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quinta-feira, 3 de março de 2016

Desafio de química

Jogo de tabuleiro online permite que alunos respondam a questões sobre atomística; professores podem acompanhar os resultados pela internet. 

 
Por: João Paulo Rossini
Publicado em 02/03/2016 | Atualizado em 02/03/2016
Desafio de química
Tabuleiro do Ludo Atomística: jogo tem 200 perguntas sobre modelos atômicos, elementos químicos, distribuição eletrônica e íons. (imagem: reprodução.

http://portal.ludoeducativo.com.br/pt/
 
Ensinar as propriedades dos átomos pode ficar mais fácil e divertido com o game Ludo Atomística. A iniciativa é parte do portal Ludo Educativo e tem como objetivo transmitir conteúdos sobre as propriedades dos átomos de forma lúdica e prazerosa. São 200 questões de múltipla escolha área de atomística.
O projeto teve início em 2013, a partir da dissertação do químico Marcelo Fernandes na Universidade Federal de São Carlos. O funcionamento não tem mistérios: ao caminhar pelo tabuleiro, o jogador deve responder a uma ordem aleatória de perguntas, com o objetivo de chegar à casa final.

Os estudantes que testaram o jogo aprovaram a experiência. Segundo Fernandes, uma pesquisa com alunos de seis turmas do ensino médio da Escola Estadual Capitão Agenor de Carvalho, no município de Estiva Gerbi, em São Paulo, revelou que 83% dos entrevistados consideraram o game importante para a aprendizagem. “Eles estavam abertos a essa mudança na maneira de aprender, porque o jogo é uma linguagem comum aos jovens”, acredita.

De acordo Fernandes, que também é professor de química da educação básica, aproximadamente 500 de seus alunos estão jogando o Ludo Atomística. Além disso, ele estima que haja milhares de jogadores pelo país, já que o game é gratuito e de simples acesso: basta se cadastrar no site do projeto e começar a desafiar seus conhecimentos.

Funcionalidades para professores

Há ainda diversas funcionalidades pensadas especialmente para professores, como a possibilidade de abrir turmas no site, avaliar o desempenho dos alunos e a frequência com que jogaram. É possível, inclusive, identificar as questões erradas, ferramenta que pode contribuir para o reforço de determinados conteúdos em sala de aula.

Para Eduardo Küll, pesquisador da área de jogos e atividades lúdicas no ensino de química e professor do Colégio Interativo, de Araraquara (SP), o jogo contempla valores lúdicos esquecidos aos poucos pela atual metodologia da maioria das escolas. “O jogo é uma ferramenta didática e tira o estudante da rotina de aulas enfadonhas e treinos para os vestibulares. Os alunos aderiram por vontade própria e curiosidade”, conta o professor.

João Paulo Rossini
Instituto Ciência Hoje/RJ

domingo, 27 de dezembro de 2015

Retrospectiva 2015: Notícias da pré-história brasileira

Publicado em 27/12/2015

Além de pesquisas que representam progressos para a área no país, ano foi marcado por entrega de ovos fossilizados 'misteriosos' em Minas Gerais.
Retrospectiva 2015: Notícias da pré-história brasileira
Reconstrução artística de habitat lacustre tropical com 278 milhões de anos na região de Teresina. Descoberta de fósseis de anfíbios que viveram no Permiano esteve entre novidades do ano. (ilustração: Andrey Atuchin)
Entender o passado remoto do território brasileiro pode ficar mais fácil graças a alguns avanços importantes da paleontologia brasileira em 2015. Além da descoberta de anfíbios que viveram antes dos dinossauros no Nordeste, o ano foi marcado pelo anúncio da ave mais antiga do país e por novas técnicas de análises de fósseis. E o melhor pode estar por vir, já que ovos fossilizados entregues por um doador anônimo em Minas Gerais apontam para possibilidades de estudos inéditos por aqui.

Habitantes do Nordeste pré-histórico

 
Habitantes do Nordeste pré-histórico 2Uma equipe internacional de cientistas anunciou a importante descoberta de fósseis de anfíbios que viveram no período Permiano – aproximadamente 278 milhões de anos atrás. Anteriores aos dinossauros, as duas espécies inéditas de anfíbios arcaicos carnívoros foram descobertas na cidade de Timon, no Maranhão, e Nazária, no Piauí. O estudo, assinado por cientistas do Brasil, do Reino Unido, da Argentina, da África do Sul, da Alemanha e dos Estados Unidos, foi publicado na revista Nature Communications.

A ave mais antiga do Brasil

A ave mais antiga do BrasilMesmo pequeno, um fóssil recém-descoberto no Ceará trouxe grandes novidades para a paleontologia brasileira. Encontrado em um estado raro de conservação excepcional, o exemplar mais antigo de uma ave brasileira foi escavado entre as rochas calcárias da Bacia do Araripe. A espécie, nova para a ciência, foi descrita na revista Nature Communications em uma colaboração de pesquisadores do Brasil e da Argentina.

Pré-história em HD

Microscopia eletrônica e fósseisA cada melhoria nas técnicas para observar fósseis, é possível redescobrir o passado com maior riqueza de detalhes: que espécies viveram há milhões de anos, como era o ambiente que as cercava... Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Ceará e pela Universidade Federal do Cariri usou um novo método de microscopia eletrônica para analisar fósseis brasileiros. Os resultados revelaram informações inéditas sobre o paleoambiente da região do Araripe, além de indicar características morfológicas de um camarão pré-histórico

Presente misterioso

Presente misterioso - ovos fossilizadosAo longo de quase 25 anos de atividades em Peirópolis, bairro rural de Uberaba que guarda importantes registros fósseis, o geólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro passou incontáveis horas em campo à procura de tesouros escondidos na região. Em setembro deste ano, estava dentro de seu carro quando recebeu por telefone a notícia de que um deles poderia estar ao alcance das mãos por obra do acaso. Há alguns meses, um visitante anônimo entregara na sede do Departamento Nacional de Produção Mineral, em Belo Horizonte, o que poderia ser um achado paleontológico relevante. Ao ver a foto do material, o pesquisador da Universidade Federal do Triângulo Mineiro não teve dúvidas: tratava-se de dois ovos pré-históricos em ótimo estado de conservação, achado raro no país.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Os 25 anos do Telescópio Espacial Hubble



Orbitando sobre
nossas cabeças, o Telescópio Espacial Hubble é uma das missões científicas mais
bem-sucedidas de todos os tempos. Lançado no espaço em 24 de abril de 1990, o Hubble chega aos 25 anos de serviço com
um histórico memorável: são centenas de milhares de imagens que contribuíram
para que alargássemos nossa compreensão sobre partes do universo nunca antes
vistas.



O telescópio tem
nome de peso. Edwin Powell Hubble (1989-1953) foi um astrônomo estadunidense que,
ao estudar a luz emitida por galáxias distantes, identificou um desvio para o
vermelho (redshift), fator que indica
afastamento. Com base em tais observações, foi postulada a lei de Hubble, a
partir da qual se conclui: o universo está em expansão.



Assista a um vídeo
sobre Edwin Powell Hubble: https://www.youtube.com/watch?v=N5uZyW9-wms



O Telescópio Espacial Hubble foi lançado em órbita da Terra pela Nasa, a agência espacial norte-americana, a bordo do ônibus espacial Discovery. O telescópio viaja a uma
velocidade de 8 km/s e é capaz de dar uma volta
completa ao redor do nosso planeta em 97 minutos. Ao descrever sua trajetória, o Hubble
captura luz de diversos cantos do universo e a redireciona para seus
instrumentos científicos. Apesar de não ser o maior telescópio espacial
existente, a localização do Hubble, acima da atmosfera, é o que confere
incrível clareza às suas imagens.Quatro antenas são
responsáveis pelo envio dos dados coletados pelo telescópio para uma equipe de
controladores situada no Goddard Space Flight Center, da Nasa. Uma vez que os
dados são processados e arquivados, astrônomos do mundo inteiro podem fazer o download dessas informações pela
internet para análise. Logo após o
telescópio entrar em órbita, uma anomalia foi percebida nas imagens que ele
estava enviando à Terra. As imagens, apesar de melhores que as dos telescópios
localizados no chão, estavam borradas. Um dos espelhos, polidos com tanto
esmero, apresentou uma falha que ficou conhecida como ‘aberração esférica’.



Cientistas e
engenheiros trabalharam rapidamente na busca por uma solução, e ela veio. Uma
série de pequenos espelhos, corretamente posicionados, iria conduzir a luz
capturada ao caminho correto. Após 11 meses de treinamento, uma equipe composta
por sete astronautas foi ao encontro do telescópio para reparar a falha, em
1993.Depois da correção da ‘aberração’, o Hubble ainda passou por outros
reparos, adição ou troca de instrumentos científicos. Uma dessas missões de
reparo foi filmada e virou o filme Hubble
3D, produção exibida nos cinemas Imax.



Assista a um
trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=hx0d4PQ616g



Em seus 25 anos, o
Hubble surpreendeu gerações de cientistas. Os dados obtidos com seu auxílio
renderam milhares de artigos científicos e uma nova concepção sobre partes do
universo que antes eram desconhecidas. Foram observadas milhões de novas
galáxias, supernovas, planetas fora do Sistema Solar e processos estelares que
nos deram as mais belas imagens do universo até então.A imagem acima mostra uma visão panorâmica capturada pelo Hubble da 
galáxia de Andrômeda. (foto: Nasa Goddard Space Flight Center/ Flickr – 
CC BY 2.0)Imagem capturada pelo telescópio Hubble de uma estrela prestes a explodir. (foto: Nasa Goddard Space Flight Center/ Flickr – CC BY 2.0)Agora o telescópio
está prestes a se aposentar. Suas peças se degradarão até a impossibilidade
total de uso, porém seu legado não desaparecerá tão cedo.



Enquanto o ilustre
aniversariante dá seus acordes finais, seu substituto, o Telescópio Espacial
James Webb, já tem data prevista para realizar sua estreia: outubro de 2018.
Até lá – e ainda depois disso –, cientistas do mundo todo continuarão
utilizando as informações provenientes do Hubble em suas pesquisas
astronômicas.



Saiba mais sobre a
história do Telescópio Espacial Hubble e as comemorações de seus 25 anos:
http://hubble25th.org/



Leia o texto que a
CHC preparou sobre essa data histórica: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/parabens-pra-voce-2/



Confira abaixo
textos publicados na CH On-line sobre o Hubble e outros telescópios:



Imagem captada pelo telescópio Hubble mostra galáxias mais antigas
já avistadas: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/janela-para-os-primordios-do-universo/ 



Nova imagem ultraprofunda do universo obtida pelo telescópio espacial
Hubble inclui pela primeira vez a radiação ultravioleta e abre portas para
maior compreensão do processo de formação das galáxias: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/06/profundidade-ampliada/



Telescópios da Nasa registram imagens de sistemas planetários em
formação: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/eu-sou-voce-amanha/ 



Verdadeiras joias jazem inéditas nos confins do acervo de imagens do
telescópio Hubble: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/04/caca-ao-tesouro…-no-espaco/ 



Cientistas observam pela primeira vez a atmosfera de um exoplaneta de
pequeno porte e encontram vapor d’água. Pesquisa representa avanço na busca por
planetas semelhantes à Terra: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/11/ceu-limpo/ 



Astrofísico encontra carta do astrônomo belga Lemaître que desmente a
hipótese de que Hubble teria conspirado para levar o crédito pela primeira medição da taxa de
expansão do universo: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/11/hubble-absolvido/ 



Maior telescópio espacial do mundo começa a registrar imagens do cosmos
com grande nitidez: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/o-universo-como-ninguem-nunca-viu/ 



Novo telescópio espacial da Nasa capta imagens do cosmos com raios
infravermelhos: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/o-universo-como-voce-nunca-viu/ 



Telescópios modernos ajudam a entender explosões de estrelas relatadas
por Kepler e Tycho Brahe: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/supernovas-observadas-ha-400-anos-ainda-intrigam/ 



Em registro importante de sua nova missão após a quebra de 2013,
telescópio espacial Kepler detecta planeta semelhante à Terra em sistema
estelar a apenas 150 anos-luz daqui, possível de ser estudado com nossos
equipamentos atuais: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2015/01/novos-vizinhos-espaciais/ 



O maior e mais potente telescópio do mundo será construído a 3 mil metros
de atitude, no deserto do Atacama (Chile). Com o equipamento, pesquisadores
esperam obter imagens diretas de exoplanetas e observar o surgimento e a
expansão do universo: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/01/visao-alem-do-alcance/ 



Projeto da Agência Espacial Europeia que realizará ‘recenseamento’ na Via
Láctea pretende identificar milhões de novos astros e gerar conhecimentos sobre
a estrutura e a história da galáxia, a composição e a luminosidade das estrelas
e até sobre a matéria escura: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/08/uma-revolucao-nas-estrelas/ 



Em entrevista à CH On-line, astrofísica da Nasa fala sobre o estudo da
estrutura e a evolução das galáxias e destaca a importância de atuar na
divulgação científica no Brasil: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/06/brasileira-das-estrelas/Leia mais sobre exploração espacial na Ciência Hoje On-line.
Os 25 anos do Telescópio Espacial Hubble

Orbitando sobre nossas cabeças, o Telescópio Espacial Hubble é uma das missões científicas mais bem-sucedidas de todos os tempos. Lançado no espaço em 24 de abril de 1990, o Hubble chega aos 25 anos de serviço com um histórico memorável: são centenas de milhares de imagens que contribuíram para que alargássemos nossa compreensão sobre partes do universo nunca antes vistas.
O telescópio tem nome de peso. Edwin Powell Hubble (1989-1953) foi um astrônomo estadunidense que, ao estudar a luz emitida por galáxias distantes, identificou um desvio para o vermelho (redshift), fator que indica afastamento. Com base em tais observações, foi postulada a lei de Hubble, a partir da qual se conclui: o universo está em expansão.

Assista a um vídeo sobre Edwin Powell Hubble: https://www.youtube.com/watch?v=N5uZyW9-wms
O Telescópio Espacial Hubble foi lançado em órbita da Terra pela Nasa, a agência espacial norte-americana, a bordo do ônibus espacial Discovery. O telescópio viaja a uma velocidade de 8 km/s e é capaz de dar uma volta completa ao redor do nosso planeta em 97 minutos. Ao descrever sua trajetória, o Hubble captura luz de diversos cantos do universo e a redireciona para seus instrumentos científicos. Apesar de não ser o maior telescópio espacial existente, a localização do Hubble, acima da atmosfera, é o que confere incrível clareza às suas imagens.
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Quatro antenas são responsáveis pelo envio dos dados coletados pelo telescópio para uma equipe de controladores situada no Goddard Space Flight Center, da Nasa. Uma vez que os dados são processados e arquivados, astrônomos do mundo inteiro podem fazer o download dessas informações pela internet para análise.
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Logo após o telescópio entrar em órbita, uma anomalia foi percebida nas imagens que ele estava enviando à Terra. As imagens, apesar de melhores que as dos telescópios localizados no chão, estavam borradas. Um dos espelhos, polidos com tanto esmero, apresentou uma falha que ficou conhecida como ‘aberração esférica’.

Cientistas e engenheiros trabalharam rapidamente na busca por uma solução, e ela veio. Uma série de pequenos espelhos, corretamente posicionados, iria conduzir a luz capturada ao caminho correto. Após 11 meses de treinamento, uma equipe composta por sete astronautas foi ao encontro do telescópio para reparar a falha, em 1993.
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Depois da correção da ‘aberração’, o Hubble ainda passou por outros reparos, adição ou troca de instrumentos científicos. Uma dessas missões de reparo foi filmada e virou o filme Hubble 3D, produção exibida nos cinemas Imax.
Assista a um trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=hx0d4PQ616g
Em seus 25 anos, o Hubble surpreendeu gerações de cientistas. Os dados obtidos com seu auxílio renderam milhares de artigos científicos e uma nova concepção sobre partes do universo que antes eram desconhecidas. Foram observadas milhões de novas galáxias, supernovas, planetas fora do Sistema Solar e processos estelares que nos deram as mais belas imagens do universo até então.
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A imagem acima mostra uma visão panorâmica capturada pelo Hubble da galáxia de Andrômeda. (foto: Nasa Goddard Space Flight Center/ Flickr – CC BY 2.0)
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Imagem capturada pelo telescópio Hubble de uma estrela prestes a explodir. (foto: Nasa Goddard Space Flight Center/ Flickr – CC BY 2.0)

Agora o telescópio está prestes a se aposentar. Suas peças se degradarão até a impossibilidade total de uso, porém seu legado não desaparecerá tão cedo.
Enquanto o ilustre aniversariante dá seus acordes finais, seu substituto, o Telescópio Espacial James Webb, já tem data prevista para realizar sua estreia: outubro de 2018. Até lá – e ainda depois disso –, cientistas do mundo todo continuarão utilizando as informações provenientes do Hubble em suas pesquisas astronômicas.
Saiba mais sobre a história do Telescópio Espacial Hubble e as comemorações de seus 25 anos:
http://hubble25th.org/
Leia o texto que a CHC preparou sobre essa data histórica: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/parabens-pra-voce-2/

Confira abaixo textos publicados na CH On-line sobre o Hubble e outros telescópios:
Imagem captada pelo telescópio Hubble mostra galáxias mais antigas já avistadas: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/janela-para-os-primordios-do-universo/
 
Nova imagem ultraprofunda do universo obtida pelo telescópio espacial Hubble inclui pela primeira vez a radiação ultravioleta e abre portas para maior compreensão do processo de formação das galáxias: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/06/profundidade-ampliada/

Telescópios da Nasa registram imagens de sistemas planetários em formação: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/eu-sou-voce-amanha/
 
Verdadeiras joias jazem inéditas nos confins do acervo de imagens do telescópio Hubble: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2012/04/caca-ao-tesouro…-no-espaco/
 
Cientistas observam pela primeira vez a atmosfera de um exoplaneta de pequeno porte e encontram vapor d’água. Pesquisa representa avanço na busca por planetas semelhantes à Terra: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/11/ceu-limpo/
 
Astrofísico encontra carta do astrônomo belga Lemaître que desmente a hipótese de que Hubble teria conspirado para levar o crédito pela primeira medição da taxa de expansão do universo: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/11/hubble-absolvido/
Maior telescópio espacial do mundo começa a registrar imagens do cosmos com grande nitidez: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/o-universo-como-ninguem-nunca-viu/
Novo telescópio espacial da Nasa capta imagens do cosmos com raios infravermelhos: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/o-universo-como-voce-nunca-viu/
Telescópios modernos ajudam a entender explosões de estrelas relatadas por Kepler e Tycho Brahe: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/astronomia-e-exploracao-espacial/supernovas-observadas-ha-400-anos-ainda-intrigam/
 
Em registro importante de sua nova missão após a quebra de 2013, telescópio espacial Kepler detecta planeta semelhante à Terra em sistema estelar a apenas 150 anos-luz daqui, possível de ser estudado com nossos equipamentos atuais: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2015/01/novos-vizinhos-espaciais/
O maior e mais potente telescópio do mundo será construído a 3 mil metros de atitude, no deserto do Atacama (Chile). Com o equipamento, pesquisadores esperam obter imagens diretas de exoplanetas e observar o surgimento e a expansão do universo: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/01/visao-alem-do-alcance/
 
Projeto da Agência Espacial Europeia que realizará ‘recenseamento’ na Via Láctea pretende identificar milhões de novos astros e gerar conhecimentos sobre a estrutura e a história da galáxia, a composição e a luminosidade das estrelas e até sobre a matéria escura: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/08/uma-revolucao-nas-estrelas/
 
Em entrevista à CH On-line, astrofísica da Nasa fala sobre o estudo da estrutura e a evolução das galáxias e destaca a importância de atuar na divulgação científica no Brasil: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/06/brasileira-das-estrelas/

sábado, 7 de julho de 2012

Instituto Ciência Hoje

Formiguinha Z. E A, B e C… 
As formigas já tem seu próprio Facebook. Trata-se do AntWeb, projeto desenvolvido por pesquisadores dos Estados Unidos, que pretende catalogar em um acervo on-line todas as espécies de formiga do mundo.  
A proposta é audaciosa: pretende reunir não apenas informações sobre a biologia e a localização geográfica de cada espécie, mas também disponibilizar imagens em alta resolução de todos os seus detalhes anatômicos, além de diferenciações de castas e sexos. Um desafio e tanto, considerando que trata-se de um dos grupos mais numerosos de animais do planeta, espalhado desde o interior de nossas casas aos confins das florestas tropicais.
Além da Dolichoderus plagiatus, essa coisinha fofa que abre o post, natural do Canadá, já são por volta de 80 mil imagens cadastradas, de cerca de 10 mil espécies. 
Confira alguns dos registros mais interessantes do AntWeb:

Adetomyrma aureocuprea, da Malásia.

Acanthognathus rudis, do Brasil.

Acanthomyrmex concavus, da Malásia.

Acromyrmex coronatus, do Paraguai, na fronteira com o Brasil.

Dorylus kohli, de várias localidades da África.

Crematogaster brasiliensis, das Américas do Sul e Central. 

Cephalotes grandinosus, das Américas do Sul e Central.
A ideia é produzir ao menos 10 mil novas fotografias por ano. Segundo os idealizadores do projeto, hoje existem cerca de 15 mil espécies formalmente descritas de formigas - que acredita-se representarem apenas metade da biodiversidade total do grupo. 
E aí, que tal tentar identificar aquelas formigas chatas que sempre aparecem na cozinha ou as que vivem atrapalhando o seu belo piquenique? Acesse já a rede das formigas.
Confira uma matéria completa sobre a iniciativa no site da BBC, em inglês, e confira uma galeria de fotos do site britânico, com mais imagens fantásticas. Se gostou das formigas, confira um post sobre um estranho fungo que as transforma em zumbis e outro com artista que usa os animais como personagens de suas formidáveis fotografias. 
Leia mais novidades sobre biodiversidade no site da Ciência Hoje On-line. 
Formiguinha Z. E A, B e C… 

As formigas já tem seu próprio Facebook. Trata-se do AntWeb, projeto desenvolvido por pesquisadores dos Estados Unidos, que pretende catalogar em um acervo on-line todas as espécies de formiga do mundo.
A proposta é audaciosa: pretende reunir não apenas informações sobre a biologia e a localização geográfica de cada espécie, mas também disponibilizar imagens em alta resolução de todos os seus detalhes anatômicos, além de diferenciações de castas e sexos. Um desafio e tanto, considerando que trata-se de um dos grupos mais numerosos de animais do planeta, espalhado desde o interior de nossas casas aos confins das florestas tropicais.

Além da Dolichoderus plagiatus, essa coisinha fofa que abre o post, natural do Canadá, já são por volta de 80 mil imagens cadastradas, de cerca de 10 mil espécies.
Confira alguns dos registros mais interessantes do AntWeb:

Adetomyrma aureocuprea, da Malásia.

Acanthognathus rudis, do Brasil.

Acanthomyrmex concavus, da Malásia.

Acromyrmex coronatus, do Paraguai, na fronteira com o Brasil.

Dorylus kohli, de várias localidades da África.

Crematogaster brasiliensis, das Américas do Sul e Central.

Cephalotes grandinosus, das Américas do Sul e Central.

A ideia é produzir ao menos 10 mil novas fotografias por ano. Segundo os idealizadores do projeto, hoje existem cerca de 15 mil espécies formalmente descritas de formigas - que acredita-se representarem apenas metade da biodiversidade total do grupo.
E aí, que tal tentar identificar aquelas formigas chatas que sempre aparecem na cozinha ou as que vivem atrapalhando o seu belo piquenique? Acesse já a rede das formigas.
Confira uma matéria completa sobre a iniciativa no site da BBC, em inglês, e confira uma galeria de fotos do site britânico, com mais imagens fantásticas. Se gostou das formigas, confira um post sobre um estranho fungo que as transforma em zumbis e outro com artista que usa os animais como personagens de suas formidáveis fotografias.
Leia mais novidades sobre biodiversidade no site da Ciência Hoje On-line.