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quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

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Uma grande mordida de imenso réptil marinho

O que há de mais recente em ciência e política

Steve Etches com uma caveira de pliossauro
O caçador amador de fósseis Steve Etches ajudou a escavar o crânio fossilizado de 2 metros de comprimento de um pliossauro carnívoro. DAVID STOCK/EYEVINE/REDUX
Uma versão desta história apareceu em Science, Vol 382, ​​Edição 6677. Baixar PDF
PALEONTOLOGIA

Crânio de pliossauro quase perfeito sugere grande mordida

Uma equipe do Reino Unido que inclui caçadores amadores de fósseis está estudando o crânio recentemente descoberto de um pliossauro, um grande réptil marinho carnívoro que dominou os oceanos antigos há cerca de 150 milhões de anos, informou a mídia na semana passada. 

 O espécime foi encontrado em 2022 incrustado em um penhasco ao longo da famosa Costa Jurássica de Dorset, onde a pioneira caçadora amadora de fósseis do século 19, Mary Anning, certa vez descobriu esqueletos de outros dinossauros marinhos. Os cientistas consideram o novo crânio, com cerca de 2 metros de comprimento, um dos mais completos do gênero. Depois de medi-lo, a paleontóloga Emily Rayfield, da Universidade de Bristol, calculou que a força da mordida da criatura poderia ter atingido 33.000 newtons – cerca do dobro da dos crocodilos modernos. Outros estudos estimaram que o corpo inteiro de alguns pliossauros media até 12 metros de comprimento. 

O fóssil ainda não foi descrito em um artigo acadêmico ou pré-impressão, mas será apresentado em um documentário da BBC que será lançado em 1º de janeiro de 2024.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

 

Vestígios de predador marinho do Jurássico encontrados no deserto do Atacama

Os vestígios pertencem a um réptil que viveu há 160 milhões de anos e tinha uma mordida mais poderosa do que a do Tyrannosaurus rex.

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Cientistas descobriram vestígios de predadores marinhos do Jurássico, que se pareciam com orcas, no deserto mais seco do mundo – o deserto do Atacama, no Chile. São os primeiros vestígios de um pliossauro encontrados neste deserto.

Os pliossauros eram répteis que viveram há 160 milhões de anos com uma mordida mais poderosa do que a do Tyrannosaurus rex, de acordo com investigadores da Universidade do Chile. Os fósseis são os segundos registros mais antigos desta espécie no hemisfério Sul.

O vasto deserto do Atacama, em tempos grande parte submergido pelo oceano Pacífico, é agora uma espécie de paisagem lunar com areia e rochas. Há partes desse deserto intocadas pela chuva há anos. Há milhões de anos, os pliossauros reinaram a região com o seu grande e alongado crânio, um pescoço pequeno, dentes ameaçadores num corpo hidrodinâmico e membros que se assemelham a barbatanas.

Agora, os cientistas encontraram mandíbulas, dentes e fragmentos de barbatanas de um réptil que os dois espécimes descobertos definem como “ecologicamente semelhante” a orcas. A descoberta foi feita em dois sítios na bacia do rio Loa, perto da cidade de Calama, no Norte do Chile.

“Esta descoberta ajuda os cientistas a preencher lacunas na evolução”, disse Rodrigo Otero, paleontólogo na Universidade do Chile, que liderou esta investigação. O fóssil completo, que está a ser escavado desde 2017, mede, provavelmente, entre seis e sete metros. O crânio terá cerca de um metro de comprimentos e cada dente terá entre oito e dez centímetros de comprimento, adiantou ainda o paleontólogo.

No início de Setembro, o estudo foi publicado na revista científica Journal of South American Earth Sciences. No artigo, refere-se que os vestígios são os primeiros de pliossauro encontrados no deserto do Atacama e pertencem ao Jurássico Superior (entre há 160 milhões e 145 milhões de anos).

terça-feira, 14 de abril de 2020

Main article text

 

Introduction

  1. First mosasauroids diversified following competition with plesiosaurs.
  2. At least some mosasauroids competed with contemporary plesiosaurs or seized the opportunity and occupied their niches when they were in demise or became extinct.
  3. The fates of plesiosaurs and mosasauroids were independent of each other (no suggested competitive interactions between mosasauroids and plesiosaurs).

Methods

Bayesian inference

Reconstruction of geographic origin

Results

Rates of morphological evolution

Bayesian analysis of plesiosaur phylogenetic relationships

  1. In the present study, the age uncertainty of each taxon is incorporated in the analysis: age prior of all fossil taxa is defined as a uniform range including the absolute age limits of the shortest stratigraphic range unambiguously including any taxon. This approach differs from that followed in Cau & Fanti (2016), who used for each tip a fixed age prior defined arbitrarily by the mean value of the stratigraphic uncertainty of each taxon.
  2. The tree model used here discriminates between anagenetic and cladogenetic patterns of evolution; therefore, it may test whether some of the taxonomic units that are included actually form anagenetic sequences. The analysis in Cau & Fanti (2016) was run on a previous version of BEAST which did not implement the Sampled Ancestor Fossilized Birth Death Skyline Model (Gavryushkina et al., 2014), and thus was a priori constrained to reconstruct exclusively cladogenetic frameworks.

Discussion

Estimates of evolutionary rates and potential biases

The impact of phylogenetic uncertainties on inferences of evolutionary rates

Sampling bias

Comparing mosasauroid and plesiosaur traits

Tooth crown morphologies and trophic guilds

Body size evolution

Evolution of swimming abilities

Thermoregulation and metabolic rates

Reproduction and early life history

The record of interactions between mosasauroids and plesiosaurs

Concluding remarks

  1. First mosasauroids diversified following competition with plesiosaurs.
  2. At least some mosasauroids competed with contemporary plesiosaurs or seized the opportunity and occupied their niches when they were in demise or became extinct.
  3. The fates of plesiosaurs and mosasauroids were independent of each other (no suggested competitive interactions between mosasauroids and plesiosaurs).

Supplemental Information

Mosasauroid and plesiosaur FADs and LADs and the geographic distribution

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-1

BEAST file for the Bayesian analysis of Mosasauroidea

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-2

NEXUS file with the dataset of Mosasauroidea

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-3

Character list for the phylogenetic analyses of Mosasauroidea

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-4

BEAST file for the Bayesian analysis of Plesiosauria

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-5

NEXUS file with the dataset of Plesiosauria

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-6

Character list for the phylogenetic analyses of Plesiosauria

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-7

Maximum Clade Credibility Tree (MCCT) of Plesiosauria

Full phylogenetic tree.
DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-8

Log files from the Bayesian analyses of Mosasauroidea and Plesiosauria

DOI: 10.7717/peerj.8941/supp-9

Additional Information and Declarations

Competing Interests

The authors declare there are no competing interests.

Author Contributions

Daniel Madzia and Andrea Cau conceived and designed the experiments, performed the experiments, analyzed the data, prepared figures and/or tables, authored or reviewed drafts of the paper, and approved the final draft.

Data Availability

The following information was supplied regarding data availability:
The data matrices used for Bayesian analyses and resulting log files are available in the Supplemental Files.

Funding

The study was funded by the National Science Centre (Poland) grant no. 2015/19/N/ST10/01628 to Daniel Madzia (Institute of Paleobiology, Polish Academy of Sciences). The funders had no role in study design, data collection and analysis, decision to publish, or preparation of the manuscript.