Mostrando postagens com marcador artigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artigos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Collection |

10 extraordinary Nature papers

A series of News & Views articles assesses the importance and lasting impact of 10 key papers from our archive.

News and Views

In 1947, scientists found a previously unseen particle, which is now called a neutral kaon. This work led to the discovery of elementary particles known as quarks, and ultimately to the establishment of the standard model of particle physics.
News & Views Nature

A 1975 Nature paper reported how cell lines could be made that produce an antibody of known specificity. This discovery led to major biological insights and clinical successes in treating autoimmunity and cancer.
News & Views Nature

In 1925, a Nature paper reported an African fossil of a previously unknown genus called Australopithecus. This finding revolutionized ideas about early human evolution after human ancestors and apes split on the evolutionary tree.
News & Views Nature

In 1985, scientists reported the discovery of the cage-like carbon molecule C60. The finding paved the way for materials such as graphene and carbon nanotubes, and was a landmark in the emergence of nanotechnology.
News & Views Nature

The unexpected discovery of a hole in the atmospheric ozone layer over the Antarctic revolutionized science — and helped to establish one of the most successful global environmental policies of the twentieth century.
News & Views Nature

Nearly 30 years ago, a simple chemical principle was reported that enabled the synthesis of a plethora of porous materials — some of which might enable applications ranging from biomedicine to petrochemical processing.
News & Views Nature

The discovery that cell differentiation can be reversed challenged theories of how cell identity is determined, laying the foundations for modern methods of reprogramming cell identity and promising new regenerative therapies.
News & Views Nature

In the early 1950s, the identity of genetic material was still a matter of debate. The discovery of the helical structure of double-stranded DNA settled the matter — and changed biology forever.
News & Views Nature

In 1995, astronomers detected a blisteringly hot Jupiter-mass planet orbiting closer to its host star than Mercury is to the Sun. This discovery recast our thinking of how planets form and led to a new era of exoplanetary exploration.

quarta-feira, 5 de março de 2014

[Paleontology • 2014] Melanosome Evolution indicates a Key physiological shift within Feathered Dinosaurs


The "rules" allowing color reconstruction from the shape of melanin-containing organelles originate with feathered dinosaurs, and are associated with an increase in melanosome diversity. However, fuzzy dinosaurs like T. rex and Sinosauropteryx show a pattern found in other amniotes like lizards and crocodilians in which a limited diversity of shapes doesn't allow color reconstruction. An explosion in the distribution of the shapes of melanin-containing organelles preserved in living taxa and the fossil record may point to a key physiological shift within feathered dinosaurs.
DOI: dx.doi.org/10.1038/nature12973

Inference of colour patterning in extinct dinosaurs has been based on the relationship between the morphology of melanin-containing organelles (melanosomes) and colour in extant bird feathers. When this relationship evolved relative to the origin of feathers and other novel integumentary structures, such as hair and filamentous body covering in extinct archosaurs, has not been evaluated. Here we sample melanosomes from the integument of 181 extant amniote taxa and 13 lizard, turtle, dinosaur and pterosaur fossils from the Upper-Jurassic and Lower-Cretaceous of China. We find that in the lineage leading to birds, the observed increase in the diversity of melanosome morphologies appears abruptly, near the origin of pinnate feathers in maniraptoran dinosaurs. Similarly, mammals show an increased diversity of melanosome form compared to all ectothermic amniotes. In these two clades, mammals and maniraptoran dinosaurs including birds, melanosome form and colour are linked and colour reconstruction may be possible. By contrast, melanosomes in lizard, turtle and crocodilian skin, as well as the archosaurian filamentous body coverings (dinosaur ‘protofeathers’ and pterosaur ‘pycnofibres’), show a limited diversity of form that is uncorrelated with colour in extant taxa. These patterns may be explained by convergent changes in the key melanocortin system of mammals and birds, which is known to affect pleiotropically both melanin-based colouration and energetic processes such as metabolic rate in vertebrates, and may therefore support a significant physiological shift in maniraptoran dinosaurs.

These are two of the fossil specimens sampled from the Cretaceous and Jurassic of China. Fuzz-covered dinosaur Beipiaosaurus shows the rounder melanosomes seen in living lizards and crocodilians while the bird shows the unique skinny melanosomes seen in living mammals, birds and many of the studied feathered dinosaurs to date. Changes in the diversity of these melanin-containing organelles may show a physiological shift occurred in feathered dinosaurs closer to the origin of flight.
some of the 13 Jurassic and Cretacous pterosaur, dinosaur, turtle , bird and llizard fossils sampled for evidence of preserved melanosomes.
Quanguo Li, Julia A. Clarke, Ke-Qin Gao, Chang-Fu Zhou, Qingjin Meng, Daliang Li, Liliana D’Alba, Matthew D. Shawkey. 2014. Melanosome Evolution indicates a Key physiological shift within Feathered Dinosaurs. Nature. DOI: dx.doi.org/10.1038/nature12973
Revision to rules for color in dinosaurs suggests connection between color and physiology
New research revising rules on deciphering color in dinosaurs may provide a tool for understanding the evolutionary emergence of flight and changes in dinosaur physiology. While surveying melanosome shape in fossil and extant specimens, a research team unexpectedly discovered that ancient maniraptoran dinosaurs, paravians, and living mammals and birds uniquely shared the evolutionary development of diverse melanosome shapes related to color. The similarity could relate to a key shift in dinosaurian physiology.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Especialistas dão dicas para a publicação de artigos científicos

22/03/2012

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – Editores de revistas científicas procuram trabalhos com resultados inéditos, escritos em inglês claro e conciso e que despertem interesse em seu grupo de leitores. Artigos que abordam temas quentes do momento levam vantagem, pois têm mais chance de serem citados em futuras pesquisas e de contribuírem para aumentar o fator de impacto do periódico.

Essas foram algumas das dicas apresentadas por Daniel McGowan, diretor do Grupo Edanz, durante o workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals”, realizado no dia 16 de março pela FAPESP e pela editora científica Springer.

Desde 1990, o número de artigos submetidos para revisão teve um aumento 100% superior ao do número de novos periódicos, segundo dados do Grupo Edanz, empresa de consultoria na área. Com o crescimento da competição, de acordo com McGowan, “o mínimo que os editores esperam é ciência de qualidade e linguagem adequada”.
Escolher periódico antes da redação do texto e considerar grau de novidade e relevância da pesquisa é fundamental, dizem especialistas no workshop "How to Write for and Get Published in Scientific Journals"
 
“A pesquisa brasileira é boa, mas vejo dois grandes desafios a serem superados pelos pesquisadores do país: a dificuldade com a língua inglesa e a falta de entendimento de como deve se estruturado um artigo científico. Muitos parecem não saber o que colocar na introdução, na discussão e na conclusão do trabalho”, disse McGowan à Agência FAPESP.

Durante sua
apresentação no workshop, McGowan explorou o tema e deu exemplos de como estruturar um resumo, como inserir tabelas, gráficos e figuras no texto, como formatar referências e escolher o título e como elaborar uma carta de apresentação ao editor. Deu também dicas sobre o tempo verbal mais adequado nas diferentes situações e recomendou aos cientistas redigir frases na voz ativa e deixar sempre o sujeito da oração perto do verbo.

“Grande parte das pessoas que vão ler o artigo científico também não tem o inglês como primeira língua. O que elas desejam é ler rapidamente, apenas uma vez e conseguir entender a lógica do pesquisador”, destacou.

Para McGowan, ex-editor associado da Nature Reviews Neuroscience, o primeiro passo para melhorar a qualidade da produção científica é a leitura do maior número possível de artigos publicados.

“Isso ajuda o pesquisador a saber se está fazendo as perguntas certas, usando os métodos adequados, interpretando os resultados no contexto apropriado, citando os estudos mais relevantes da área e escolhendo o periódico com o perfil indicado para sua pesquisa”, disse.

Como cada publicação tem regras próprias para estruturar o texto e citar referências, a redação do artigo só deve começar após estar definida a revista para a qual ele será submetido.

“O pesquisador deve ser honesto ao avaliar o grau de relevância e novidade da pesquisa e escolher um periódico com fator de impacto compatível. Ela traz um avanço incremental ou conceitual? Afeta a vida de uma pequena população ou de milhares de pessoas? Melhora o conhecimento sobre um fenômeno ou apresenta uma nova tecnologia?”, exemplificou McGowan.

O pesquisador deve ainda considerar fatores como o perfil do público a ser atingido, o prestígio da publicação e se ela trabalha como sistema de acesso aberto ou assinatura. “Acesso aberto permite alcançar um número maior de leitores e, portanto, gera mais citações. Mas também tem um custo muito maior”, disse.

Segundo McGowan, um artigo nunca deve ser enviado a mais de um periódico ao mesmo tempo. “Por outro lado, se um pesquisador demora muito para publicar suas descobertas, pode ocorrer de outro grupo publicar antes. Recomendo, portanto, entrar em contato com o editor caso não receba retorno após seis semanas. Se depois de dois meses ainda não houver resposta, sugiro cancelar formalmente a submissão e só então enviar para outra revista”, afirmou.

Outra dica do consultor é relatar no fim do artigo os financiamentos recebidos de agências de fomento ou de outras instituições e empresas, descrever possíveis conflitos de interesse e as limitações do trabalho, como tamanho pequeno da amostra por exemplo.

“Os editores percebem quando há falhas ou limitações na pesquisa, mas ainda assim podem publicá-la se os resultados forem interessantes. Não mencionar esses fatores, porém, pode ser um motivo para rejeição”, disse.

Pesquisa brasileira

Na abertura do workshop, o vice-presidente da editora Springer, Paul Manning, contou que o motivo que levou a empresa a abrir um escritório no Brasil foi o crescimento expressivo da produção científica do país.

“A Springer surgiu na Alemanha no século 19 e foi para Nova York após a Segunda Guerra, pois era onde a ciência estava acontecendo. Nos anos 1970, fomos para o Japão pelo mesmo motivo. Agora, percebemos que havia muita coisa interessante aqui no Brasil”, disse. A Springer atualmente está presente em 20 países.

Segundo dados apresentados pelo diretor da Springer Brasil, Harry Blom, a produção científica brasileira cresce a uma taxa de 17% ao ano – enquanto a média mundial é de 3% – e já corresponde a 55% da produção científica da América Latina.

Mariana Biojone, editora da Springer Brasil, apresentou as ferramentas gratuitas oferecidas no site da empresa para apoiar pesquisadores. Uma delas é o Author Mapper, que mostra os temas mais pesquisados do momento e em quais centros. “Isso pode ajudar o cientista a encontrar colaboradores para seu projeto”, afirmou.

As apresentações do evento estão disponíveis em:
www.fapesp.br/6848

+++++
NOTA DESTE BLOGGER:

Muito bom este workshop da Springer aqui no Brasil. Recomendo a leitura atenta da apresentação em PPT/PDF do Daniel McGowan.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Article alert


 Artigos para baixar!!!

The following new articles have just been published in BMC Biology

For articles which have only just been published, you will see a 'provisional PDF' corresponding to the accepted manuscript. A fully formatted PDF and full text (HTML) version will be made available soon.
Review    
Gene regulation by the act of long non-coding RNA transcription
Kornienko AE, Guenzl PM, Barlow DP, Pauler FM
BMC Biology 2013, 11:59 (30 May 2013)
[Abstract] [Full text] [PDF]
 
Research article    
Demecology in the Cambrian -- synchronized molting in arthropods from the Burgess Shale
Haug JT, Caron J, Haug C
BMC Biology 2013, 11:64 (30 May 2013)
[Abstract] [Provisional PDF]

A evolução primeva da fotossíntese

Early Evolution of Photosynthesis1

Robert E. Blankenship*

+ Author Affiliations

Departments of Biology and Chemistry, Washington University, St. Louis, Missouri 63130

*E-mail blankenship@wustl.edu.

doi: http:/​/​dx.​doi.​org/​10.​1104/​pp.​110.​161687

Plant Physiology October 2010 vol. 154 no. 2 434-438

Photosynthesis is the only significant solar energy storage process on Earth and is the source of all of our food and most of our energy resources. An understanding of the origin and evolution of photosynthesis is therefore of substantial interest, as it may help to explain inefficiencies in the process and point the way to attempts to improve various aspects for agricultural and energy applications.

A wealth of evidence indicates that photosynthesis is an ancient process that originated not long after the origin of life and has evolved via a complex path to produce the distribution of types of photosynthetic organisms and metabolisms that are found today (Blankenship, 2002; Björn and Govindjee, 2009). Figure 1 shows an evolutionary tree of life based on small-subunit rRNA analysis. Of the three domains of life, Bacteria, Archaea, and Eukarya, chlorophyll-based photosynthesis has only been found in the bacterial and eukaryotic domains. The ability to do photosynthesis is widely distributed throughout the bacterial domain in six different phyla, with no apparent pattern of evolution. Photosynthetic phyla include the cyanobacteria, proteobacteria (purple bacteria), green sulfur bacteria (GSB), firmicutes (heliobacteria), filamentous anoxygenic phototrophs (FAPs, also often called the green nonsulfur bacteria), and acidobacteria (Raymond, 2008). In some cases (cyanobacteria and GSB), essentially all members of the phylum are phototrop2hic, while in the others, in particular the proteobacteria, the vast majority of species are not phototrophic.

+++++

quinta-feira, 28 de junho de 2012

ARTIGOS

Evolution

Cover image for Vol. 65 Issue 11

November 2011

Volume 65, Issue 11
Pages 3031–3337


  1. PERSPECTIVE

    1. You have free access to this content
  2. ORIGINAL ARTICLES

    1. You have full text access to this content
      ADAPTIVE LANDSCAPES IN EVOLVING POPULATIONS OF PSEUDOMONAS FLUORESCENS (pages 3048–3059)Anita H. Melnyk and Rees Kassen
      Article first published online: 23 MAY 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01333.x
    2. You have full text access to this content
    3. You have full text access to this content
      THE LENGTH OF ADAPTIVE WALKS IS INSENSITIVE TO STARTING FITNESS IN ASPERGILLUS NIDULANS (pages 3070–3078)Danna R. Gifford, Sijmen E. Schoustra and Rees Kassen
      Article first published online: 6 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01380.x
    4. You have full text access to this content
      FITNESS CONSEQUENCES OF LARVAL TRAITS PERSIST ACROSS THE METAMORPHIC BOUNDARY (pages 3079–3089)Angela J Crean, Keyne Monro and Dustin J Marshall
      Article first published online: 27 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01372.x
    5. You have full text access to this content
      BOLD COLORATION AND THE EVOLUTION OF APOSEMATISM IN TERRESTRIAL CARNIVORES (pages 3090–3099)Theodore Stankowich, Tim Caro and Matthew Cox
      Article first published online: 25 MAY 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01334.x
    6. You have full text access to this content
      HIGH HUNTING PRESSURE SELECTS FOR EARLIER BIRTH DATE: WILD BOAR AS A CASE STUDY (pages 3100–3112)Marlène Gamelon, Aurélien Besnard, Jean-Michel Gaillard, Sabrina Servanty, Eric Baubet, Serge Brandt and Olivier Gimenez
      Article first published online: 4 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01366.x
    7. You have full text access to this content
      OPTIMAL LIFE-HISTORY STRATEGIES IN SEASONAL CONSUMER-RESOURCE DYNAMICS (pages 3113–3125)Andrei R. Akhmetzhanov, Frederic Grognard and Ludovic Mailleret
      Article first published online: 12 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01381.x
    8. You have full text access to this content
      HIGH-DIMENSIONAL VARIANCE PARTITIONING REVEALS THE MODULAR GENETIC BASIS OF ADAPTIVE DIVERGENCE IN GENE EXPRESSION DURING REPRODUCTIVE CHARACTER DISPLACEMENT (pages 3126–3137)Elizabeth A. McGraw, Yixin H. Ye, Brad Foley, Stephen F. Chenoweth, Megan Higgie, Emma Hine and Mark W. Blows
      Article first published online: 27 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01371.x
    9. You have full text access to this content
      DIFFERENTIAL AGING OF BITE AND JUMP PERFORMANCE IN VIRGIN AND MATED TELEOGRYLLUS COMMODUS CRICKETS (pages 3138–3147)Simon P. Lailvaux, Felix Zajitschek, Josephine Dessman and Robert Brooks
      Article first published online: 14 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01358.x
    10. You have full text access to this content
    11. You have full text access to this content
      TESTING ALTERNATIVE HYPOTHESES FOR EVOLUTIONARY DIVERSIFICATION IN AN AFRICAN SONGBIRD: RAINFOREST REFUGIA VERSUS ECOLOGICAL GRADIENTS (pages 3162–3174)Alexander N. G. Kirschel, Hans Slabbekoorn, Daniel T. Blumstein, Rachel E. Cohen, Selvino R. de Kort, Wolfgang Buermann and Thomas B. Smith
      Article first published online: 20 SEP 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01386.x
    12. You have full text access to this content
    13. You have full text access to this content
      NO INBREEDING DEPRESSION FOR LOW TEMPERATURE DEVELOPMENTAL ACCLIMATION ACROSS MULTIPLE DROSOPHILA SPECIES (pages 3195–3201)Torsten N. Kristensen, Volker Loeschcke, Trine Bilde, Ary A. Hoffmann, Carla Sgró, Kristina Noreikienė, Marti Ondrésik and Jesper S. Bechsgaard
      Article first published online: 16 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01359.x
    14. You have full text access to this content
      WIDE VARIATION IN PLOIDY LEVEL AND GENOME SIZE IN A NEW ZEALAND FRESHWATER SNAIL WITH COEXISTING SEXUAL AND ASEXUAL LINEAGES (pages 3202–3216)Maurine Neiman, Dorota Paczesniak, Deanna M. Soper, Austin T. Baldwin and Gery Hehman
      Article first published online: 14 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01360.x
    15. You have full text access to this content
      DO ASEXUAL POLYPLOID LINEAGES LEAD SHORT EVOLUTIONARY LIVES? A CASE STUDY FROM THE FERN GENUS ASTROLEPIS (pages 3217–3229)James B. Beck, Michael D. Windham and Kathleen M. Pryer
      Article first published online: 16 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01362.x
    16. You have full text access to this content
      LOSS OF SEXUAL RECOMBINATION AND SEGREGATION IS ASSOCIATED WITH INCREASED DIVERSIFICATION IN EVENING PRIMROSES (pages 3230–3240)Marc T. J. Johnson, Richard G. FitzJohn, Stacey D. Smith, Mark D. Rausher and Sarah P. Otto
      Article first published online: 12 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01378.x
    17. You have full text access to this content
      MOSAIC HETEROCHRONY AND EVOLUTIONARY MODULARITY: THE TRILOBITE GENUS ZACANTHOPSIS AS A CASE STUDY (pages 3241–3252)Sylvain Gerber and Melanie J. Hopkins
      Article first published online: 20 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01363.x
    18. You have full text access to this content
    19. You have full text access to this content
      EVOLUTIONARY DIVERSIFICATION OF REEF CORALS: A COMPARISON OF THE MOLECULAR AND FOSSIL RECORDS (pages 3274–3284)Carl Simpson, Wolfgang Kiessling, Heike Mewis, Rosemarie C. Baron-Szabo and Johannes Müller
      Article first published online: 20 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01365.x
    20. You have full text access to this content
    21. You have full text access to this content
      BRIDGING SCALES IN THE EVOLUTION OF INFECTIOUS DISEASE LIFE HISTORIES: APPLICATION (pages 3298–3310)Nicole Mideo, William A. Nelson, Sarah E. Reece, Andrew S. Bell, Andrew F. Read and Troy Day
      Article first published online: 21 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01382.x
    22. You have full text access to this content
      A POSITIVELY SELECTED APOBEC3H HAPLOTYPE IS ASSOCIATED WITH NATURAL RESISTANCE TO HIV-1 INFECTION (pages 3311–3322)Rachele Cagliani, Stefania Riva, Matteo Fumagalli, Mara Biasin, Sergio Lo Caputo, Francesco Mazzotta, Luca Piacentini, Uberto Pozzoli, Nereo Bresolin, Mario Clerici and Manuela Sironi
      Article first published online: 28 JUN 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01368.x
  3. BRIEF COMMUNICATIONS

    1. You have full text access to this content
      CLIMATE CHANGE, MULTIPLE PATERNITY AND OFFSPRING SURVIVAL IN LIZARDS (pages 3323–3326)Mats Olsson, Tonia Schwartz, Erik Wapstra, Tobias Uller, Beata Ujvari, Thomas Madsen and Richard Shine
      Article first published online: 13 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01387.x
    2. You have full text access to this content
      DO PHAGES EFFICIENTLY SHUTTLE TRANSPOSABLE ELEMENTS AMONG PROKARYOTES? (pages 3327–3331)Sébastien Leclercq and Richard Cordaux
      Article first published online: 13 SEP 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01395.x
    3. You have full text access to this content
      ADAPTIVE CIS-REGULATORY CHANGES MAY INVOLVE FEW MUTATIONS (pages 3332–3335)Pablo Razeto-Barry and Karin Maldonado
      Article first published online: 18 AUG 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01412.x
  4. BOOK REVIEW

    1. You have full text access to this content
      NATURAL HISTORY FIRST (BUT DON'T STOP THERE) (pages 3336–3337)Edmund D. Brodie III
      Article first published online: 26 JUL 2011 | DOI: 10.1111/j.1558-5646.2011.01367.x

quinta-feira, 22 de março de 2012

Especialistas dão dicas para a publicação de artigos científicos

22/03/2012
Por Karina Toledo
Agência FAPESP – Editores de revistas científicas procuram trabalhos com resultados inéditos, escritos em inglês claro e conciso e que despertem interesse em seu grupo de leitores. Artigos que abordam temas quentes do momento levam vantagem, pois têm mais chance de serem citados em futuras pesquisas e de contribuírem para aumentar o fator de impacto do periódico.


Escolher periódico antes da redação do texto e considerar grau de novidade e relevância da pesquisa é fundamental, dizem especialistas no workshop "How to Write for and Get Published in Scientific Journals"

Essas foram algumas das dicas apresentadas por Daniel McGowan, diretor do Grupo Edanz, durante o workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals”, realizado no dia 16 de março pela FAPESP e pela editora científica Springer.

Desde 1990, o número de artigos submetidos para revisão teve um aumento 100% superior ao do número de novos periódicos, segundo dados do Grupo Edanz, empresa de consultoria na área. Com o crescimento da competição, de acordo com McGowan, “o mínimo que os editores esperam é ciência de qualidade e linguagem adequada”.

“A pesquisa brasileira é boa, mas vejo dois grandes desafios a serem superados pelos pesquisadores do país: a dificuldade com a língua inglesa e a falta de entendimento de como deve se estruturado um artigo científico. Muitos parecem não saber o que colocar na introdução, na discussão e na conclusão do trabalho”, disse McGowan à Agência FAPESP.

Durante sua apresentação no workshop, McGowan explorou o tema e deu exemplos de como estruturar um resumo, como inserir tabelas, gráficos e figuras no texto, como formatar referências e escolher o título e como elaborar uma carta de apresentação ao editor. Deu também dicas sobre o tempo verbal mais adequado nas diferentes situações e recomendou aos cientistas redigir frases na voz ativa e deixar sempre o sujeito da oração perto do verbo.
“Grande parte das pessoas que vão ler o artigo científico também não tem o inglês como primeira língua. O que elas desejam é ler rapidamente, apenas uma vez e conseguir entender a lógica do pesquisador”, destacou.

Para McGowan, ex-editor associado da Nature Reviews Neuroscience, o primeiro passo para melhorar a qualidade da produção científica é a leitura do maior número possível de artigos publicados.
“Isso ajuda o pesquisador a saber se está fazendo as perguntas certas, usando os métodos adequados, interpretando os resultados no contexto apropriado, citando os estudos mais relevantes da área e escolhendo o periódico com o perfil indicado para sua pesquisa”, disse.
Como cada publicação tem regras próprias para estruturar o texto e citar referências, a redação do artigo só deve começar após estar definida a revista para a qual ele será submetido.
“O pesquisador deve ser honesto ao avaliar o grau de relevância e novidade da pesquisa e escolher um periódico com fator de impacto compatível. Ela traz um avanço incremental ou conceitual? Afeta a vida de uma pequena população ou de milhares de pessoas? Melhora o conhecimento sobre um fenômeno ou apresenta uma nova tecnologia?”, exemplificou McGowan.

O pesquisador deve ainda considerar fatores como o perfil do público a ser atingido, o prestígio da publicação e se ela trabalha como sistema de acesso aberto ou assinatura. “Acesso aberto permite alcançar um número maior de leitores e, portanto, gera mais citações. Mas também tem um custo muito maior”, disse.
Segundo McGowan, um artigo nunca deve ser enviado a mais de um periódico ao mesmo tempo. “Por outro lado, se um pesquisador demora muito para publicar suas descobertas, pode ocorrer de outro grupo publicar antes. Recomendo, portanto, entrar em contato com o editor caso não receba retorno após seis semanas. Se depois de dois meses ainda não houver resposta, sugiro cancelar formalmente a submissão e só então enviar para outra revista”, afirmou.

Outra dica do consultor é relatar no fim do artigo os financiamentos recebidos de agências de fomento ou de outras instituições e empresas, descrever possíveis conflitos de interesse e as limitações do trabalho, como tamanho pequeno da amostra por exemplo.
“Os editores percebem quando há falhas ou limitações na pesquisa, mas ainda assim podem publicá-la se os resultados forem interessantes. Não mencionar esses fatores, porém, pode ser um motivo para rejeição”, disse.
Pesquisa brasileira
Na abertura do workshop, o vice-presidente da editora Springer, Paul Manning, contou que o motivo que levou a empresa a abrir um escritório no Brasil foi o crescimento expressivo da produção científica do país.
“A Springer surgiu na Alemanha no século 19 e foi para Nova York após a Segunda Guerra, pois era onde a ciência estava acontecendo. Nos anos 1970, fomos para o Japão pelo mesmo motivo. Agora, percebemos que havia muita coisa interessante aqui no Brasil”, disse. A Springer atualmente está presente em 20 países.
Segundo dados apresentados pelo diretor da Springer Brasil, Harry Blom, a produção científica brasileira cresce a uma taxa de 17% ao ano – enquanto a média mundial é de 3% – e já corresponde a 55% da produção científica da América Latina.

Mariana Biojone, editora da Springer Brasil, apresentou as ferramentas gratuitas oferecidas no site da empresa para apoiar pesquisadores. Uma delas é o Author Mapper, que mostra os temas mais pesquisados do momento e em quais centros. “Isso pode ajudar o cientista a encontrar colaboradores para seu projeto”, afirmou.
As apresentações do evento estão disponíveis em: www.fapesp.br/6848

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A vez dos artigos

Publicar em revistas científicas pesa tanto que já substitui as teses em cursos de pós-graduação

SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO

Os periódicos científicos, onde pesquisadores publicam seus estudos, têm ganhado em importância. A tal ponto que, no Brasil, seguindo países como Holanda e EUA, alguns programas de pós-graduação já substituem a obrigação de escrever uma tese por artigos científicos.
O aluno pode defender, em banca, três trabalhos publicados ou aceitos para publicação em revistas científicas. Pelo menos dois deles devem estar em periódicos de "alto impacto", ou seja, aqueles que são muito citados por pesquisadores.
A substituição da tese pelos artigos é feita com aval da Capes (Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que avalia a pós-graduação no país.
No Instituto de Biociências da USP, por exemplo, os alunos podem escolher entre a tese "padrão" ou os artigos.
"Ninguém lê tese, a não ser os membros da banca. Se o trabalho não for publicado, vai ficar jogado numa biblioteca", diz a geneticista Mayana Zatz, uma das entusiastas do formato. "Juntar papers já publicados é o melhor que pode ser feito. Na Holanda, eles já fazem isto há muito tempo", afirma.
"A publicação prévia é importante, mas não podemos deixar nas mãos das revistas a titulação dos alunos. A defesa da tese tem de ser mantida", alerta Rogério Meneghini, coordenador científico do Projeto SciELO, que reúne publicações da América Latina com acesso livre.
Além de disseminar as informações acadêmicas mais facilmente, os artigos dão mais visibilidade à produção científica do país. Hoje, o Brasil está em 13º lugar no mundo em quantidade de artigos publicados.

MAIS RANKINGS
Mas os artigos não podem ser publicados em quaisquer revistas. Gestores têm criado rankings de periódicos para classificá-las.
No Brasil, o Qualis, da Capes, cumpre esse papel e classifica, por área de conhecimento, cerca de 17 mil títulos. Quem publicar mais nos melhores periódicos, ganha nota mais alta. E quem tiver as notas mais altas, recebe mais recursos, como bolsas.
A ligação direta entre a publicação de artigos e distribuição do dinheiro público para ciência tem tirado o sono dos pesquisadores, principalmente daqueles cujas revistas correspondentes à sua área não estão no topo.
"No meu campo de estudo, administração de empresas, o ranking não reflete a realidade", diz Ross Thomas, editor do "Journal of Educational Administration" e professor da Universidade de Wollongong, na Austrália.
Naquele país, o governo distribui R$ 2,8 bilhões para pesquisas de acordo com a "qualidade" da revista em que os trabalhos são publicados. Como não ocupa os primeiros lugares no ranking, que reúne 22 mil revistas do país, a área de Thomas fica com uma fatia pequena.
É isso também que acontece com as ciências humanas, cuja produção aparece mais em livros do que nas revistas. "É preciso adequar a metodologia [de avaliação] para essa área", diz Isidro Aguillo, do Laboratório Cybermetrics, do CSIC (Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha).
A distribuição de recursos de acordo com as áreas que mais publicam causa o que a sociologia da ciência chama "efeito Mateus". O nome é uma alusão à passagem bíblica que diz "a quem tudo tem, tudo lhe será dado".
"Quem mais publica artigos continua recebendo mais recursos", diz Maria Conceição da Costa, socióloga da ciência da Unicamp.