segunda-feira, 21 de março de 2011

Os dinossauros gigantes!!!
  

Os Saurópodes




    Os Saurópodes foram um dos dois grandes grupos de dinossauros saurísquios  ou dinossauros com bacia de réptil. Os seus corpos eram enormes, com um pescoço muito comprido que terminava em um cabeça muito pequena. A cauda, também muito comprida, junto com uma grande unha que a maioria dos saurópodes possuíam na pata dianteira eram suas únicas armas de defesa além de seu tamanho. Eram quadrúpedes, com patas altas, retas como colunas, terminadas em pés dotados de dedos curtos e bastante parecidas com as dos elefantes. A sua dieta alimentar era vegetariana. Muitos deles não dispunham de mandíbulas e dentes apropriados para mastigar, de modo que engoliam grandes quantidades de matéria vegetal que, em seguida, eram " trituradas " no estômago por pedras ingeridas para facilitar a fermentação e a digestão do alimento.

Fonte: avph.com.br


sexta-feira, 18 de março de 2011

Livro

"The Paleobiological Revolution: Essays on the Growth of Modern Paleontology" 
De: David Sepkoski, Michael Ruse

Resumo: Paleontology has long had a troubled relationship with evolutionary biology. Suffering from a reputation as a second-tier science and conjuring images of fossil collectors and amateurs who dig up bones, paleontology was marginalized even by Darwin himself, who worried that incompleteness in the fossil record would be used against his theory of evolution. But with the establishment of the modern synthesis in the 1940s and the pioneering work of George Gaylord Simpson, Ernst Mayr, and Theodosius Dobzhansky, as well as the subsequent efforts of Stephen Jay Gould, David Raup, and James Valentine, paleontology became embedded in biology and emerged as paleobiology, a first-rate discipline central to evolutionary studies.

This incredible ascendance of this once-maligned science to the vanguard of a field is chronicled in The Paleobiological Revolution. Pairing contributions from some of the leading actors of the transformation with overviews from historians and philosophers of science, the essays here capture the excitement of the seismic changes in the discipline. In so doing, David Sepkoski and Michael Ruse harness the energy of the past to call for further study of the conceptual development of modern paleobiology.

Link: http://www.megaupload.com/?d=19ABCRD4

 
Livro
Paleontology: The Record of Life -  de Colin W. Stearn, Robert L. Carroll

Link pra baixar: http://www.megaupload.com/?d=HKUWFODJ

É fácil!!!...copie e cole na barra de endereços de seu navegado!!!

Sinopse:

A comprehensive, one-term paleontology text. Its unified approach presents animal, plant, and invertebrate history and interaction. Emphasis is on how life evolved and shows how paleontology reveals earth history. Presents an integrated picture of paleontology, rather than detailed classification schemes. Publicdo em 2008.

A caminho de uma extinção em massa?

Com base em dados fósseis e atuais sobre o desaparecimento de espécies, pesquisadores sugerem que, nos próximos séculos, vivenciaremos a sexta grande extinção no nosso planeta, caso medidas de conservação não sejam adotadas. O tema é abordado por Alexander Kellner. 
 
Por: Alexander Kellner
Publicado em 15/03/2011 | Atualizado em 15/03/2011
A caminho de uma extinção em massa?
Desde o seu surgimento, a Terra já passou por cinco eventos de extinção em massa, em que mais de 75% de sua diversidade biológica desapareceram. (foto: Julia Starr/ Sxc.hu) 
 
Um dos assuntos mais discutidos pela sociedade e que têm muito espaço na mídia é a questão das extinções causadas pela ação do homem no meio ambiente. Aquecimento global, poluição e desmatamento são alguns dos fatores que, segundo especialistas, estão levando ao desaparecimento de muitas espécies do nosso planeta. E o pior: grande parte dessa biodiversidade nem chega a ser conhecida, pois se extingue antes mesmo de ser documentada.

Mas qual é a gravidade desse problema? Estaríamos nos dirigindo para mais uma extinção em massa? Em busca de respostas para essas perguntas, um grupo de doze pesquisadores liderado por Anthony Barnosky, da Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos), procurou estabelecer parâmetros e fornecer dados mais concretos acerca desse tema que causa bastante controvérsia.

Com base em fósseis e dados sobre a biodiversidade disponíveis na União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), eles realizaram inferências e comparações de taxas de extinção de espécies atuais e do passado. O estudo acaba de ser publicado pela prestigiosa Nature e mostra que o assunto requer atenção imediata dos nossos governantes.

Os cinco grandes eventos de extinção

Pode parecer estranho aos leitores, mas extinções são processos naturais. Desde o surgimento da vida no nosso planeta – ocorrido em torno de 3,8 bilhões de anos atrás –, existe uma documentação extensa proveniente dos fósseis que demonstra que organismos surgem e desaparecem com o passar do tempo geológico.

O que chama a atenção é quando os eventos de surgimento de novas espécies (especiação) e extinção das já existentes estão em desequilíbrio. Nesses casos, durante um curto intervalo de tempo geológico (no máximo alguns milhões de anos), o número de espécies extintas é bem superior ao de espécies que surgem.
Nos últimos 540 milhões de anos, período cujo registro fóssil é mais bem conhecido, houve apenas cinco episódios em que mais de 75% de toda a diversidade biológica da Terra desapareceram. Por sua magnitude, esses eventos são chamados de extinção em massa.

O primeiro desses eventos ocorreu no final do Ordoviciano, mais especificamente há cerca de 443 milhões de anos. Nesse tempo geológico, a vida se confinava nos mares, que abrigavam diversas espécies de artrópodes, como os trilobitas. Entre os vertebrados, predominavam peixes denominados ostracodermas, que possuíam uma extensa armadura óssea. Segundo a pesquisa de Barnosky e colaboradores, em menos de 2 milhões de anos, 86% de todas as espécies foram extintas.
Trilobitas
O primeiro grande evento de extinção no nosso planeta ocorreu há cerca de 443 milhões de anos. Naquela época, a vida se confinava nos mares, que abrigavam diversas espécies de artrópodes, como os trilobitas. (ilustração: Heinrich Harder/ The Wonderful Paleo Art of Heinrich Harder/ Wikimedia Commons)
Outra grande extinção ocorreu ao final do Devoniano, aproximadamente 359 milhões de anos atrás. Apesar do amplo predomínio de formas marinhas, durante esse período geológico estava ocorrendo a conquista da terra firme – não apenas por plantas, mas também por vertebrados como o Tiktaalik roseae. Estima-se que 75% das espécies tenham sido extintas em cerca de 27 milhões de anos.


O maior episódio de extinção de todos os tempos terminou em torno de 251 milhões de anos atrás. Trata-se do evento Permiano, no qual 96% (!) das espécies desapareceram. Durante esse tempo, o planeta abrigava répteis marinhos, como os mesossauros, e as plantas já dominavam a terra firme. Vertebrados terrestres, como Dimetrodon (carnívoro) e Edaphosaurus (herbívoro), também habitavam a Terra, mas não sobreviveram a esse evento de extinção em massa que durou quase 8 milhões de anos.

A quarta ‘megaextinção’ ocorreu após um espaço de tempo menor: no fim do período Triássico, aproximadamente 200 milhões de anos atrás. Cerca de 80% das espécies foram extintas, incluindo diversas plantas e os rincossauros – répteis herbívoros de aparência bizarra. Isso tudo em menos de 8 milhões de anos.
O último desses grandes eventos de extinção em massa – e também o mais famoso – ocorreu no final do Cretáceo, há cerca de 65 milhões de anos. Foi nesse episódio que desapareceram a maioria dos dinossauros (apenas as aves sobreviveram) e outros animais populares como os pterossauros. Em menos de 2,5 milhões de anos, 76% das espécies se extinguiram.
Dinossauros e pterossauros
Os dinossauros e os pterossauros desapareceram da Terra há cerca de 65 milhões de anos, no último e mais famoso episódio de extinção em massa. (foto: Wikimedia Commons)

Técnicas de comparação

Após analisar e compilar dados sobre os cinco eventos de extinção em massa, Barnosky e colaboradores se dedicaram a uma forma de comparar o que está ocorrendo nos dias de hoje com o que ocorreu há milhões de anos. Como todos podem imaginar, essa não é uma tarefa fácil, devido às limitações impostas particularmente pelos dados paleontológicos.
Primeiro, o registro fóssil é muito incompleto, tanto do ponto de vista do material encontrado como da diversidade de organismos preservados. Fósseis de animais voadores, por exemplo, tendem a ser raros. O mesmo ocorre com formas que vivem em áreas montanhosas, que não reúnem boas condições para fossilização.

Há também questões relacionadas à taxonomia. Em paleontologia, a identificação de uma espécie está diretamente vinculada a sua morfologia, diferentemente do que ocorre com os estudos genéticos, que, por vezes, são a base para a separação de espécies que têm forma semelhante. Isso significa que a diversidade apontada pelos fósseis pode ser maior do que a reconhecida pelos cientistas.

Existem ainda problemas com relação aos dados disponíveis sobre a biodiversidade atual. Na lista da IUCN, de 1,9 milhão de espécies conhecidas, menos de 3% foram avaliadas com relação ao seu risco de extinção.
Lobo-da-tasmânia
Entre as espécies consideradas extintas na lista vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza está o lobo-da-tasmânia (‘Thylacinus cynocephalus’), marsupial nativo da Austrália e Nova Guiné. O último exemplar morreu em um zoológico australiano em 1936. (foto: E.J. Keller/ Smithsonian Institution archives)
Mas o principal obstáculo está ligado ao tempo. Hoje em dia falamos em uma escala de séculos ou de alguns milhares de anos. Já na paleontologia as dimensões são muito diferentes – fala-se em milhões de anos, que podem ser considerados “um piscar de olhos” em termos de tempo geológico.
Mesmo ciente dessas limitações, a equipe de Barnosky procurou realizar inferências sobre taxas de extinção com base em grupos de organismos que têm tanto formas fósseis como recentes. Entre os dados utilizados, os pesquisadores se valeram muito das informações existentes sobre mamíferos e procuraram extrapolá-las para supor o que ocorreria daqui a alguns milhões de anos.

Claro que existem erros que podem ser introduzidos nesse procedimento, já que ninguém sabe se as taxas de extinção são constantes ao longo do tempo (muito provavelmente, não).

Como fonte de dados das espécies recentes, eles usaram a lista apresentada pela IUCN, em que as espécies estão divididas em: extintas, extintas na natureza, em perigo crítico, em perigo, vulneráveis, quase ameaçadas, pouco preocupantes ou com dados insuficientes para classificação.
O resultado desse estudo publicado na Nature aponta que, apesar do que se apresenta, ainda não estamos com taxas de extinção semelhantes às dos cinco eventos de extinção em massa conhecidos, em que pelo menos 75% das espécies do planeta foram extintas.

Mas, se forem consideradas todas as espécies classificadas como ‘ameaçadas’ na lista da IUCN, em alguns séculos poderemos estar caminhando a passos largos para o sexto evento de extinção em massa na Terra. Ou seja, segundo os autores, ainda existe tempo para a introdução de medidas de conservação efetivas que possam evitar essa tragédia.

Alexander Kellner
Museu Nacional/UFRJ
Academia Brasileira de Ciências

quarta-feira, 16 de março de 2011

Com 14 m e 7 t: descoberto maior dinossauro carnívoro do Brasil
16 de março de 2011 • 13h34 • atualizado às 14h24 

 

Batizada de  Oxalaia quilombensis , a espécie faz parte do grupo de dinossauros com crânio alongado e espinhos que formam uma espécie de vela nas .... Foto: Museu Nacional/Divulgação Concepção artística mostra como seria o dinossauro, que viveu há cerca de 95 milhões de anos
Foto: Museu Nacional/Divulgação

O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou nesta quarta-feira a descoberta do maior dinossauro carnívoro já encontrado no Brasil. Batizada de Oxalaia quilombensis, a espécie faz parte do grupo de espinossaurídeos, dinossauros com crânio alongado e espinhos que formam uma espécie de vela nas costas.
Acredita-se que o animal, que media entre 12 e 14 m (do crânio à ponta da cauda) e pesava entre 5 e 7 t, viveu há cerca de 95 milhões de anos, no litoral do Maranhão. Antes da descoberta do Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro brasileiro era o Pycnonemosaurus, que media 9 m.

Segundo a pesquisadora Elaine Machado, do Museu Nacional, a espécie foi identificada a partir de um conjunto de fósseis, com partes do maxilar e dentes do dinossauro, encontrado em 1999 na Ilha do Cajual, no Maranhão. A identificação da espécie e a divulgação da descoberta, no entanto, demoraram 12 anos.
"Ele era o réptil dominante da Ilha do Cajual. E esse é um grupo de dinossauros que desperta grande interesse não só aqui no Brasil quanto lá fora, porque tem características diferentes de outros dinossauros carnívoros. E, por ter sido uma das estrelas do filme Jurassic Park, ele chama muita atenção", disse.

O dinossauro brasileiro também é considerado o segundo maior espinossaurídeo do mundo, ficando atrás apenas do Spinosaurus aegyptiacus, identificado em 1915, no Egito. Duas espécies de espinossaurídeos já haviam sido descobertas no Brasil, na Bacia do Araripe: Irritator challengeri e Angaturama limai. O nome Oxalaia é uma homenagem à divindade africana Oxalá e quilombensis remete ao fato de que a Ilha do Cajual já foi um quilombo, onde viveram descendentes de escravos.
Também foram anunciadas nesta quarta-feira, na Academia Brasileira de Ciências, mais três descobertas paleontológicas brasileiras. Entre elas está uma nova espécie de crocodiloformo (antepassado dos crocodilos) de 80 milhões de anos, chamado de Pepesuchus deisae. O crânio do réptil foi encontrado na Bacia Bauru, em São Paulo.
Outra descoberta foi o fóssil, de 7 mm, de um maxilar com sete dentes de um lagarto pré-histórico, ocorrida em Presidente Prudente, em São Paulo. A espécie batizada de Brasiliguana prudentis, que media de 15 a 20 cm, viveu entre 70 milhões e 80 milhões de anos atrás.
Também foi anunciada a descoberta de penas fósseis de dinossauros de 115 milhões de anos, na Bacia do Araripe.

 

terça-feira, 15 de março de 2011

Saiba que elementos radioativos podem causar riscos de contaminação no Japão

 

OSLO - Os riscos à saúde provenientes da contaminação pelos reatores nucleares atingidos pelo terremoto no Japão até agora são baixos, segundo a Organização Mundial de Saúde. Até agora Tóquio luta para evitar um colapso de três reatores atingidos na usina de Fukushima, no pior acidente nuclear desde o desastre de Chernobyl de 1986, desencadeado pelo tsunami da última sexta-feira. Como precaução cerca de 140 mil pessoas foram evacuadas da área.

- Não é um problema grave de saúde pública no momento, não será como Chernobyl. Naquela ocasião, o reator estava operando na potência máxima quando explodiu e não houve contenção - disse o secretário do Comitê Científico de Efeitos de Radiação Atômica da ONU, Malcolm Crick.

Houve, no entanto, vazamento de material radioativo na atmosfera em forma de vapor: partículas radioativas mortais em grandes quantidades, conhecidas como radioisótopos - versões de um elemento com uma configuração no seu núcleo que o torna instável e, por isso, frequentemente se deteriora e libera radiação.
Entre os elementos mais comuns no vazamento de vapor de água do reator japonês estão o iodine-131, o césio-137 (o mesmo do acidente radioativo em Goiânia na década de 80, que deixou centenas de vítimas), o xenon-133, o xenon-135 e o krypton-85.

Desses, o mais problemático é o iodine-131, que pode ser absorvido pela tireóide quando inalado, causando câncer e leucemia. Gases como krypton-85 e xenon-133 não interagem com ossos ou tecidos mas são altamente instáveis e podem causar outros danos ao organismo.

Enquanto a radiação medida estava mil vezes acima dos níveis normais em uma sala de controle do reator, os oficiais japoneses insistem em que os níveis de exposição fora do estabelecimento não são muito perigosos. Mesmo assim, os moradores foram orientados a beber água engarrafada, permanecer em ambientes fechados e a proteger seus narizes e bocas. Como precaução ao iodine-131, serão distribuídas pílulas de iodeto de potássio, que satura a tiróide com uma forma estável de iodo antes de o mais perigoso isótopo ser absorvido.

 

Entenda o vocabulário atômico

 Veja abaixo uma lista de palavras e expressões usadas no vocabulário atômico.

FUSÃO DO NÚCLEO: É uma avaria grave do núcleo do reator devido a um superaquecimento. A fusão do núcleo ocorre quando uma falha grave no sistema da central impede a refrigeração adequada. Sem esse resfriamento, os suportes que contêm o combustível nuclear se aquecem até chegar a um derretimento. Essa situação gera um perigo enorme, pois acarreta o risco de que o material radioativo (o combustível nuclear) seja expelido para a atmosfera. Além disso, a fusão deixa o reator instável.

REATOR NUCLEAR: Instalação em que se inicia, se mantém e se controla uma reação nuclear em cadeia. Existem dois tipos: o reator (nuclear) de água a pressão, que é um reator refrigerado com água natural a uma pressão superior à da saturação, para impedir a ebulição; e o reator de água em ebulição, resfriado com água natural que é levada a ferver no núcleo, em grande quantidade.

CONTENÇÃO: É a estrutura que envolve o núcleo, construído com paredes de concreto armado e aço.

VASO DE PRESSÃO: Recipiente que contém o núcleo de um reator nuclear, com cápsulas de combustível, refletor (que reduz o escapamento de nêutrons, aumentando a eficiência do reator), água radioativa e parte do refrigerador, entre outros.

VARETA DE COMBUSTÍVEL: Invólucro que contém as barras de combustível. É um recipiente hermético que abriga o combustível nuclear. Impede a saída dos produtos da fissão e garante a resistência mecânica que assegura a integridade do combustível. É localizada no interior do vaso de pressão.
BARRAS DE COMBUSTÍVEL: É o combustível nuclear disposto em forma de barra, formado por pastilhas; situada no interior da vareta.

FUSÃO NUCLEAR: Reação entre núcleos de átomos leves que resulta em formação de outro núcleo, mais pesado. O processo é acompanhado da emissão de partículas elementares e energia.

FISSÃO NUCLEAR: Reação nuclear na qual ocorre a ruptura de um núcleo pesado, geralmente originando dois fragmentos cujos tamanhos são da mesma ordem de magnitude. Nesse processo, executado rotineiramente em usinas nucleares, são emitidos nêutrons e é liberada grande quantidade de energia.

CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO EXTERNO: Circuito de água que se extrai de uma fonte natural, usado para condensar o vapor de água uma vez que esse movimentou a turbina (de forma semelhante à de qualquer outra central térmica de carvão, óleo combustível ou gás). A água, que nunca entra em contato com o combustível nuclear, é devolvida ao rio, à barragem ou ao mar, a uma temperatura superior à que foi extraída.
Veja como funciona o reator nuclear - Editoria de Arte
Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/03/14/entenda-vocabulario-atomico-924005491.asp