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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Prehistoric crocodiles' evolution mirrored in living species

Three species of Machimosaurus are shown with a human diver for scale.
Credit: Dmitry Bogdanov
Crocodiles which roamed the world's seas millions of years ago developed in similar ways to their modern-day relatives, a study has shown.

Fresh research into a group of prehistoric marine crocs known as Machimosaurus reveals key details of how and where they lived.

Each species adapted features that enabled them to live and hunt in a range of habitats, just like modern-day crocodiles. They varied in body length, body skeleton, skull and lower jaw shape, and in their teeth.
The ancient croc group included a nine-metre long saltwater species, which was adapted for living in open seas, and fed on marine turtles. Its closest relatives, by contrast, lived in coastal, choppy environments.

The prehistoric crocs' development mirrors those of today's crocodiles, whose saltwater varieties are far bigger and suited to larger territories compared with their smaller cousins that live closer to shore or in freshwater.

A team of researchers, led by the University of Edinburgh, examined fossil specimens from museums around Europe. From detailed analysis, they were able to determine key elements of the animals' anatomy and lifestyle, and concluded that not all were of the same species.

Until now, scientists were unsure whether more than one species of Machimosaurus existed. However, their findings show that there were at least three distinct species -- one of which has been fully identified for the first time. The study is published in the journal Royal Society Open Science.

Dr Mark Young, of the University of Edinburgh's School of GeoSciences, who led the study, said: "Interesting parallels can be seen between groups of ancient crocodiles and those living today, with some able to swim out in the open sea, with others restricted to the coast. With more fossils being discovered, we look forward to learning more about this giant group of Jurassic predators."

Note : The above story is based on materials provided by University of Edinburgh.

 

domingo, 3 de agosto de 2014

Fóssil de réptil pré-histórico carnívoro é encontrado em Minas Gerais

Do UOL, em São Paulo

Veja imagens de Ciência do mês (agosto/2014)9 fotos

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DESCOBERTA EM MINAS - Um fóssil de uma espécie recém-descoberta de crocodiliforme baurusuquídeo, de tamanho grande, que competia com os dinossauros terópodes (carnívoros), foi encontrado no Triângulo Mineiro. O crânio do animal tinha 38 cm de comprimento e ele possuía uma dentição altamente especializada para hábitos carnívoros. Além do crânio, também foi encontrada a maior parte do esqueleto do fóssil. A espécie foi descoberta na região de Campina Verde, em Minas Gerais, nas rochas do período Cretáceo Superior (aproximadamente 90 milhões de anos atrás). De acordo com os pesquisadores, este é o maior crocodiliforme encontrado na região mineira Leia mais L. Adolfo/Estadão Conteúdo
 
Um fóssil de uma nova espécie de crocodiliforme baurusuquídeo, de tamanho grande, que competia com os dinossauros terópodes (carnívoros), foi encontrado no Triângulo Mineiro.
O crânio do animal tinha 38 cm de comprimento e ele possuía uma dentição altamente especializada para hábitos carnívoros. Além do crânio, também foi encontrada a maior parte do esqueleto do fóssil.
A espécie foi descoberta na região de Campina Verde, em Minas Gerais, nas rochas do período Cretáceo Superior (aproximadamente 90 milhões de anos atrás). De acordo com os pesquisadores, este é o maior crocodiliforme encontrado na região mineira, diferente das espécies já conhecidas, como Campinasuchus dinizi, que foi encontrado na mesma região em 2011.

O Triângulo Mineiro possui alto potencial paleontológico, e os trabalhos de campo ainda serão realizados durante este ano.
A equipe que participou desta descoberta contou com dez pessoas do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis e da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e envolveu geólogos, paleontólogos e técnicos, que trabalharam durante cinco dias na expedição.
A próxima etapa do trabalho é a preparação do exemplar e o início dos estudos científicos para futura publicação. Os recursos deste projeto são provenientes do MCTI (Ministério de Ciências, Tecnologia, Inovação).
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Ilustrador reconstrói cenas do cotidiano dos dinossauros10 fotos

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Um plesiossauro de pescoço extremamente longo caça peixes no mar de Bearpaw, nesta ilustração feita para ser vendida e ter seu valor doado para a construção de um novo museu paleontológico no Canadá. A cena faz parte do livro The Paleoart of Julius Csotonyi, do premiado ilustrador Julius Csotony, lançado este mês. Csotony tem PhD em microbiologia e possui trabalhos em museus e artigos Julius Csotonyi/Reprodução