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sexta-feira, 3 de julho de 2020

O mais antigo felino conhecido foi descoberto no Tibet

Fósseis de Panthera blytheae fortalecem a tese da origem asiática das panteras

Felinos de grande porte semelhantes aos modernos leopardos-das-neves perambularam pela região do Himalaia nos últimos 6 milhões de anos revela uma análise de fósseis recém-descritos. Os ossos de Panthera blytheae ampliaram a linhagem conhecida das panteras em pelo menos 2 milhões de anos e reforçaram a teoria de que esse grupo de carnívoros se originou na Ásia.

Pesquisadores desenterraram ossos pertencentes a menos três exemplares no sudoeste do Tibete. Os restos mais completos incluem um crânio parcial adulto com vários dentes ainda inseridos na mandíbula superior, informa Jack Tseng, um paleontólogo de vertebrados do Museu Americano de História Natural, em Nova York. Osfragmentos foram extraídos de rochas de cerca de 4,42 milhões de anos. Outros fósseis pertencentes à mesma espécie foram escavados de estratos rochosos próximos, depositados há cerca de 5,95 milhões de anos, ele e seus colegas relataram em 14 de novembro na Proceedings of the Royal Society B

“São fósseis belíssimos de grande significado”, afirmou Zhe-Xi Luo, um paleontólogo de vertebrados da University of Chicago, em Illinois, que não esteve envolvido no estudo. “Eles acrescentam uma raiz evolutiva à árvore genealógica das panteras”.

Muitas características dos dentes de P. blytheae são semelhantes às dos leopardos-das-neves, mas alguns sulcos e cúspides são distintos, indicando que os fósseis representam uma nova espécie. A julgar pelo tamanho do crânio parcial, o grande felino era aproximadamente do mesmo tamanho que o leopardo-nebuloso, ou pantera-nebulosa, e cerca de 10% menor que os leopardos-das-neves — animais que atualmente vivem na cordilheira do Himalaia. Uma comparação entre dezenas de características anatômicas de 12 espécies extintas e vivas de felinos indica que os leopardos-das-neves são uma “espécie irmã” de P. blytheae, explica Tseng. Os tigres modernos também são parentes muito próximos, acrescenta.

Anteriormente, os fósseis conhecidos mais antigos de felinos Panthera eram fragmentos recuperados de rochas de 3,8 milhões de anos na África; o que levou alguns cientistas a sugerir que os grandes felinos havia se originado ali, espalhando-se posteriormente para novos habitats em outros lugares. Os novos espécimes, no entanto, e a maior diversidade de grandes felinos no leste e no sul da Ásia, reforçam a ideia de que esse grupo de animais surgiu na Ásia, comenta Tseng. A atual árvore genealógica da família Panthera, juntamente com análises genéticas de espécies vivas e recentemente extintas, sugere que o grupo evoluiu inicialmente há cerca de 16 milhões de anos atrás.

As características evolutivas avançadas de P. blytheae são um tanto surpreendentes, observa Lars Werdelin, um paleontólogo de vertebrados do Museu Sueco de História Natural de Estocolmo. “Eu esperava que fóssil tão antigo se assemelhasse mais a um gato primitivo.”

A impressionante semelhança de P. blytheae com espécies modernas, como os leopardos-das-neves e os leopardos-nebulosos, torna difícil dizer qual teria sido o aspecto dos progenitores Panthera, acrescenta Werdelin: “Precisaríamos de muitos fósseis intermediários para saber como a linhagem se desenvolveu”. Segundo ele, pode até ser que paleontólogos já tenham desenterrado alguns desses antepassados ancestrais, mas que, na ausência de fósseis de transição, ainda não os reconheceram pelo que de fato são.

Este artigo foi reproduzido com permissão da revista Nature. O artigo foi publicado originalmente em 13 de novembro de 2013.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Tigre compartilha 95,6% de seu genoma com o gato

O estudo, primeiro a sequenciar o genoma dos grandes felinos, pode contribuir com a preservação de espécies ameaçadas

Por Da Redação - Atualizado em 6 May 2020, 16h17 - Publicado em 18 Sep 2013, 12h40
O tigre, maior felino do mundo, compartilha 95,6% de seu genoma com o gato doméstico, do qual se diferenciou há aproximadamente 10,8 milhões de anos. É o que mostra um estudo liderado por Yun Sung Cho, da Fundação de Pesquisa do Genoma de Suwon, na Coreia do Sul, que traçou pela primeira vez a sequência genética dos grandes felinos do planeta.


CONHEÇA A PESQUISA
Título original: The tiger genome and comparative analysis with lion and snow leopard genomes

Onde foi divulgada: periódico Nature Communications


Quem fez: Yun Sung Cho, Li Hu, Haolong Hou, Hang Lee, Jiaohui Xu, Soowhan Kwon, Sukhun Oh, Hak-Min Kim, Sungwoong Jho, Sangsoo Kim, Young-Ah Shin, Byung Chul Kim, Junsu Ko, Chang-Bae Kim, Sangtae Kim, Jong Bhak e outros

Instituição: Fundação de Pesquisa do Genoma, Coreia do Sul, e outras

Resultado: O tigre-siberiano compartilha 95,6% de seu genoma com o gato doméstico, do qual se diferenciou há aproximadamente 10,8 milhões de anos.
Os especialistas compararam o genoma do tigre-siberiano, sequenciado a partir de um macho de nove anos e meio do zoológico de Everland, na Coreia do Sul, com os do tigre-de-bengala branco, do leão africano, do leão branco e do leopardo-das-neves. Em seguida, contrastaram estes genomas com o do gato doméstico. A pesquisa foi publicada nesta terça-feira, no periódico Nature Communications.
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Adaptações ao meio – O estudo mostrou que o genoma do tigre-siberiano tem similaridade de 95,6% com o do gato. Já a análise comparativa entre o tigre e os outros grandes felinos revelou características genéticas que podem ser responsáveis pela adaptação desses animais à dieta carnívora e ao desenvolvimento da força muscular necessária para caçar suas presas.
Os autores descobriram também genes no leopardo-das-neves relacionados com a adaptação à vida em altitude, onde há pouco oxigênio. No leão branco, foi encontrada uma mutação responsável pela cor de sua pelagem.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Criatura parecida com um leopardo é o felino mais velho já encontrado

A descoberta de fósseis de Panthera blytheae fortalece a origem asiática dos carnívoros pantherinos.

Ferramentas de artigo

Direitos e Permissões
Mauricio Antón
Panthera blytheae se assemelha a um leopardo da neve moderno.

Grandes felinos semelhantes ao leopardo da neve de hoje rondam o Himalaia nos últimos 6 milhões de anos, revela uma análise dos fósseis recentemente descritos 1 . Os restos de Panthera blytheae prolongam a linhagem conhecida de gatos pantherines em pelo menos 2 milhões de anos e reforçam a noção de que esse grupo de carnívoros se originou na Ásia.

Pesquisadores descobriram ossos representando pelo menos três indivíduos no sudoeste do Tibete. Os restos mais completos incluem um crânio adulto parcial com vários dentes ainda embutidos na mandíbula superior, diz Jack Tseng, paleontologista de vertebrados do Museu Americano de História Natural de Nova York. Esses fragmentos foram escavados em rochas com cerca de 4,42 milhões de anos, mas outros fósseis pertencentes à mesma espécie vieram de estratos próximos que foram depositados há cerca de 5,95 milhões de anos atrás, ele e seus colegas relatam hoje em Proceedings of the Royal Society B 1 .

"Estes são lindos fósseis de grande importância", diz Zhe-Xi Luo, paleontologista de vertebrados da Universidade de Chicago, em Illinois, que não participou do estudo. "Eles acrescentam uma raiz evolutiva à árvore genealógica pantherine".

Muitas características dos dentes de P. blytheae são semelhantes às do leopardo da neve, mas algumas cristas e cúspides são distintas, indicando que os fósseis representam uma nova espécie. A julgar pelo tamanho do crânio parcial, o gato grande tinha aproximadamente o mesmo tamanho do leopardo nublado e cerca de 10% menor que o leopardo das neves, os quais vivem hoje no Himalaia. Uma comparação de dezenas de características anatômicas para 12 espécies vivas e extintas de felinos indica que o leopardo-das-neves é a "espécie irmã" de P. blytheae , diz Tseng. O tigre de hoje também é um parente muito próximo, ele acrescenta.

Anteriormente, os fósseis mais antigos conhecidos de gatos pantherines eram restos fragmentários desenterrados de rochas de 3,8 milhões de anos na África. Essa descoberta inspirou alguns cientistas a sugerir que os grandes felinos se originaram lá e depois se espalharam para novos habitats em outros lugares. Mas os novos espécimes, e a maior diversidade de felinos no leste e sul da Ásia, apóiam a idéia de que esse grupo apareceu pela primeira vez na Ásia, diz Tseng. A atual árvore genealógica pantherine, bem como análises genéticas de espécies vivas ou recentemente extintas, sugere que o grupo evoluiu pela primeira vez cerca de 16 milhões de anos atrás.
As características evolutivamente avançadas de P. blytheae são surpreendentes, diz Lars Werdelin, paleontologista de vertebrados do Museu Sueco de História Natural de Estocolmo. "Eu esperava que algo tão antigo se parecesse mais com um gato basal [menos evoluído]".
A notável semelhança de P. blytheae com espécies modernas, como o leopardo-das-neves e o leopardo-das-neves, torna difícil dizer como seriam os progenitores da pantherina, acrescenta Werdelin: “Precisávamos de muitos fósseis intermediários para saber como a linhagem se desenvolveu. " É até possível, diz ele, que os paleontólogos já desenterraram alguns desses ancestrais, mas, por falta de fósseis de transição, ainda não os reconheceram pelo que são.
Natureza
doi : 10.1038 / nature.2013.14161

Referências

  1. Tseng, Z. J. et ai. Proc. R. Soc. B http://dx.doi.org/10.1098/rspb.2013.2686 (2013).
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O mais antigo felino conhecido foi descoberto no Tibet

Fósseis de Panthera blytheae fortalecem a tese da origem asiática das panteras
Por Sid Perkins e revista Nature

Felinos de grande porte semelhantes aos modernos leopardos-das-neves perambularam pela região do Himalaia nos últimos 6 milhões de anos revela uma análise de fósseis recém-descritos. Os ossos de Panthera blytheae ampliaram a linhagem conhecida das panteras em pelo menos 2 milhões de anos e reforçaram a teoria de que esse grupo de carnívoros se originou na Ásia.

Pesquisadores desenterraram ossos pertencentes a menos três exemplares no sudoeste do Tibete. Os restos mais completos incluem um crânio parcial adulto com vários dentes ainda inseridos na mandíbula superior, informa Jack Tseng, um paleontólogo de vertebrados do Museu Americano de História Natural, em Nova York. Osfragmentos foram extraídos de rochas de cerca de 4,42 milhões de anos. Outros fósseis pertencentes à mesma espécie foram escavados de estratos rochosos próximos, depositados há cerca de 5,95 milhões de anos, ele e seus colegas relataram em 14 de novembro na Proceedings of the Royal Society B.

“São fósseis belíssimos de grande significado”, afirmou Zhe-Xi Luo, um paleontólogo de vertebrados da University of Chicago, em Illinois, que não esteve envolvido no estudo. “Eles acrescentam uma raiz evolutiva à árvore genealógica das panteras”.

Muitas características dos dentes de P. blytheae são semelhantes às dos leopardos-das-neves, mas alguns sulcos e cúspides são distintos, indicando que os fósseis representam uma nova espécie. A julgar pelo tamanho do crânio parcial, o grande felino era aproximadamente do mesmo tamanho que o leopardo-nebuloso, ou pantera-nebulosa, e cerca de 10% menor que os leopardos-das-neves — animais que atualmente vivem na cordilheira do Himalaia. Uma comparação entre dezenas de características anatômicas de 12 espécies extintas e vivas de felinos indica que os leopardos-das-neves são uma “espécie irmã” de P. blytheae, explica Tseng. Os tigres modernos também são parentes muito próximos, acrescenta.

Anteriormente, os fósseis conhecidos mais antigos de felinos Panthera eram fragmentos recuperados de rochas de 3,8 milhões de anos na África; o que levou alguns cientistas a sugerir que os grandes felinos havia se originado ali, espalhando-se posteriormente para novos habitats em outros lugares. Os novos espécimes, no entanto, e a maior diversidade de grandes felinos no leste e no sul da Ásia, reforçam a ideia de que esse grupo de animais surgiu na Ásia, comenta Tseng. A atual árvore genealógica da família Panthera, juntamente com análises genéticas de espécies vivas e recentemente extintas, sugere que o grupo evoluiu inicialmente há cerca de 16 milhões de anos atrás.

As características evolutivas avançadas de P. blytheae são um tanto surpreendentes, observa Lars Werdelin, um paleontólogo de vertebrados do Museu Sueco de História Natural de Estocolmo. “Eu esperava que fóssil tão antigo se assemelhasse mais a um gato primitivo.”

A impressionante semelhança de P. blytheae com espécies modernas, como os leopardos-das-neves e os leopardos-nebulosos, torna difícil dizer qual teria sido o aspecto dos progenitores Panthera, acrescenta Werdelin: “Precisaríamos de muitos fósseis intermediários para saber como a linhagem se desenvolveu”. Segundo ele, pode até ser que paleontólogos já tenham desenterrado alguns desses antepassados ancestrais, mas que, na ausência de fósseis de transição, ainda não os reconheceram pelo que de fato são.

Este artigo foi reproduzido com permissão da revista Nature. O artigo foi publicado originalmente em 13 de novembro de 2013.

 sciam19nov2013

Fonte: https://sciam.uol.com.br/o-mais-antigo-felino-conhecido-foi-descoberto-no-tibet/

Pesquisadores descobrem mais antigo fóssil de grande felino

Crânio encontrado no Tibete possui mais de 4 milhões de anos e pode ajudar a resolver o mistério sobre onde e quando surgiram os grandes felinos

Por Da Redação - Atualizado em 6 maio 2016, 16h16 - Publicado em 13 nov 2013, 21h10
Pesquisadores anunciaram nesta quarta-feira a descoberta do fóssil mais antigo de um grande felino. Os ossos foram escavados em uma região próxima ao Himalaia, no Tibete, e pertenceram a um animal que viveu entre 4,1 e 5,95 milhões de anos atrás. Segundo o estudo, publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, o felino descrito pertencia a uma espécie extinta, que recebeu o nome de Panthera blytheae, bastante semelhante ao atual leopardo das neves, que continua a habitar a mesma região.

CONHEÇA A PESQUISA


Onde foi divulgada: periódico Proceedings of the Royal Society B
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Quem fez: Jack Tseng, entre outros
Instituição: Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos
Dados de amostragem: Ossos descobertos em 2010 no Tibete
Resultado: Segundo a análise dos pesquisadores, os ossos faziam parte do crânio de um grande felino que viveu entre 4,1 e 5,95 milhões de anos atrás. O animal teria pertencido a uma espécie já extinta, que recebeu o nome de Panthera blytheae

O estudo descreve alguns fragmentos de crânio descobertos em 2010, e sugere que os fósseis podem fornecer informações importantes para explicar o local e o tempo de origem de todos os grandes felinos – grupo que reúne grandes predadores como leões, onças, tigres e leopardos. “Esta descoberta sugere que os grandes felinos têm uma origem evolutiva mais ancestral do que se suspeitava anteriormente”, diz Jack Tseng, pesquisador do Museu Americano de História Natural, em Nova York, que participou do estudo.

Gatinhos e gatões – Estudos anteriores feitos a partir de análises do DNA dos grandes felinos sugeriam que o ancestral comum mais antigo desses animais teria surgido há cerca de 6,37 milhões de anos. Ele teria evoluído a partir de uma divergência dos Felinae, subfamília que inclui felinos menores, desde os selvagens pumas e linces até os gatos domésticos.
O problema é que os fósseis mais antigos de grandes felinos encontrados até agora eram fragmentos de dentes escavados na Tanzânia, datando de apenas 3,6 milhões de anos atrás, o que parecia ir contra as previsões genéticas.

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Para estimar a idade do crânio descoberto recentemente, os pesquisadores usaram uma técnica conhecida como magnetostratigrafia. Ela analisa os padrões que as reversões dos campos magnéticos da Terra deixaram gravadas nas camadas de rochas para estimar a idade dos fósseis. Concluíram, assim, que o animal viveu entre 4,1 e 5,95 milhões de anos atrás – preenchendo a lacuna que faltava.
Mauricio Anton/Proceedings of the Royal Society B/AP
grande felino
Os pesquisadores encontraram fragmentos de ossos que formavam o crânio quase completo de um grande felino ancestral

O novo fóssil também permitiu aos pesquisadores refinarem ainda mais a data estimada para a divergência entre os Felinae e os grandes felinos. A partir da análise morfológica do crânio e comparações com outros felinos – vivos e mortos – os pesquisadores avaliam agora que o primeiro grande felino surgiu entre 10 e 11 milhões de anos atrás.
Gatos tibetanos – A descoberta não ajuda somente a ajustar a data de evolução dos grandes felinos, mas também seu local de origem. Pesquisas moleculares anteriores mostravam que esses animais deveriam ter surgido na Ásia, mas o fóssil mais antigo conhecido até agora era africano. A localização do novo crânio sugere que, de fato, o grupo divergiu dos outros felinos na Ásia Central, e depois se espalhou para o resto do mundo.

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Os paleontologistas encontraram o fóssil enquanto realizavam escavações no condado de Zanda, uma região isolada que fica perto da fronteira entre o Paquistão e a China. Ali, eles descobriram mais de 100 ossos, de uma grande variedade de animais. O crânio do Panthera blytheae estava localizado abaixo de ossadas de antílopes, bastante quebrado, mas quase completo. “Ele estava simplesmente alojado em meio a toda essa confusão”, diz Tseng.

Agora, os pesquisadores pretendem voltar ao local e realizar mais escavações, em busca de outros exemplares da espécie. Isso poderia ajudá-los a refinar seus estudos e deixar mais precisas as datas estimadas para a origem dos grandes felinos.

Zanda

Os pesquisadores encontraram o crânio do Panthera blytheae enquanto realizavam escavações no isolado condado de Zanda, na Região Autônoma do Tibete, perto da fronteira da China com o Paquistão.