Mostrando postagens com marcador Anseriformes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anseriformes. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de janeiro de 2016

[PaleoOrnithology • 2016] 

Is the “Genyornis” Egg of A Mihirung or Another Extinct Bird from the Australian Dreamtime?

Fig. 1. A, Comparison of SAM P.42421, the ‘Spooner Egg’, left, attributed to Genyornis newtoni, and an emu egg (Dromaius novaehollandiae) SAM B.9899. B, Comparison of femora of Genyornis newtoni SAM P13864 and a 22 cm long Dromaius novaehollandiae femur (FUR 058). C, The Spooner Egg as partly excavated revealing its intact nature; photograph by Gifford Miller, INSTAAR, Colorado. D, The Spooner Egg in situ as found by NS on 23rd July 2000, photograph by Gifford Miller using a reflex camera, and is the best image taken of the egg prior to excavation.
Scale bars in A and B = 10 cm. DOI:  10.1016/j.quascirev.2015.12.011  
Highlights
• Eggshell previously identified as from Genyornis newtoni is reassessed.
• Egg size and microstructure is not conducive with an identity as an dromornithid.
• We suggest that this eggshell is from one of the extinct megapodes in Progura.
• Previous assessments of the timing of Genyornis extinction relate to Progura species.

Abstract
The iconic Australian Genyornis newtoni (Dromornithidae, Aves) is the sole Pleistocene member of an avian clade now hypothesized to be alternatively in Anseriformes or the sister group of crown Galloanseres. A distinctive type of fossil eggshell commonly found in eroding sand dunes, has been referred to Genyornis newtoni since the 1980s. The 126 by 97 mm Spooner Egg, dated at 54.7 ± 3.1 ka by optical dating of its enclosing sediments, is a complete specimen of this eggshell type that was reconstructed from fragments of a broken egg. We show that the size of the eggs from which this ‘Genyornis’ eggshell derives, either as predicted from measurements of fragments, or as indicated by the Spooner Egg, is unexpectedly small given the size of G. newtoni, which has an estimated mass of 275 kg, or about seven times the mass of the emu that has a similar sized egg. We compared the microstructure of the putative Genyornis eggshell to that of other dromornithids and a range of galloanseriform taxa using several microcharacterisation techniques. The ‘Genyornis’ eggshell displays a mosaic of oological characters that do not unambiguously support referral to any known modern bird. Its shell structure, coupled with chemical compounds in the accessory layer, makes it unlikely to have been laid by a dromornithid, whereas several characters support a megapode origin. A potential candidate for the bird that laid the putative ‘Genyornis’ eggs in the Pleistocene fossil avifaunal record has been ignored: Progura, a genus of extinct giant megapodes, whose species were widespread in Australia. Regression of egg size of megapodes and body mass shows that the Spooner Egg approximates the expected size for eggs laid by species of Progura. We advance the suggestion that the fossil eggshell hitherto referred to Genyornis newtoni, is more likely to have been laid by species of the giant extinct Progura. As megapodes, the species of Progura were obligate ectothermic incubators, which we suggest laid their eggs into a hole dug in sand like the modern megapode Macrocephalon maleo, thus explaining the abundant ‘Genyornis’ eggshell in sand dunes. Referral of this eggshell to Progura means that the fossil record of Genyornis newtoni is limited to bones and the timing of the extinction of this last dromornithid is unknown. In addition, structural similarities of eggshell in megapodes, the putative Genyornis eggshell and dromornithids, raise the possibility that these taxa are phylogenetically more closely related to each other than any is to anseriforms. Specifically, this means that dromornithids might be a sister group to galliforms rather than to or within anseriforms.
Keywords: Eggs; Eggshells; Paleoenvironments; Genyornis newtoni; Dromornithids; Megapodes; Progura; Micro-CT; EBSD; Quaternary; Australia
Conclusions
We have described in detail the structure of putative Genyornis eggshell and raised several obstacles to the hypothesis first advanced by Williams (1981) and accepted thereafter ( Miller et al., 1999 and Miller et al., 2005), that this ootype was laid by the giant dromornithid G. newtoni. Rather, we think it more likely that it was laid by one of the several species of giant megapodes in the genus Progura that were widespread in the Pleistocene in Australia.
Gerald Grellet-Tinner, Nigel A. Spooner and Trevor H. Worthy. 2016. Is the “Genyornis” Egg of A Mihirung or Another Extinct Bird from the Australian Dreamtime? QUATERNARY SCIENCE REVIEWS. 133:147-164   DOI:  10.1016/j.quascirev.2015.12.011

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Anseriformes

Anhuma














A anhuma (Anhima cornuta) é uma ave anseriforme da pequena família Anhimidae. É típica da América do Sul, encontrada na Amazônia, no Pantanal e em regiões do Nordeste e do Sudeste do Brasil e também na Colômbia, no Equador e no Peru.

Tachã















O tachã (Chauna torquata) é uma ave anseriforme aparentada com a anhuma, natural das regiões da Argentina e Bolívia até a região Sul do Brasil.
  
Anseranas semipalmata


  










Anseranas semipalmata é uma espécie de ave residente do norte da Austrália e do sul da Nova Guiné. É encontrada em áreas molhadas e é quase sedentário, a não ser durante as temporadas de seca.

Marreco-mandarim
















O marreco-mandarim, pato-mandarim ou mandarim (Aix galericulata) é uma espécie de pato domesticável de médio porte originário da China.

Pato-real














O pato-real (Anas platyrhynchos) é uma espécie de pato que habita áreas temperadas e sub-tropicais das Américas, Europa e Ásia. A espécie tem forte dimorfismo sexual, tendo os machos uma cabeça de cor verde muito característica. É o antecessor da maioria dos patos domésticos atuais.

Pato-ferrugíneo































O pato-ferrugíneo (Tadorna ferruginea) é uma espécie de pato bastante estendida na Ásia e no Norte da África. No solo europeu destacam-se as populações do sul da Espanha e em Portugal.

Ganso-do-índico















O Ganso-do-índico (Anser indicus) é uma espécie de ganso que se reproduz na Ásia Central, em colônias de milhares de indivíduos. Coloca de 3 a 8 ovos por vez em um ninho de terra.

Ganso-de-faces-brancas






























O ganso-de-faces-brancas (Branta leucopsis)  é um ganso de dorso escuro e flancos cinzentos que nidifica nas regiões árticas (Ilhas Svalbard e Nova Zembla) e inverna nas regiões temperadas da Europa, principalmente no Reino Unido e na Holanda.

Na Península Ibérica este ganso é um invernante muito raro, sendo considerado de ocorrência acidental.

Ganso-de-faces-negras













O ganso-de-faces-negras (Branta bernicla) é uma espécie de ganso que caracteriza-se pela plumagem escura, destacando-se a cabeça e o pescoço negros. Este ganso nidifica nas regiões árticas e inverna na Europa central. Em Portugal ocorre irregularmente como invernante.

Pato-olho-ouro





















O pato-olho-d´ouro (Bucephala clangula) é uma espécie de pato-marinho encontrada nos lagos e rios do Canadá, Estados Unidos, Escandinávia e Rússia, mas que passam o inverno em águas costeiras.

Ganso-branco

















O ganso-branco, ganso-azul ou ganso-das-neves (Anser caerulescens) é uma espécia de ganso migratório.

Ganso-do-egito




































































O ganso-do-egito (Alopochen aegyptiacus) é uma ave anseriformes do grupo dos gansos. É também conhecido por ganso-do-nilo, ganso-raposo e em Angola por balandira. A sua área de distribuição inclui Europa e África. É especialmente comum a sul do Saara e vale do Nilo.

Pato-mergulhão















O pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) é um pato de feições esguias e possuidor de uma longa crista na cabeça. A cabeça e o pescoço são de cor negra, sendo o resto do corpo mais ou menos acizentado. A crista é normalmente de menores dimensões nas fêmeas.

Alimentam-se de peixes, pequenas enguias, larvas de insetos e caracóis.

Marreca-cabocla
















A marreca-cabocla (Dendrocygna autumnalis) é uma espécie de marreca presente em quase todo o continente americano, comum na Amazônia brasileira. Tais aves chegam a medir até 48 cm de comprimento, com dorso ferrugíneo, fronte cinzenta, barriga negra, asas com grande mancha branca visível em vôo, bico e pés vermelhos.

Marreca-caneleira
















A marreca-caneleira (Dendrocygna bicolor) é uma espécie de marreca presente do estado da Califórnia à Argentina, incluindo o Brasil. Tais aves chegam a medir até 48 cm de comprimento e possuem plumagem parda-acanelada, pescoço com laterais anegradas, flancos listrados de amarelo, bico e pés acinzentados.

Irerê





















O irerê (Dendrocygna viduata) é uma espécie de marreca encontrada na África e na América do Sul.

Pato-corredor



















O pato-corredor (Neochen jubata) é um ave natural da Venezuela à Bolívia, Paraguai, Argentina e da região amazônica e central do Brasil. Tais aves medem cerca de 53 cm de comprimento, com o dorso e ventre castanhos, cabeça e peito amarelados, asas negras, bico e pés vermelhos.

Bico-roxo

















O bico-roxo (Oxyura dominica) é uma marreca que ocorre do Texas até à Argentina e em grande parte do Brasil, podendo chegar a medir até 37 cm de comprimento. Os machos da espécie possuem a cabeça e o pescoço castanhos, uma máscara negra e o bico azul berrante.

Pato-de-crista




























O pato-de-crista (Sarkidiornis melanotos) é uma ave anseriforme, que pode ser encontrada na África sub-saariana. Habita zonas alagadas, pântanos, e margens de rios, onde haja suficiente vegetação aquática.

Pato-selvagem

















O pato-selvagem (Cairina moschata), de larga distribuição pelo planeta, é o ancestral das subespécies domésticas e, no Brasil, há referências seguras de que o pato-selvagem era domesticado pelos indígenas, mesmo antes da chegada à América dos europeus

Cisne-branco






































O cisne-branco (Cygnus olor) é uma espécie de cisne nativa da Eurásia. É uma ave não migratória, mas foi introduzida na América do Norte e noutras regiões como animal ornamental de jardins.

Cisne-bravo

































O cisne-bravo (Cygnus cygnus) é um cisne nativo do hemisfério norte, sendo o animal nacional da Finlândia.

Cisne-de-pescoço-preto










































O cisne-de-pescoço-negro (Cygnus melanocoryphus) é uma ave anseriforme da família Anatidae típica do sul da América do Sul.
  
Coscoroba





























































Coscoroba coscoroba, conhecido popularmente como capororoca ou coscoroba, é uma ave anseriforme da família Anatidae.

Cisne-negro















O cisne-negro (Cygnus atratus) é uma ave aquática australiana. Podem-se encontrar em todos os estados da Austrália. O animal adulto pode pesar até 9 kg. Ao contrário de muitas outras aves aquáticas, os cisnes negros não têm hábitos migratórios. Passam a sua vida no local onde nasceram.