e a jaguatirica (Leopardus pardalis) ganham espaço, com efeitos imprevisíveis sobre as populações das habituais presas, como capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) e porcos selvagens como catetos (Pecari tajacu) e queixadas (Tayassu pecari).
A Atlantic Series reúne informações sobre as áreas de ocorrência e a abundância de – até agora – 296 espécies de mamíferos (de grande e pequeno porte, morcegos e primatas), 832 de aves, 528 de anfíbios e 279 de borboletas, com dezenas de milhares de registros geográficos para cada grupo. Os trabalhos científicos resultantes dessa base de dados estão sendo publicados na revista científica Ecology; as listas de espécies com suas áreas de ocorrência e abundância integram os anexos de cada trabalho e um site criado pelo grupo da Unesp.
Os estudos evidenciam as espécies mais abundantes e as mais raras. No primeiro caso, entre os mamíferos de grande porte registrados por armadilhas fotográficas, o mais comum nas matas é o cachorro doméstico (Canis familiaris). No segundo caso estão, entre os macacos, o mico-leão-de-cara-preta (Leontopithecus caissara), com 34 registros, e o macaco-prego-dourado (Sapajus flavius), com 44 registros em toda a Mata Atlântica.
Dos trabalhos, emergem também as relações entre os animais e as plantas. Em junho de 2017, o primeiro dos seis artigos já publicados apresentou 8.320 interações, em geral ligadas à alimentação, entre 331 animais (aves, mamíferos, peixes, anfíbios e répteis) e 788 espécies de plantas. Um dos destaques foi um tipo de árvore encontrada em encostas e margens de córregos, a capororoca (Myrsine coriacea). Essa espécie tinha o maior número de dispersores: seus frutos atraem 83 espécies de animais, como gralhas, jacus, bugios, sabiás e outras aves. O macaco muriqui (Brachyteles arachnoides) e o sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) despontaram como os frugívoros com as dietas mais diversificadas, por se alimentarem dos frutos, respectivamente, de 137 e 121 espécies de plantas. “A elucidação das relações entre fauna e flora, como frugivoria, herbivoria, dispersão e polinização, é fundamental para sustentar a definição de grupos funcionais de espécies a serem usadas na restauração florestal”, comenta o biólogo Ricardo Rodrigues, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), que não participou desse trabalho.
O ecológo Jean Paul Metzger, professor do Instituto de Biociências da USP e um dos coautores desse trabalho, ressalta que essa base é também uma matéria-prima farta para estudos sobre variação das populações, áreas de ocorrência de espécies e interações entre comunidades de animais e plantas. “A partir da reunião desses dados, podemos testar uma série de novas hipóteses, como a relação entre as extinções da fauna e a das árvores de grande porte, levando à redução da biomassa da floresta”, sugere.
“Com os dados da Atlantic Series”, acrescenta Galetti, “tentaremos entender como as espécies sobrevivem mesmo diante de uma altíssima fragmentação”. Segundo ele, a capacidade de os animais se adaptarem a espaços menores, com luminosidade e clima diferentes dos habituais, a chamada plasticidade fenotípica e comportamental, tem sido pouco estudada. A onça-parda (Puma concolor) consegue viver em florestas, em plantações de eucalipto ou entre canaviais e alimentar-se de animais de todo tipo – de camundongos a bois. Em contrapartida, a onça-pintada (Panthera onca), embora possa viver em matas fechadas ou abertas como o Cerrado e a Caatinga, precisa de grandes espaços e de animais de grande porte como anta e porcos-do-mato que possa caçar.
Gradualmente, a Mata Atlântica se transforma em uma floresta de animais de pequeno porte, que se tornam hiperdominantes. A hiperdominância é uma situação em que poucas espécies respondem por pelo menos metade dos exemplares de determinado tipo de ser de uma área. Entre as 124 espécies de pequenos mamíferos, as predominantes são o gambá (Didelphis aurita) e o ratinho-do-arroz (Oligoryzomys nigripes). “A hiperdominância é um reflexo da fragmentação, porque as espécies desse tipo se adaptam a áreas pequenas, mas não sabemos até que ponto”, diz Galetti. “A possibilidade de ser um padrão geral de florestas tropicais abre um enorme campo de pesquisas, para entender como uma espécie se torna hiperdominante.” Um estudo da Science de 2013 indicou que, entre as cerca de 16 mil espécies de árvores da Amazônia, 227 (1,4% do total) são hiperdominantes, enquanto outras 11 mil respondem por apenas 0,1% do total.
Dois séculos de registros de avesCoordenado pela bióloga Erica Hasui, professora da Universidade Federal de Alfenas, Minas Gerais, o artigo sobre aves, publicado em fevereiro deste ano, oferece uma visão retrospectiva mais ampla que os outros trabalhos da Atlantic Series. Ele reúne 183.814 registros de 832 espécies obtidos entre 1815 e 2017 em 4.122 localidades. Com base nessas informações, Erica e o biólogo Luis Fábio Silveira, curador das coleções ornitológicas do Museu de Zoologia da USP, verificaram que a jacutinga (Aburria jacutinga), que nos anos 1800 se espalhava pelas matas de quase todo o sudeste, hoje vive apenas nos maiores fragmentos de Mata Atlântica, localizados principalmente em São Paulo.
Esse inventário contém apenas 12 registros de harpia, em grandes áreas de Mata Atlântica: o mais antigo foi em Cantagalo, no Rio de Janeiro, em 1850, e o mais recente em Iporanga, no interior de São Paulo, em 1992. Há também registros do final do século XIX de espécies hoje raras em áreas da cidade de São Paulo, como o não-pode-parar (Phylloscartes paulista), um pássaro de até 10 centímetros de comprimento, acinzentado, com peito amarelado, que foi observado nos bairros de Santo Amaro e do Ipiranga, respectivamente, em 1897 e 1899.
Até o final do ano outros levantamentos dessa série deverão ser publicados, tratando de anfíbios, borboletas, primatas, formigas, polinizadores e árvores. Diante dessa produção científica, o ecólogo finlandês Otso Ovaskainen, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, que em 2015 motivou os biólogos brasileiros a reunirem seus dados, comentou: “É fantástico que todos esses dados estejam agora acessíveis para pesquisadores que trabalham com ecologia tropical. Eles são especialmente relevantes para entender o impacto dos seres humanos sobre os ecossistemas, por meio, por exemplo, da fragmentação florestal e da defaunação”, disse. “A possibilidade de combinar essas informações de modos diferentes é animadora.”
Projetos
1. Consequências ecológicas da defaunação na Mata Atlântica ( nº 2014/01986-0 );  Modalidade Projeto temático; Pesquisador responsável Mauro Galetti (Unesp); Investimento R$ 1.425.755,832. Novos métodos de amostragem e ferramentas estatísticas para pesquisa em biodiversidade: integrando ecologia de movimento com ecologia de população e comunidade (nº 2013/50421-2 );  Modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular;  Pesquisador responsável Milton Cezar Ribeiro (Unesp) ; Investimento R$ 1.292.448,933. Conservação da biodiversidade em paisagens fragmentadas no Planalto Atlântico de São Paulo (Brasil) (nº 1999/05123-4); Modalidade Projeto temático; Pesquisador responsável Jean Paul Walter Metzger (USP) ; Investimento R$ 1.323.617,08
Artigos científicos
BELLO, C. et al. Atlantic frugivory: a plant–frugivore interaction data set for the Atlantic Forest. Ecology, v. 98, n. 6, p. 1729, mar. 2017.
MUYLAERT, R. D. L. et al. Atlantic bats: a data set of bat communities from the Atlantic Forests of South America. Ecology, v. 98, n. 12, p. 3227, dez. 2017.
HASUI, E. et al. Atlantic birds: a data set of bird species from the Brazilian Atlantic Forest. Ecology, v. 99, n. 2, p. 497, fev. 2018.
STEEGE, Hans ter et al. Hyperdominance in the Amazonian tree flora. Science, v. 342, n. 6156, 1243092, out. 2013.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Coelho chinês mais raro que panda vira sensação na internet

 Ili Pika 

 Estima-se que menos de mil espécimes ainda existam, o que representa menos que o número de panda.

Graças às redes sociais e à pecha de "coelho mágico", um animal ameaçado de extinção que vive em uma região remota na China está dando o que falar.
Trata-se do pika-de-lli, um lagomorfo que só é encontrado na China. Com menos de mil exemplares, o pika-de-lli é mais raro que o urso panda.

O animal, do gênero dos octonídeos e "primo" de coelhos e lebres, só foi visto pela primeira vez em 1983.

O autor da façanha foi o ambientalista Li Weidong, que dedicou os últimos 30 anos de sua vida à missão de documentar e proteger o roedor.

Menos de mil

Weidong lembra-se de quando "descobriu" o lagomorfo. "Tinha escalado uma montanha durante quatro horas e parei por alguns minutos para recuperar o fôlego. Foi quando vi um pequeno animal correndo", conta.
"Escondi-me atrás de um rocha e, de repente, vi duas orelhas de coelho surgindo em meio às pedras. O pequeno animal me olhava fixamente. Achei que era a criatura mais bonita e bizarra que tinha visto".






Pika na rocha


Há muitos tipos de pikas, cuja grande diferença para os coelhos é ter orelhas arredondadas. Mas a espécie observada por Weidong tinha três listras marrons distintas em seu pescoço.

Depois de três anos de estudos, Weidong e sua equipe batizaram o animal de pika-de-lli, em homenagem à região de Ili, no extremo noroeste da China, onde o lagomorfo foi avistado pela primeira vez.

O Ochotona iliensis vive em buracos, em alturas que variam de 2.800 a 4 mil metros. Vive em condições de frio extremo e se alimenta da ervas que crescem nas montanhas de Tian Shan.

Após a descoberta, decidiram tomar providências para proteger os pikas, mas não quiseram fazer muito alarde para evitar atrair atenção indesejada para os animais.

Só que agora o lagomorfo tem uma nova ameaça além de seus predadores naturais, aves de rapina e raposas: a ação humana.

Pastos

O conservacionista Li Weidong diz que há mais de 20 anos não vê um pika
Nos últimos anos, as áreas de pastagem dos pika foram reduzidas em 71% por fatores como mudanças climáticas e a destruição do meio ambiente.
"Os pikas-de-lli agora estão isolados no alto da montanha porque seu habitat está fragmentado", explica Weidong.

E um sinal claro, segundo o conservacionista, é que faz 24 anos que ele não vê um único animal na região.
Os pikas-de-lli ganharam notoriedade depois de aparecerem na renomada revista National Geographic. E se tornaram uma sensação na internet, o que preocupa Weidong.

"Muita gente me escreve para dizer que quer ajudar a proteger os pikas. Só que mais atenção também significa mais perigo para eles", pondera.


Li Weidong

 O conservacionista Li Weidong diz que há mais de 20 anos não vê um pika






 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Only Known Living Population of Rare Dwarf Lemur Discovered

ScienceDaily (Apr. 13, 2010) — Researchers have discovered the world's only known living population of Sibree's Dwarf Lemur, a rare lemur known only in eastern Madagascar. The discovery of approximately a thousand of these lemurs was made by Mitchell Irwin, a Research Associate at McGill University, and colleagues from the German Primate Centre in Göttingen Germany; the University of Antananarivo in Madagascar; and the University of Massachusetts.


Sibree's dwarf lemur. The elusive species was "rediscovered" a century after its first sighting. (Credit: Image courtesy of McGill University)
 
The species was first discovered in Madagascar in 1896, but this tiny, nocturnal dwarf lemur was never studied throughout the 20th century. Following the destruction of its only known rainforest habitat, scientists had no idea whether the species still existed in the wild -- or even whether it was a distinct species. The study will be published in the current issue of the journal Molecular Phylogenetics and Evolution.
Irwin first observed dwarf lemurs at Tsinjoarivo, Madagascar, in 2001, shortly after setting up a long-term rainforest research site. "Even then we knew something was unusual about them," Irwin said. "Instead of the rainforest species we expected to see, our lemur resembled the species known from dry western forests, only it was much larger."
In 2006, Irwin began collaborating with Marina Blanco, University of Massachusetts at Amherst who trapped dwarf lemurs at several sites throughout Tsinjoarivo. This work led to the further surprise that two morphologically distinct dwarf lemur species were present, living side-by-side. Further work by geneticist Linn Groeneveld, German Primate Center confirmed the existence of the more common Crossley's dwarf lemur, and the elusive Sibree's dwarf lemur.
The new study showed the mystery lemurs to be very similar to the only known specimen of Sibree's dwarf lemur, now in The Natural History Museum in London, England. Genetic analysis shows the mystery lemurs to be highly distinct from all other known species. In fact, the genetic analyses confirmed that of the four known dwarf lemur species, this is the most genetically unique and probably closely resembles the ancestor that gave rise to the other species.
Irwin is hopeful that this new discovery will lead to increased conservation efforts. "On one hand, you want to get the taxonomy right, just to determine how many dwarf lemur species are out there," said Irwin. But protecting this newly rediscovered species from extinction in a country ravaged by habitat destruction is the next challenge. "Without the recognition provided by this study, this species probably would have gone extinct in the near future. Protecting its only known population and determining how many individuals are left are now top priorities, especially since much of this region's forests have already disappeared."

 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo

 

Imperador Tamarin  – Belo bigodão
emperor tamarin Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo

Curiosamente, o nome do macaco era apenas um apelido, que era uma zoação com o imperador germânico Wilhelm II. Mas que acabou sendo incorporado ao nome científico do macaco. Ele vive nas selvas do peru Bolívia e Brasil. É um macaco pequeno, com uma cauda maior que o corpo.
Macaco da cara branca – Esse dá calafrios.
white faced saki monkey Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O olhar penetrante deste macaco impressiona qualquer um. Adivinha de onde é este bicho? Isso mesmo, Brasil.
Anta pintada -
tapir baby Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este nem é tão estranho. Bem, a Anta é um paquiderme, logo está de certa maneira ligado ao elefante, mas esta antinha mirim pintadinha é muito bonita e exótica. Os índios costumam usar estes animais quando filhotes como bichinhos de estimação.
Hagfish -
hagfish Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é um peixe. Não, não é um caracol. Ele é considerado um dos bichos mais nojentos do mundo. O Hagfish além de feio é meio sinistro. Para se defender, ele secreta uma baba gosmenta que o ajuda a escapar dos predadores. O animal se alimenta fazendo um buraco no corpo (do outro peixe morto e em caso de defuntos jogados na água, no ser humano) onde enfia esse monte de dente nojento. O hagfish é parente da lampreia, que parece com ele e pode parasitar outros peixes e até gente. O movimento desses animais se dá quando ele cria um nó no próprio corpo e com ele consegue se propelir em direção à vítima.
Toupeira do nariz de estrela -
star nosed mole Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O nome diz tudo. É feio feito o catiço esse bicho.

Macaco de tromba / macaco-narigudo
proboscis monkey Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Bizarro. Parece até aquela maquiagem da mulher com a “cara de pau” que eu já postei aqui.
Tatu-fada rosa -
pink fairy armadillo Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é o menor tatu do mundo. Um bichinho microscópico e cor de rosa. 90 a 115 milímetros. Da Argentina.
Axolotl -
axolotl Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é o nome de uma salamandra mole mexicana. Um bicho estranho pra dedéu. Ele ainda pode regenerar partes do corpo amputadas. Por conta desta habilidade wolverinesca, a salamandra Axolotl está sendo estudada em vários centros de pesquisas biotecnológicas.
Aye-Aye -
aye aye Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O estranho (semi-Et) Aye-Aye está famoso no mundo dos blogs como um dos mais estranhos bichos do mundo. Ele é tido como um demônio de mau agouro em Madagascar, seu país de origem. E por isso está na lista dos mais ameaçados de extinção.
Alpaca -
alpaca Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Este é uma espécie de cabritinho-girafesco, com um longo e ereto pescoço. As Alpacas são nativas dos andes, e descendem das Alpacas selvagens. São parentes das Lhamas, que por sua vez, são parentes dos camelos.
Tarsier
tarsier Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Não, não é o Et de varginha. Este é um animal noturno – o que explica os olhos gigantes. Ele é um mamífero que salta pelas árvores na escuridão da floresta em busca de pegar cobras e insetos em pleno vôo. O Tarsier é um animal complexo devido a sua grande fragilidade. Ele tem este nome devido ao tamanho desproporcional dos ossos tarsios. Em geral são pouco conhecidos do homem, uma vez que existem poucos em cativeiro. Eles costumam cometer suicídio devido ao stress quando em cativeiro.
Polvo dumbo
dumbo octopus Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
É um animal descoberto recentemente nas altas profundidades. Ele leva este nome pelas estranhas orelhinhas na cabeça. É fofinho e parece até um pokemon, com aqueles tentáculos minúsculos.
Cão de Komondor -
komondor dog Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
Parece que a peruca do Bob Marley resolveu sair por aí. É um cão de dreadlocks. O cão de Komondor é este animal raro. Os dreadlocks são naturais e ocorrem devido à espessura do fio do pelo deste animal.
Coelho Angorá
english angora rabbit Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O coelho angorá é basicamente um Fluff vivo. Lembra do Fluff? Era aquela bola de fiapos. O coelho angorá é um coelho normal com pelos além da conta.
de origem turca, o coelho surgiu por volta de 1700, e é um animal bastante dócil. Cultuado pelos criadores de coelhos de exibição.
Peixe-bolha -
blobfish Os animais mais estranhos e esquisitos do mundo
O peixe bolha é um animal visto raramente por seu habitat ser praticamente inacessível a humanos. Ele vive em altas profundidades na costa da Australia e da Tasmania. O peixe bolha vive em uma profundidade tamanha, que seu organismo se adaptou e desta maneira sua pele é parecida com uma gelatina. ele é um peixe mais próximo da água-viva que se tem notícia. A densidade do seu corpo é sutilmente menor que a da água. Ele quase não tem músculos, nadando ao sabor das correntes profundas. Para compensar isso ele tem este bocão que engole de uma só vez qualquer peixinho mané que der mole na frete dele.